Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
25/09/2018

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24.sapo.pt
25/09/2018

Fernando Pinto diz que Varig Engenharia e Manutenção "não foi aposta boa" mas que trabalhou "com transparência"

“Os números da aviação são muito grandes. É importante que se ponham as coisas no seu devido lugar. Não deu certo, não ganhámos, é verdade. Esta aposta não foi boa, mas tivemos muitas outras apostas que deram certo”, afirmou o agora consultor da administração da TAP, depois de ter recebido o grau ouro das medalhas de mérito do Turismo, no Ministério da Economia, em Lisboa.

“Tenho 50 anos de trabalho na aviação e nunca tive um desvio de posição. Sempre trabalhei de forma muito transparente, sempre fiz questão disso e manter um trabalho que seja um exemplo, até para as futuras gerações”, afirmou Fernando Pinto, confirmando ser arguido há um ano e meio.



Segundo a edição de domingo do jornal Público, Fernando Pinto foi constituído arguido, no âmbito da investigação da Polícia Judiciária à compra da VEM, processo que decorreu entre 2005 e 2007, sob a suspeita de gestão danosa.

“Outros cinco gestores que fizeram parte do Conselho de Administração Executivo da empresa também foram constituídos arguidos pela mesma razão: Luís Ribeiro Vaz, Fernando Alves Sobral, Michael Conolly, Luiz da Gama Mór e um outro responsável da equipa de gestão, que já faleceu”, lê-se no jornal.

Fernando Pinto qualificou de “estranho” surgir um “documento sem assinatura a fazer acusações absolutamente infundadas, mas que são investigadas” e disse estar a dar “todas as explicações necessárias”.

O jornal Público tinha escrito que o inquérito está a cargo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, repartição do Ministério Público que investiga criminalidade mais complexa, com origem numa denúncia anónima feita no final de 2010.

Esta operação de “caráter estratégico, que não é daquelas que tem de ter retorno imediato”, fez “ganhar muito mais no Brasil” do que a TAP perdeu no país, disse Fernando Pinto.

“Falaram em 500 milhões de euros e aí não está contemplada uma série ganhos. A entrada real no mercado brasileiro, nos deu 500 milhões de euros, por ano, nos últimos 15 anos. Só aí sete mil milhões e meio de nós termos entrado no Brasil da forma como entrámos”, referiu.

Em causa está um “negócio complexo”, com 13 anos, indicou ainda o antigo ‘homem forte’ da TAP, manifestando a sua confiança de que a investigação está a decorrer da “forma mais correta possível”.

“Mas, volto a dizer que foi feito de forma transparente, com a maior seriedade”, reiterou.

Em abril de 2016 foram realizadas buscas nas sedes da TAP e da Parpública (‘holding’ do Estado onde a transportadora está incluída) pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, por suspeitas de gestão danosa e lucros ilícitos.

“Porém, os investigadores acabaram por não encontrar indícios de corrupção nem de branqueamento de capitais. Para já, ainda não se sabe se vai ser deduzida acusação ou se o processo será arquivado. Desconhecia-se até agora a constituição de arguidos no processo”, acrescentou o Público.

Suspensas desde 2012 e retomadas este ano, as Medalhas de Mérito Turístico visam destacar o contributo de entidades e personalidades para o desenvolvimento do setor em Portugal.

Questionado sobre se a atribuição do prémio a Fernando Pinto poderia ensombrar o dia, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, escusou-se a fazer comentários.

 

 

ecommercenews.com.br
25/09/2018

Ranking traz as companhias de aviação mais valorizadas pelo brasileiro

Segundo a 5ª edição do ranking “Mais Valor Produzido – Aviação”, criado pela consultoria nacional DOM Strategy Partners, a Avianca é a companhia área que mais gera e entrega valor tangível e intangível aos seus públicos. A lista é oriunda do estudo “Mais Valor Produzido Brasil”, que avalia 22 setores da economia com o objetivo de saber como as empresas criam e entregam e valores tangíveis e intangíveis aos seus stakeholders, grupo formado por consumidores, acionistas, funcionários e fornecedores.

O levantamento ouviu 3800 pessoas, que avaliaram de 0 a 10 as principais companhias em atividade no Brasil sob a ótica de itens como eficácia da estratégia corporativa, crescimento, valor de marca, relacionamento com clientes, governança, sustentabilidade, gestão de talentos, inovação, uso de tecnologias digitais, entre outros mais de 50 direcionadores. Tudo para chegar no resultado final das quatro melhores construtoras colocadas no ranking.

A liderança da Avianca no ranking é explicada pelo fato da empresa imprimir serviços diferenciais em seu modelo de gestão para todos os públicos que se relaciona, principalmente para os clientes, levando entretenimento individual, refeição gratuita e maior espaço entre as poltronas, por exemplo. “O mapa estratégico da Avianca conecta com inovação, eficiência e performance sem deixar de atender as necessidades do consumidor, considerado o principal e mais valioso agente externo”, explica Daniel Domeneghetti, coordenador do estudo “Mais Valor Produzido” e CEO da DOM Strategy Partners.

Junta-se também à Avianca na listagem das organizações áreas que mais geram e protegem valor tangível e intangível, segundo acionistas, funcionários, clientes e consumidores: Azul (7,98); GOL (7,97) e Latam (7,96).

Abaixo a tabela de pontuação comparada com a edição anterior.

MVP Aviação
    
Nota    

4ª edição
    
Avianca    8,03    
Azul    7,98    
GOL    7,97    
Latam    7,96    

MVP Aviação

5ª edição

Nota

Avianca    8,01
Azul    7,32
Gol    7,05
Latam    7,02

 

 

visao.sapo.pt
25/09/2018

Ninguém poderia sobreviver! Documentário defende queda em espiral do avião da Malaysia Airlines

As causas do desaparecimento do MH370, o Boeing 777 que fazia um voo entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China, em 2014, continuam a ser um dos grandes mistérios da aviação. Com 227 passageiros e 12 tripulantes a bordo o aparelho “evaporou-se” dos radares e não se sabe exatamente o que aconteceu.

O relatório final, apresentado em julho deste ano, concluiu: “A equipa não é capaz de determinar o verdadeiro motivo que levou ao desaparecimento do MH370. […] “Não há informações suficientes que determinem se a aeronave se partiu no ar ou durante o impacto com o oceano.”



No entanto, um novo documentário da National Geographic põe em causa esta teoria. Em Drain The Oceans: Malaysia Airlines 370 é referido que o avião estava intacto antes de entrar num vertiginosa descida em espiral e cair ao mar.

Acredita-se que o avião estava em modo de piloto-automático quando o motor direito falhou devido a falta de combustível. O piloto-automático terá corrigido a falha deste motor, mas, depois, o da esquerda também parou, pensa-se que dois minutos depois. Terá sido nessa altura que a aeronave guinou para a esquerda.




Os engenheiros entrevistados para o documentário dizem que o avião entrou, então, num mergulho em espiral, com a asa esquerda apontada quase na vertical para baixo. Ninguém poderia sobreviver.

O relatório oficial refere que o avião poderá ter voado cerca de 225 km sem combustível, mas no documentário diz-se que caiu no Oceano Índico muito antes disso.

Apesar das buscas feitas, apenas foram encontrados alguns pedaços do avião nas ilhas Maurícias, costa da Tanzânia, Moçambique, África do Sul e Madagáscar.   

 

 


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