Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sábado, 27 de Maio de 2017

30/04/2009

Notícias Anteriores

Jornal de Angola
30/04/2009

Responsável máximo da TAP defende nova capitalização

O presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, afirmou que a empresa vive uma situação em que a “capitalização é cada vez mais necessária”, mas que o assunto ainda não foi discutido com o governo.

“Estamos numa situação em que a capitalização é cada vez mais necessária”, afirmou Fernando Pinto, numa conferência de imprensa em que apresentou os resultados de 2008 da companhia aérea.

O presidente executivo da TAP admitiu que a empresa está subcapitalizada e que a situação está a tornar-se mais evidente na actual conjuntura económica.

Fernando Pinto defendeu a compra da brasileira VEM - Varig Engenharia e Manutenção, afirmando tratar-se de um investimento que orgulha o grupo.

“Não tenho dúvida que a compra da VEM será um dos investimentos de que o grupo TAP se irá orgulhar», disse Fernando Pinto, que considerou que a compra da companhia brasileira “foi uma oportunidade única”.

Nos primeiros três meses do ano, a TAP cancelou 2.190 voos, a maioria para destinos europeus.

 

 

Estadão
30/04/2009

Anac prevê queda de até 50% no preço de voos internacionais
Liberação das tarifas, iniciada na semana passada, foi criticada por companhias e sindicatos de trabalhadores
Isabel Sobral - O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê que os preços dos bilhetes aéreos internacionais de longo curso, com saída do Brasil, poderão ter descontos de 30% a 50% sobre os valores atuais, por causa do processo de liberação das tarifas iniciado semana passada. A previsão foi feita nesta quinta-feira, 30, pela presidente da Anac, Solange Paiva Vieira, em sessão da Comissão de Turismo da Câmara onde a decisão da agência foi bombardeada pelos representantes de empresas aéreas e sindicatos dos trabalhadores do setor.

A audiência, no entanto, não contou com representantes dos órgãos de defesa dos consumidores ou de empresários do setor de turismo, por exemplo. Estavam representados as empresas aéreas nacionais e seus empregados. "Há cenários otimistas e pessimistas, mas a variação dos descontos finais vai de 30% a 50%, dependendo do quanto a crise financeira afete a ocupação dos assentos", afirmou Solange Vieira.

Segundo ela, neste momento de crise financeira a flexibilização tarifária será "bem-vinda" para que as companhias possam repassar aos consumidores ganhos de eficiência por meio de descontos e, com isso, manter os aviões cheios. Para os consumidores, ela afirmou que a medida representará mais economia, pois estimulará a concorrência entre as empresas.

O vice-presidente da TAM, Paulo Castello Branco, afirmou que a Anac distorce dados ao comparar tarifas promocionais das estrangeiras com as tarifas cheias da TAM, que é a única companhia nacional que voa para destinos mais longos, como Estados Unidos e Europa. Ele afirmou que a empresa não é contra a liberdade tarifária total, mas quer mais tempo para sua implantação. O cronograma da Anac prevê uma liberação gradativa dos descontos até que, em abril de 2010, haja liberdade total de preços.

O executivo argumentou que as empresas nacionais levam desvantagem em relação às estrangeiras por causa da carga tributária e da menor escala de voos internacionais. "Enquanto não houver condições iguais de competição, há que se proteger as empresas nacionais porque o Brasil não é um hub (centro de distribuição de voos) mundial", afirmou. A presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziela Baggio, acompanhou as críticas, afirmando que a Anac deveria ter "pensado mais" a implantação da medida de uma forma que não inviabilize financeiramente a TAM para não comprometer os empregos.

A presidente da Anac reagiu, afirmando que a proteção da tarifa mínima que existia até agora no Brasil "não impediu que outras companhias quebrassem" no passado, lembrando as falências da Transbrasil, Vasp e Varig. Ela destacou que a política de proteção tarifária só gerou ineficiências, quando o contrário vai estimular a ampliação de voos por causa da competição. "E, em última instância, gerando mais empregos e renda", afirmou.

A Comissão de Turismo da Câmara criou uma subcomissão parlamentar para acompanhar com a implantação da liberação das tarifas internacionais. Parte dos deputados defendeu ontem uma revisão da medida. Solange Vieira disse que "conversará" com os parlamentares, mas não deu qualquer sinal de que a agência possa voltar atrás na decisão.

 

 

Estadão
30/04/2009

Anac defende liberdade de tarifas e diz que precisa cumprir lei
Solange Vieira rebateu críticas do vice-presidente TAM e falou que desconto nas passagens pode chegar a 50%
Isabel Sobral - Agência Estado

SÃO PAULO - A presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira, defendeu nesta quinta-feira, 30, a implantação da liberdade de preços nas tarifas de voo internacional a partir do Brasil argumentando que a Agência deve cumprir a lei. Além disso, segundo ela, a medida permitirá ganhos aos consumidores porque se elimina a barreira que impede as empresas de repassar ganhos e produtividade aos usuários.

"A Agência entende que, com o fim da política de preço mínimo, ganha o consumidor e ganham as companhias aéreas", disse Solange durante audiência pública da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara. Ela afirmou que, em tempos de crise, como o atual, a melhor política é a da flexibilização dos preços para garantir voos e rentabilidade às empresas.

Ela argumentou ainda que a política de proteção tarifária existente até há poucos anos no Brasil não impediu a falência de grandes companhias como a Varig, Vasp e Transbrasil. "Esses foram tristes episódios da aviação brasileira que comprovam a teoria econômica de que proteção pode gerar ineficiência e estagnação das empresas", disse.

A presidente da Anac disse que a liberdade tarifária pode representar descontos nos preços aos consumidores de 30% a 50%. "Essa variação de desconto dependerá do quanto a crise internacional possa afetar a ocupação de acentos", afirmou. Sobre questionamentos de deputados quanto ao impacto que essa decisão poderá ter no turismo brasileiro, Solange Vieira informou que um estudo da Agência mostra que o passageiro internacional é mais sensível à variação cambial, do que aos preços das passagens. "Nossa posição é que a liberdade tarifária gera mais vantagens do que desvantagens", afirmou.

Solange disse ainda que as empresas aéreas brasileiras não apresentaram à Agência nenhuma comprovação de que haja diferença significativa nos pagamentos de tributos, em comparação ao que pagam as companhias estrangeiras em seus respectivos países. Ela defendeu ainda que o Congresso Nacional inicie no Brasil uma discussão sobre política de "céus abertos", que significa o fim do controle do número de voos que podem ser operados entre os países pelas suas respectivas empresas aéreas. "Esse é um tipo de controle de mercado e que nós não mexemos", afirmou a presidente da Anac, legando que já haja dentro da agência qualquer tipo de iniciativa nesse sentido.

Durante a audiência, alguns parlamentares chegaram a sugerir à Anac uma revisão da decisão tomada há oito dias de iniciar gradualmente a liberação tarifária na área internacional. Solange Vieira, ao falar com a imprensa, no final da audiência, disse que esse assunto será objeto de "conversas" com a Câmara, sem indicar se a revisão poderá ser feita ou não.

Visão da TAM

O vice-presidente comercial da TAM, Paulo Castello Branco, afirmou que a companhia não é contra a livre concorrência, mas discorda da Anac com relação ao tempo e à forma de se implantar a liberdade tarifária nas tarifas aéreas internacionais. "A TAM é plenamente favorável à livre concorrência, mas desde que em condições iguais às companhias estrangeiras", afirmou durante a audiência pública.

O executivo da TAM acusou a Anac de manipular dados para a opinião pública, ao dar exemplo de preços de passagem cobradas pela TAM e pelas companhias estrangeiras em voos que partem do Brasil para a Europa e os Estados Unidos. Segundo ele, a Anac está comparando tarifas promocionais das concorrentes estrangeiras com as tarifas cheias da TAM. E informou aos deputados da comissão que deixaria uma tabela comparando de forma "correta" as tarifas das empresas.

Castello Branco disse ainda que um dos pontos de desigualdade na competição com as empresas estrangeiras nos trechos internacionais que estão sendo liberados é a escala das várias companhias. "Há uma oferta muito maior de voos das empresas estrangeiras e essa escala permite a elas tarifas muito mais baixas que beneficiam sim o consumidor, mas podem quebrar uma empresa nacional", afirmou Castello Branco. A TAM é a única empresa nacional que faz voos para Estados Unidos e Europa.

O empresário defendeu que haja uma discussão mais longa do que o tempo previsto pela Anac para a liberdade total das tarifas, argumentando que vários países, principalmente os Estados Unidos essa foi uma discussão feita com "muita calma". O diretor de Relações Internacionais da Gol, Alberto Fajerman, afirmou, na comissão, que a empresa também defende a liberdade tarifária e a livre competição, mas ressaltou que um dos pontos de desigualdade de competição entre as empresas nacionais e as estrangeiras é o peso excessivo de tributos sobre a operação das brasileiras. A Gol realiza voos para a América do Sul.

Solange rebateu as acusações feitas por Paulo Castello Branco. Segundo ela, o estudo feito pela Agência usou as variações mais altas e mais baixas das tarifas das empresas com o objetivo de identificar o maior desconto possível com a implementação da nova política. Numa provocação direta à TAM, a presidente da Anac afirmou que a empresa brasileira tem hoje apenas 30% do seu faturamento atrelado ao mercado internacional. "Mesmo que tudo dê errado, eu diria que não há como uma empresa dessa quebrar por causa da liberdade tarifária no mercado internacional", disse.

 

 

Portal Fator
30/04/2009 - 09:48h

GOL e Unidas assinam acordo comercial inédito
Parceria implantará o conceito de “Fly and Drive” no mercado brasileiro.

São Paulo – A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, a companhia aérea brasileira de baixo custo, e a Unidas S.A., uma das maiores empresas de locação de veículos do Brasil, assinam hoje um importante acordo comercial. A parceria, que visa implantar o conceito de “Fly and Drive” (pacote integrado de viagens aéreas e terrestres) no País, consiste em uma oferta exclusivamente válida para os canais web por meio de seus websites institucionais no Brasil e no exterior, com desconto de 50% sobre o valor da diária para a reserva de aluguel de carros da Unidas a clientes que adquiram bilhetes aéreos da GOL.

“Com esse acordo, estamos integrando dois dos principais elos da cadeia de valor da indústria de viagens e turismo”, destacou Constantino de Oliveira Júnior, presidente executivo da GOL. “É uma iniciativa inédita no Brasil, que agregará novos diferenciais competitivos, tanto para a GOL como para a Unidas. Para o cliente, é uma opção muito mais cômoda e econômica, já que poderá acessar os serviços de casa e a preços extremamente atraentes”.

“Trazer inovações para proporcionar comodidade aos nossos clientes é um grande objetivo da Unidas. Por isso, inaugurar no Brasil o conceito “Fly and Drive” com um parceiro importante e de grande alcance como a GOL, é um passo estratégico para a Unidas. Tenho certeza que os clientes da GOL e da Unidas vão descobrir e passar a usufruir com frequência os benefícios que este acordo oferece”, declarou António Lemos, presidente executivo da Unidas”.

A parceria, válida em todos os destinos operados pela GOL no Brasil que também são servidos pela rede Unidas, destina-se inicialmente a pessoas físicas e estará disponível a partir de 4 de maio de 2009. Em breve, a parceria se estenderá também a agências e operadoras de turismo.

GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. - A GOL, companhia aérea brasileira de baixo custo, oferece cerca de 800 voos diários para 49 destinos que conectam todas as mais importantes cidades do Brasil e os dez principais mercados internacionais na América do Sul. A Companhia opera uma frota jovem e moderna de Boeing 737 Next Generation, as aeronaves mais seguras e confortáveis da classe, com baixos custos com manutenção, combustível e treinamento, e altos índices de utilização e eficiência. O serviço da Companhia – com as marcas GOL, VARIG, GOLLOG, SMILES e Voe Fácil – oferece aos seus clientes a melhor relação custo-benefício do mercado.

Unidas S.A. - Empresa especializada em soluções de gestão e locação de veículos, a Unidas é líder no mercado brasileiro de Terceirização de Frotas, com cerca de 27,1 mil veículos, atendendo mais de 900 clientes corporativos em todo o Brasil. No negócio de Locação de Veículos a UNIDAS ocupa o 2º lugar nacional na atividade. Com um market share de 7%, a empresa disponibiliza aos seus clientes cerca de 10,9 mil automóveis, compondo uma frota total em torno de 38 mil veículos. Seu alcance nacional soma 136 pontos de atendimento, entre pontos de locação e de atendimento corporativo. Criada em 1985, a Unidas foi adquirida pelo Grupo SAG, maior grupo automotivo português, no ano de 2001.| Site: www.unidas.com.br ou ligue 0800 121 121. Alugar um carro é rápido, é fácil, é para você.

 

 

Consultor Jurídico
29/04/2009
judicial

STJ suspende execução da Sata contra a VarigLog

A VarigLog conseguiu no Superior Tribunal de Justiça liminar para suspender a decisão que autorizava a empresa Sata a efetuar o levantamento de aproximadamente R$ 1 milhão em processo de execução. O processo tramita na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro.

O ministro João Otávio de Noronha decidiu que todas as questões urgentes a respeito da execução da VarigLog deverão ser decididas pela 1ª Vara de Falências e de Recuperação Judicial de São Paulo, onde tramita o processo de recuperação judicial da VarigLog.

“A empresa Varig Logística S/A, transcrevendo inteiro teor do decisum prolatado no processo de execução, sustenta a ocorrência de absoluta incompatibilidade com o decidido em sede de sua recuperação judicial e pugna pela concessão da medida liminar”, afirmou.

Segundo o ministro, a empresa juntou elementos que comprovam o pedido “mostrando-se plausíveis os argumentos expendidos pela parte suscitante”.

O advogado Cristiano Zanin Martins, do escritório Teixeira, Martins & Advogados, que representa a VarigLog, entende que a decisão do STJ demonstra a consolidação do entendimento de que as decisões relativas ao patrimônio da empresa em recuperação judicial devem ser tomadas exclusivamente pelo juiz responsável por esse processo, com a exclusão de qualquer outro.

“Não só as execuções contra a empresa em recuperação devem ser suspensas pelo prazo de 180 dias, como também devem ser levantadas todas as penhoras realizadas, de forma a possibilitar a efetiva reestruturação da empresa recuperanda", disse.

Leia a decisão

CONFLITO DE COMPETÊNCIA Nº 104.536 - SP (2009/0067860-5)

RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA

AUTOR : SATA SERVICOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AEREO S/A

ADVOGADO : MARCOS RENÊ FREIRE E OUTRO(S)

RÉU : VARIG LOGÍSTICA S/A

SUSCITANTE : VARIG LOGÍSTICA S/A

ADVOGADO : CRISTIANO ZANIN MARTINS E OUTRO(S)

SUSCITADO : JUÍZO DE DIREITO DA 1A VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES

JUDICIAIS DE SÃO PAULO - SP

SUSCITADO : JUÍZO DE DIREITO DA 15A VARA CÍVEL DO RIO DE JANEIRO - RJ

DECISÃO

VARIG LOGÍSTICA S/A instaura conflito positivo de competência com pedido de liminar, envolvendo o Juízo de Direito da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo (SP), onde tramita recuperação judicial da citada empresa, e o Juízo de Direito da 15ª Vara Cível do Rio de Janeiro (RJ), no qual está em curso processo de execução ajuizado por Sata Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo S/A contra a suscitante.

Ao pugnar pelo cabimento do conflito sob a alegação de que, no dia 3.3.2009, formalizou recuperação judicial com base na Lei n. 11.101/05, a postulante aduz o seguinte:

"Em 13.3.2009, o E. Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo/SP deferiu o processamento da Recuperação Judicial em tela – decisão publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 25/03/2009 (doc. nº 2) –, determinando, com fulcro no art. 6º da Lei n. 11.101/05 'A SUSPENSÃO DE TODAS AS AÇÕES OU EXECUÇÕES CONTRA O DEVEDOR' (doc. nº 2 – destacou-se).

Diante desse cenário, a Suscitante peticionou em todos os processos nos quais figura como ré ou executada, inclusive nos autos do processo de execução nº 2008.001.063354-0, que tramita perante a 15ª Vara Cível Central do Rio de Janeiro/RJ, informando a suspensão das referidas ações, conforme determinação do E. Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo/SP, instruindo referida petição com cópia da certidão de objeto e pé do processo de Recuperação Judicial (doc. nº 2).

Não obstante ter a Suscitante, em 23.03.2009, protocolado referida manifestação perante o E. Juízo da 15ª Vara Cível Central do Rio de Janeiro/RJ (doc. nº 4), esse último, ignorando totalmente o quanto ali exposto e comprovado, houve por bem dar continuidade ao aludido processo de execução" (fl. 4 - grifos do original).

Noutro passo, a empresa Varig Logística S/A, transcrevendo inteiro teor do decisum prolatado no processo de execução, sustenta a ocorrência de absoluta incompatibilidade com o decidido em sede de sua recuperação judicial e pugna pela concessão da medida liminar nos termos alinhados às fls. 14/15.

Diante dos elementos comprobatórios da pretensão ora formulada e mostrando-se plausíveis os argumentos expendidos pela parte suscitante, tenho que a medida de urgência requerida está a merecer acolhimento, uma vez que presentes os seus legais pressupostos. Ante o exposto, defiro a liminar para suspender a eficácia da decisão proferida pelo Juízo de Direito da 15ª Vara Cível do Foro Central do Rio de Janeiro (RJ) no processo de execução n. 2008.001.063354-0, designando o MM. Juiz de Direito da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo (SP) para decidir as medidas urgentes até a definitiva solução deste conflito de competência.

Expeçam-se, com brevidade possível, as comunicações aos Juízos suscitados, requerendo-se-lhes as informações. Posteriormente, enviem-se os autos ao Ministério Público Federal para manifestação.

Publique-se.

Brasília, 17 de abril de 2009.

MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA

Relator

 

 

Site Agência Lusa
28-04-2009 15:29h

Presidente da TAP defende investimento na brasileira VEM

Lisboa, 28 abr (Lusa) - O presidente-executivo da TAP, Fernando Pinto, defendeu nesta terça-feira a compra da brasileira VEM (Varig Engenharia e Manutenção), afirmando que se trata de um investimento que será benéfico para o grupo.

"A compra da VEM será um dos investimentos de que o grupo TAP irá se orgulhar no futuro", disse Fernando Pinto, durante a entrevista coletiva de apresentação dos resultados de 2008.

A compra da VEM "foi uma oportunidade única", afirmou o empresário. "Sabíamos que não era um investimento fácil e nunca imaginamos ter ganhos a curto prazo".

Em novembro de 2005, a TAP adquiriu a VEM, antiga subsidiária da Varig, por US$ 24 milhões, na sequência do processo de reestruturação da companhia brasileira.

Projeto

Fernando Pinto ressaltou que as duas bases de manutenção da VEM, que abrangem uma área total de 390 mil metros quadrados, são uma oportunidade para a TAP expandir o seu negócio de manutenção, uma vez que os 70 mil metros quadrados disponíveis no aeroporto de Lisboa não permitem um crescimento maior.

"Não temos condições de crescer no atual aeroporto de Lisboa", afirmou o presidente-executivo da TAP, acrescentando que, em 2008, a companhia aérea recusou fazer trabalhos de manutenção a "mais de 70 aviões de terceiros porque não tinha espaço".

A VEM, que emprega cerca de 3.000 trabalhadores e tem como principais clientes a companhia brasileira Gol, a Força Aérea Brasileira e a Ocean Air Linhas Aéreas, encerrou o ano de 2008 com prejuízos de 29 milhões de euros (R$ 83,71 milhões).

A administração da TAP prevê, no seu orçamento para 2009, que a VEM tenha resultados operacionais de 12 milhões de euros este ano e que contribua para os resultados do grupo com 1,3 milhão de euros (R$ 3,75 milhões).

O grupo TAP registrou prejuízos de 285 milhões de euros em 2008 (R$ 822,68 milhões).

Página Principal