Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quinta-Feira, 27 de Abril de 2017
30/01/2009
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Portugal Digital
30/01/2009

TAP junta manutenção portuguesa e brasileira numa marca única
A marca VEM - designação da empresa brasileira de manutenção controlada pela transportadora aérea portuguesa - irá desaparecer, passando a denominar-se TAP - Manutenção e Engenharia Brasil.

Lisboa - A TAP decidiu unificar a gestão das unidades de manutenção de Portugal e do Brasil, criando um comité executivo comum, que será liderado por Fernando Pinto, informa nesta sexta-feira o Jornal de Negócios, de Lisboa.

Segundo o jornal, a marca VEM - designação da empresa brasileira de manutenção controlada pela transportadora aérea portuguesa - irá desaparecer, passando a denominar-se TAP - Manutenção e Engenharia Brasil. O principal objectivo desta decisão é melhorar os resultados da, até agora, VEM.

Esta reorganização foi ontem comunicada aos trabalhadores e significa também uma inversão da estratégia da TAP, que, até há pouco, apostava em vender uma parte ou a totalidade do capital da sua unidade brasileira de manutenção. A VEM, do antigo grupo Varig, foi adquirida em 2005 por 20 milhões de dólares (15,4 milhões de euros ao câmbio actual).

Segundo o Negócios, a crise internacional travou o eventual interesse de investidores, e a companhia portuguesa aposta agora numa reestruturação da empresa, que possibilitará também a redução de custos. "A conjuntura internacional é adversa. Daí a premência de nos prepararmos para enfrentar novos e mais poderosos desafios", justifica Fernando Pinto numa carta enviada aos trabalhadores a que o Negócios teve acesso.

 

 

Folha de São Paulo
30/01/2009
SEM RECURSOS, VELHA VARIG PODE PARAR DE OPERAR

Com fluxo de caixa negativo em 2008, a velha Varig, rebatizada de Flex, tem recursos suficientes apenas para operar até o fim da primeira semana de fevereiro. A avaliação consta de relatório juntado aos autos do processo de recuperação judicial da companhia, que corre na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A juíza da 1ª Vara, porém, diz acreditar que a empresa tenha recursos para se manter pelo menos até a aprovação das minutas das debêntures. Inicialmente prevista para ontem, a votação do tema foi adiada para 13 de fevereiro.

 

 

Folha de São Paulo
30/01/2009

Companhias aéreas mundiais perderam US$ 5 bi em 2008
DA REDAÇÃO

A crise fez as companhias aéreas perderem US$ 5 bilhões em 2008, com a desaceleração nas vendas de passagens e de transportes de carga, disse ontem a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo, na sigla em inglês), que reúne 240 companhias.

O tráfego de passageiros cresceu apenas 1,6% em 2008, ante 7,4% no ano anterior. Já o transporte de carga, que cresceu 4,3% em 2007, teve queda de 4% no ano passado -só em dezembro o recuo foi de 22,6%.

A Iata espera que as companhias tenham uma receita de US$ 35 bilhões ao fim do ano e um prejuízo de US$ 2,5 bilhões. "O ano de 2009 está mostrando que será um dos piores de toda a aviação internacional", disse o presidente da entidade, Giovanni Bisignani.

A ocupação média dos voos também caiu, de 77,3% em 2007 para 75,8%, em 2008. "Mantenham seus cintos apertados e se preparem para um voo turbulento e uma aterrissagem difícil", disse Bisignani.

 

 

Jornal de Turismo
30/01/2009

Jobim defende abertura do Aeroporto Santos Dumont
AgênciaBrasil

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, não acredita que a abertura de mais voos, além da ponte aérea entre Rio e São e Paulo, no Aeroporto Santos Dumont, prejudique a concessão prevista para o Aeroporto Antonio Carlos Jobim / Galeão, na Ilha do Governador.

Nelson Jobim disse que deve conversar com o governo do estado e com a prefeitura da cidade, na próxima sexta-feira, para convencê-los da abertura. “Entendo que não haverá prejuízos”, afirmou hoje Jobim no Rio de Janeiro. “Ao conversar com o governador [Sérgio Cabral], vamos tentar chegar a um consenso”, completou ao lembrar que, independente da decisão, a União não tem influência sobre as decisões de agências.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve autorizar novas rotas a partir do Santos Dumont, em março. A medida divide opiniões até entre as companhias aéreas. Moradores temem aumento do barulho na área. E com medo de perder vôos internacionais no Galeão, o governo estadual até ameaça recorrer à justiça contra a possível decisão.

De acordo com Jobim, novos voos no terminal do centro não vão prejudicar o aeroporto da ilha, mais distante da cidade. Ao citar informações da Anac, ele disse que desde o início da ponte aérea, há quatro anos, o aeroporto do Galeão não registrou aumento de voos domésticos. Para o ministro, o problema do Galeão é a disciplina em termos da abertura de voos internacionais e a possibilidade de conexões no país.

“A verdade é que aqueles que pretendem ter destino exclusivamente no Rio, e não ir para outros lugares, preferem, evidentemente, o Santos Dumont. Nesse ponto, temos um problema: qual o interesse a ser atendido? O interesse do usuário ou os interesses das disputas entre os dois aeroportos?”

Antes de participar de reunião no Centro Tecnológico da Marinha, na ilha, o ministro disse que o modelo de concessão do aeroporto da região será apresentado em junho, pela Anac e pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Do documento constará também o modelo para concessão do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) e o terceiro terminal de São Paulo.

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