Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sexta-Feira, 28 de Abril de 2017
29/09/2009

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Agência Senado
PLENÁRIO / Pronunciamentos
29/09/2009 - 20h15

Paim anuncia busca de solução negociada para pensionistas do Fundo Aerus

O senador Paulo Paim (PT-RS) declarou em Plenário nesta quarta-feira (29) que busca uma solução negociada junto ao governo para aposentados e pensionistas do Fundo Aerus, o fundo de pensão da extinta Varig. A dívida da empresa - que foi desmembrada e vendida - com o Aerus é de R$ 4,3 bilhões.

- Quero dizer aos amigos do Aerus que não jogamos a toalha. Estamos firmes fazendo contatos com a Advocacia Geral da União e fontes do governo para uma solução negociada sobre a questão ou mesmo [para] apelar de forma definitiva que o Supremo [Tribunal Federal] vote a matéria - propôs Paim.

No inicio do mês, o próprio Paim e o senador Sérgio Zambiazi (PTB-RS) obtiveram do presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, promessa de prioridade na apreciação de ação movida pela Varig contra a União por defasagens tarifárias, estimada em até R$ 5 bilhões, que ainda aguarda deliberação do Judiciário.

Projetos

Paim assinalou ter participado de reunião na Câmara dos Deputados para agilizar a votação dos projetos de interesse dos aposentados, como o que dá fim ao fator previdenciário (PL 3.299/08, na Câmara) e o que garante a aposentados e pensionistas do INSS o mesmo percentual de reajuste do salário mínimo até 2023 (PL 01/07, também na Câmara).

Paim mencionou também projeto de sua autoria (PLS 178/09) que está para ser votado na Comissão de Educação (CE), que segundo ele tem objetivo de criar cultura da paz nas escolas e comunidades adjacentes e conta com parecer favorável do senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Paim assinala que a violência nas escolas costuma atingir negros, homossexuais, mulheres, meninas e professores.

- O projeto visa garantir paz nas escolas. Agressão aos professores é forte, contundente, é uma violência absurda - lamentou.

Ponte

Outro tema objeto do discurso do senador foi sua visita ao Rio Grande do Sul para inauguração de nova ponte entre aquele estado ao de Santa Catarina. Ele cumprimentou os prefeitos dos municípios gaúchos de São José dos Ausentes, São Francisco de Paula, Esmeralda, Bom Jesus e Vacaria.

Por fim, Paim registrou a obtenção de titularidade pelo Quilombo Silva, segundo ele, o primeiro quilombo urbano do país, no Bairro Três Figueiras, na capitalPorto Alegre (RS).

 

 

Jornal de Turismo - Aviação
29/09/2009 - 16:45 h

Simulador da Azul deve ficar pronto em duas semanas

Em aproximadamente duas ou três semanas, o simulador da Azul Linhas Aéreas Brasileiras já deve estar totalmente montado e pronto para entrar na fase de testes. Com isso, a companhia será a única no Brasil a possuir simulador próprio. A certificação do equipamento deve sair em dezembro, quando o equipamento começará a ser usado para treinar os mais de 150 pilotos da Azul e de outras empresas que utilizam as aeronaves Embraer 190 e Embraer 195.

O equipamento modelo Level D FFS, fabricado nos Estados Unidos, custa 11 milhões de dólares e deve atender as necessidades da Azul plenamente até 2012, quando será necessário adquirir mais um. Para instalar o simulador, uma reforma foi feita em um dos antigos estúdios de Azulville, a sede da companhia aérea em Alphaville, Barueri.

“Optamos por ter um simulador próprio porque estamos crescendo em um ritmo muito acelerado, já temos 150 pilotos e até o fim do ano outros 24 vão integrar a equipe, pois teremos duas novas aeronaves em operação”, disse John Daly, diretor da Universidade Azul, responsável pelo treinamento e capacitação de todos os tripulantes. A companhia fechará o ano com 14 aeronaves.

Segundo ele, o fato de o simulador ficar em Azulville reduz os gastos com treinamentos, hoje feitos nos Estados Unidos, economiza tempo e ainda garante mais flexibilidade e qualidade. “Com o feedback da área de operações, podemos treinar situações específicas, de acordo com a necessidade da Azul”, disse Daly. Outra vantagem é poder realizar os treinamentos no simulador sempre com instrução em português.

“Estamos trabalhando com dois tipos de instrutores para os pilotos, nossos próprios pilotos mais experientes e outros profissionais aposentados, como o comandante Antonio Tadeu Buchrieser que acabamos de contratar”, disse Daly. Não apenas os pilotos serão treinados no simulador, mas o equipamento também vai atender parte da necessidade de treinamento do time de manutenção e de comissários de voo.

 

 

Site Sidney Rezende
29/09/2009

Câmara faz audiência para debater acidente do Legacy com avião da Gol

A Comissão de Viação e Transportes realiza nesta terça-feira audiência pública para discutir os resultados das investigações e as providências adotadas após o acidente do voo 1907 da Gol com o jato Legacy.

O debate foi proposto pelos deputados Vanderlei Macris e Emanuel Fernandes, ambos do PSDB-SP. Segundo Macris, após quase três anos, poucos foram os resultados das investigações sobre o choque entre o Boeing da Gol e o jato Legacy, que resultaram na morte de 154 pessoas perto da serra do Cachimbo, em São Félix do Xingu (PA).

"A audiência será realizada exatamente no dia que se completará três anos do acidente. Esperamos que a discussão sirva para a definição do episódio e uma melhor atenção ao sofrimento das famílias", destaca Macris.

 

 

O Estado de São Paulo
29/09/2009

35 famílias ainda sem indenização
Parentes de vítimas brigam para aumentar o valor dos acordos
Filipe Vilicic

Faz exatos três anos que a colisão entre o Boeing da Gol com o jato Legacy matou 154 pessoas, em Mato Grosso. Desde então, 119 famílias foram indenizadas pela empresa aérea. Segundo a Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907, cada uma recebeu, em média, R$ 160 mil. Porém, quase um quarto das famílias das vítimas ainda espera por reparação.

"O valor oferecido pela Gol é muito baixo, porque a maioria perdeu parentes que eram provedores de suas casas", afirma a advogada Mellina Galvanin, que atende nove das 35 famílias que ainda não firmaram acordo com a companhia aérea. "Pedimos ao menos R$ 465 mil. Pouco, se compararmos com indenizações oferecidas nos Estados Unidos e na Europa para esses casos, de cerca de US$ 1 milhão." A advogada alega que a Gol teria recebido um seguro de no mínimo R$ 750 milhões pelo acidente. "Queremos, então, que a reparação por danos morais seja calculada em cima desse montante", diz. A Gol preferiu não comentar o assunto. A Assessoria de Imprensa da empresa limitou-se a confirmar o número de indenizados.

As famílias que esperam ser reparadas dizem sofrer com a lentidão de seus processos. "Ter de se preocupar com isso a todo momento nos faz lembrar de nossa perda", afirma a dona de casa Flávia Panizzi, cuja mãe morreu na tragédia. "Se não precisássemos tanto do dinheiro para dar boas condições de vida ao nosso pai, que é inválido e dependia da renda da mulher para viver, talvez já tivéssemos desistido dessa briga." A cientista contábil Angelita Marchi, que perdeu o marido no acidente e preside a associação de familiares, também espera por um acordo. "Muitos aceitaram o pouco que foi oferecido para não precisar mais pensar no assunto. Os que não tomaram essa atitude, porém, sofrem com a lenta Justiça brasileira."

Representantes da associação de familiares vão a Brasília hoje para uma audiência pública no plenário da Câmara. Mas as indenizações não serão debatidas. Os parentes das vítimas também movem duas ações criminais contra os pilotos do Legacy, que, de acordo com a associação, também seriam culpados pela tragédia. No encontro, pretendem relembrar o caso, que ainda está sem conclusão, e procurar apoio político para a luta que travam.

 

 

O Estado de São Paulo
29/09/2009

Jobim foi a favor de Jacarepaguá em 2007

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, admitiu ontem que chegou a defender o uso dos Aeroportos de Jacarepaguá, zona oeste do Rio, e Campo de Marte, zona norte de São Paulo, para ponte aérea. A defesa de Jobim havia sido feita na CPI do Apagão Aéreo, em 2007. Na semana passada, Jobim vetou o uso desses dois terminais para a operação de voos regulares entre São Paulo e Rio. "O Campo de Marte vai ter uma destinação específica: será um dos pontos de passagem do trem de alta velocidade. Então, terá que mudar a natureza. Jacarepaguá tem inviabilidades de expansão. É uma destinação claramente de heliponto", disse, em seminário no Rio.

 

 

O Estado de São Paulo
29/09/2009

''La Nación'' diz que Argentina superfaturou jato da Embraer

O jornal argentino La Nación levantou ontem a suspeita de que o governo de Cristina Kirchner estaria pagando um preço superfaturado pelos aviões da Embraer, com os quais pretende renovar a frota da reestatizada companhia Aerolíneas Argentinas. A suspeita de mais um caso de corrupção da administração Kirchner está focada na compra de 20 jatos modelo Embraer 190AR, pelos quais o governo argentino desembolsaria US$ 698 milhões, conforme dados do próprio governo. A compra será financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Pelo total de US$ 698 milhões do contrato, cada avião da Embraer custaria US$ 34,9 milhões. No entanto, segundo o La Nación, a companhia Aeromexico pagou US$ 29 milhões pelo mesmo modelo e a Taca, do Panamá, pagou US$ 30,5 milhões.

Ontem, o secretário de Transportes da Argentina, Juan Pablo Schiavi, explicou que o preço acertado com a Embraer é de US$ 30,5 milhões por jato e a diferença, de US$ 4,4 milhões, refere-se a adicionais como peças de reposição para dois anos de operações, configuração do equipamento e instrução de pessoal.

O BNDES informou que o contrato ainda não foi assinado, mas explicou que o financiamento à exportação de aviões da Embraer, que pode alcançar até 85% do valor dos jatos, não envolve serviços como capacitação técnica de pilotos, citado como parte do acordo pelo jornal.

A Embraer divulgou nota afirmando que "repudia veementemente especulações sobre a ocorrência de superfaturamento na condução de seus negócios".

 

 

Folha de São Paulo
29/09/2009

Contrato da Embraer com a Argentina é alvo de suspeita
Reportagem do "La Nación" aponta superfaturamento na venda de 20 aviões
Cada aeronave custou à Aerolíneas Argentinas ao menos US$ 5 mi a mais do que preço de mercado, diz jornal; empresas negam

DE BUENOS AIRES
DA SUCURSAL DO RIO

Há suspeita de superfaturamento na venda de 20 aviões E-190 da Embraer para a Aerolíneas Argentinas por US$ 700 milhões (R$ 1,2 bilhão), dos quais 85% serão financiados pelo BNDES, segundo acordo fechado em maio passado.

A suspeita foi revelada ontem pelo diário argentino "La Nación". O valor máximo usual de uma aeronave desse modelo, que possui 96 lugares, seria de US$ 30 milhões -US$ 5 milhões a menos do que o estabelecido no contrato entre as duas empresas.

O sobrepreço teria sido apontado por Julio Alak, diretor-geral da Aerolíneas durante as negociações, diz o "La Nación". A advertência de Alak, no entanto, teria sido ignorada pelo ministro do Planejamento argentino, Julio de Vido, que autorizou o contrato, dispensando licitação.

Alak, que deixou a Aerolíneas e hoje é ministro da Justiça do governo Cristina Kirchner, defendeu ontem o acerto entre Embraer e Aerolíneas em declarações para a agência oficial de notícias Télam.

A Folha tentou ouvir Alak e De Vido, que não se manifestaram. A Aerolíneas Argentinas divulgou nota, em que nega irregularidades e classifica de "estranha" a publicação da reportagem pelo "La Nación" e sua coincidência com outra, do diário "Clarín" de ontem, sobre uma promoção da companhia aérea para hóspedes do hotel de luxo Los Sauces, que pertence ao casal Kirchner.

A Aerolíneas Argentinas e sua subsidiária Austral foram estatizadas em 2008 por Cristina, que mantém conflituosa relação com a imprensa. Na semana passada, a Aerolíneas suspendeu a distribuição em seus voos de jornais do grupo Clarín, dizendo ser uma medida de "contenção de despesas".

Sobre o contrato com a Embraer, diz a nota da companhia: "O valor de compra unitário é de US$ 30,5 milhões. A esse valor somam-se US$ 4,4 milhões referentes a [itens] opcionais, que incluem kit de reposição, configuração do equipamento, instrução, entretenimento a bordo (incluindo telas individuais de última geração em todos os assentos), equipamento externo de partida."

Alak, por sua vez, disse à Télam que "as negociações para a aquisição dos aviões [da Embraer] foram produto do trabalho em conjunto das equipes de ambas as companhias, em que a Aerolíneas logrou importantes descontos em relação ao preço inicial e uma forma de pagamento conveniente".

A Embraer, procurada pela Folha, preferiu manifestar-se apenas em nota, por meio de sua assessoria.

"A Embraer não comenta preços e condições comerciais constantes em seus contratos, que estão protegidos por cláusulas de confidencialidade. A Embraer repudia veementemente especulações sobre a ocorrência de superfaturamento na condução de seus negócios", afirma o texto.

O BNDES, que detém 5,05% de participação no capital da Embraer, informou que o contrato de financiamento de aviões à Argentina não foi fechado e, portanto, não há como falar dele em termos de valores, prazos e taxas. Segundo o banco, se fechado, o contrato "será em condições de mercado".

A nota da Aerolíneas cita outros casos de compras da Embraer, de "aeronaves similares", por outras companhias. Os exemplos são: US$ 35 milhões (AeroRepública, Colômbia, abril/2009); US$ 37,5 milhões (AeroMéxico, julho/ 2008); US$ 37,4 milhões (Kung Peng Airlines, China, julho/ 2008); US$ 37,5 milhões (Saudi Arabia's National Air Service, novembro/2007). A Embraer não confirmou esses contratos.

 

 

Site Presstur
29/09/2009

TUI Travel reduz encomenda de Dreamliners de 23 para 13 aviões

A TUI Travel anunciou hoje que chegou a acordo com a Boeing para reduzir de 23 para 13 a encomenda firme de Boeing 787 Dreamliner, que continua a classificar como o “avião ideal” para ligações de longo curso.

O operador indicou que em simultâneo aumentou em 13 o número de aviões em opção de compra, especificando que se trata de direitos de aquisição sem obrigação e que dessa forma “optimiza a flexibilidade” de gestão da capacidade de longo curso.

A TUI Travel também indica que prevê receber o primeiro Dreamliner em princípios de 2012 e destaca que o novo avião permite voar distâncias maiores que os aparelhos similares actuais e que o faz com maior eficiência em consumo de energia e maior conforto para os passageiros.

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