Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 27 de Junho de 2017
26/10/2009

Notícias Anteriores

Valor Econômico
26/10/2009

Cresce tensão entre Air France e pilotos
David Gauthier-Villars e Daniel Michaels, The Wall Street Journal

The Wall Street Journal, de Paris Quase cinco meses depois que um Airbus A330 da Air France indo do Rio a Paris caiu no Oceano Atlântico, a empresa aérea está advertindo seus pilotos para que sigam com mais rigor os procedimentos de segurança e parem de criticar a companhia. Mas os pilotos da empresa estão irritados com que percebem como uma reprimenda, dizendo que a diretoria os está culpando pela incapacidade dela própria de manter a segurança.

Em um memorando enviado na semana passada a todas as tripulações de cabine, a empresa, divisão da Air France-KLM SA, informou que um exame de incidentes recentes mostrou que alguns ocorreram porque os pilotos desprezaram procedimentos básicos de segurança. Mas o memorando também deixou claro que as causas do acidente de 1º de junho no vôo AF 447, na rota Rio-Paris, continuam desconhecidas.

Desde o acidente com o Airbus A330, que matou todas as 228 pessoas a bordo, a aérea vem tendo atritos com seus pilotos devido às regras de segurança. Alguns sindicatos de pilotos disseram que o memorando ressalta as tensões crescentes na empresa.

"Essa carta é inaceitável", disse Erick Derivry, porta-voz da SNPL, o maior sindicato de pilotos da Air France. "Ela ressalta como os pilotos perderam a confiança na diretoria."

O memorando crítica os pilotos por não seguirem práticas adotadas em todo o setor. "Não há necessidade de reparar os procedimentos, nem de criar novos", diz o memorando, assinado por Pierre-Marie Gautron, chefe das operações da Air France, e por Etienne Lichtenberger, chefe de segurança, e ao qual o Wall Street Journal teve acesso.

A Air France informou, em nota divulgada sábado, que o memorando foi um documento interno destinado a reforçar a segurança, acrescentando que a empresa tem plena confiança em seus pilotos.

 

 

O Estado de Sõa Paulo
26/10/2009

TAM e Infraero divergem sobre morte de mulher
Passageira passou mal em voo para o Rio e não foi socorrida em tempo
Luciana Nunes Leal, RIO

A delegacia do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, investiga as circunstâncias da morte da aposentada Maria Petrúcia Ribeiro da Silva, de 68 anos, na madrugada de sábado, após desembarcar de um voo da TAM vindo de Nova York. A companhia aérea e a Infraero apresentaram versões conflitantes sobre o atendimento médico prestado à passageira. Uma das filhas da aposentada, Sandra Williams, afirmou em entrevista a redes de TV que cartões de crédito e US$ 8 mil sacados pela mãe antes da viagem desapareceram.

A TAM afirmou que às 5h05, pouco antes de o avião pousar, o comandante acionou funcionários da empresa em terra para que eles pedissem socorro médico. Às 5h28, as portas da aeronave foram abertas, mas, segundo a TAM, nenhum médico aguardava pela passageira. No momento em que um funcionário encaminhava a aposentada para o ambulatório, ela desmaiou. O serviço de emergência teria sido acionado pela segunda vez e apareceu às 5h53 - 25 minutos após o primeiro chamado.

A Infraero, por sua vez, diz ter recebido o primeiro pedido de socorro às 5h35 e questionado se a passageira tinha condições de ir ao posto médico. O funcionário da TAM teria respondido que iria verificar. Só às 5h50 o serviço médico voltou a ser contatado, segundo a estatal. A partir daí, os médicos teriam demorado um minuto para se deslocar. A nota da Infraero assinala que, ao contrário do que prevê o plano de emergência, a TAM realizou o desembarque dos demais passageiros antes que a aposentada recebesse os primeiros socorros.

A Secretaria de Segurança informou que nem a empresa nem os familiares relataram o desaparecimento do dinheiro à polícia. O corpo da aposentada seguiu para o Instituto Médico-Legal (IML). Segundo a filha, a mãe não se queixava de dor ou incômodo antes de embarcar. Maria alternava temporadas no Rio e em Nova York e planejava ficar no País até fevereiro.

 

 

Folha de São Paulo
26/10/2009
SHOW AÉREO

SEMANA DA ASA ACABA COM ESQUADRILHA DA FUMAÇA

A FAB (Força Aérea Brasileira) promoveu ontem o Domingo Aéreo no Campo de Marte, zona norte de São Paulo. O evento teve apresentações de acrobacias, exposições de aeronaves e passagens de aviões caça da Aeronáutica, e marcou as comemorações da Semana da Asa. Uma das apresentações foi a da praticante de "wingwalking" Marta Lúcia Bognar, que andou sobre a asa de um biplano. As manobras da Esquadrilha da Fumaça fecharam o evento, que teve uma das atrações cancelada devido ao tempo nublado.


Página Principal