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Quarta-Feira, 13 de Dezembro de 2017

26/02/2010

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Site Bahia Noticias
26/02/2010

TROPICAL HOTEL DA BAHIA FECHA AS PORTAS

O Tropical Hotel da Bahia, um dos mais tradicionais de Salvador, com 40 anos de atuação, irá fechar as portas no próximo dia 7 de março.

Segundo comunicado oficial da Rede tropical de Hotéis, o empreendimento, que atua no Campo grande, perderá operação do grupo e o futuro do espaço depende do Instituto Aerus de Seguridade Social, que é dono da estrutura física do hotel.

A Tropical justifica que há quatro anos a possibilidade de fechamento do hotel é estudada devido à situação de prejuízos seqüenciais enfrentadas pela empresa em Salvador. O fato se agrava porque a região do Campo Grande não faz mais parte do vetor de crescimento da cidade, que cada vez mais se concentra na Orla e a Avenida Paralela.

A direção garante que haverá tentativas de relocar o máximo possível de funcionários nas outras quatro unidades administradas pela rede em outras cidades brasileiras e, no caso daqueles que não forem transferidos, haverá indicação de profissionais para outros hotéis da capital baiana.

Além disto, todos os encargos trabalhistas serão honrados. O presidente da Tropical, João Correia, estará em Salvador na próxima segunda (2) para dar maiores detalhes do fechamento do hotel.

 

 

O Estado de São Paulo
26/02/2010

Porta-aviões dos EUA faz campanha para Boeing no Rio
WILSON TOSTA - Agencia Estado

RIO - Depois de 16 dias socorrendo vítimas do terremoto no Haiti, o porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson chegou hoje à Baía de Guanabara em outra missão de socorro, desta vez em favor da Boeing, autora de uma das propostas para vender 36 caças ao Brasil no projeto FX-2, de US$ 10 bilhões. Tendo a bordo 60 aviões, entre eles alguns F-18 Super Hornets - que a empresa oferece na disputa contra os Rafale da francesa Dassault e os Grippen da sueca Saab -, a embarcação de 332,85 metros, e com dois reatores nucleares virou paisagem para o comandante do Grupo-Tarefa de Porta-Aviões Nº 1+ dos EUA, contra-almirante Ted Branch, elogiar o produto americano. Um representante da Boeing, Michael Coggins, também deu entrevista, oferecendo aos brasileiros parceria para transferir tecnologia e desenvolver a próxima geração do jato, com a Embraer e outras empresas do setor.

"Não sou vendedor, nem representante", afirmou Branch, sorridente, na conversa de menos de quinze minutos em terra, no Píer Mauá."Sim, temos F-18 a bordo. Este é um caça muito capaz, completo, talvez o mais completo caça disponível no mercado hoje em dia. O Brasil tomará a decisão correta, mas posso afirmar que este é um caça de excelente capacidade."

Menos diplomático que o militar, o civil Coggins criticou os concorrentes. "Acho que o histórico dos franceses aqui no Brasil, em termos de apoio aos aviões Mirage e a helicópteros aqui em solo é horrível. E foi bem documentado por muitas pessoas aqui no Brasil. É uma das razões pela qual a Força Aérea Brasileira prefere não trabalhar com o Rafale", disse ele, garantindo que o Super Hornet seria entregue no prazo.

Decisão política

Coggins reconheceu que Brasil e França têm uma longa parceria estratégica e disse que há um elemento político na decisão. Lembrou que outras autoridades americanas visitaram ou vão visitar o Brasil nos próximos dias, como o procurador-geral. Eric Holder, a secretária de Estado, Hillary Clinton, e o secretário de Comércio, Carlos Gutierrez, indicando que todos devem pressionar em favor da proposta americana. Coggins também lembrou que Hillary, o secretário de Defesa, Robert Gates, o Congresso e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deram garantias aos brasileiros de transferência de tecnologia.

Admitiu, porém, que o Brasil não confia nos Estados Unidos. "A questão é: o Brasil confia nos Estados Unidos, basicamente? Não. Então, temos que trabalhar a questão da confiança. Acho que minha mensagem para as pessoas é: deem-nos a oportunidade para ganhar sua confiança", afirmou, dizendo que a proposta americana é a que traz mais vantagens nos campos político, econômico e militar para o Brasil.

Ele comparou a situação à decisão do presidente Richard Nixon de reatar relações com a China no início da década de 70. "Vejam onde a China está hoje. Trinta anos depois (da visita de Nixon à China), teve um boom econômico, baseado em exportações, em grande parte lastreado na sua capacidade de vender nos mercados dos EUA. Estamos oferecendo a mesma oportunidade aqui no Brasil", afirmou ele, que negou, porém, que o USS Carl Vinson estivesse em "missão de vendas".

O press kit distribuído pelo Consulado dos EUA, porém, trazia, além de informações sobre Branch, outros dois militares e a embarcação, um release de sete páginas sobre o Super Hornet.

 

 

Diário de Cuiaba
26/02/2010

EUA ratifica interesse da Boeing

O subsecretário de Estado para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, William Burns, e o ministro Nelson Jobim (Defesa) ratificaram o interesse dos norte-americanos na venda para o Brasil de 36 caças para a FAB (Força Aérea Brasileira).

Os Estados Unidos abordaram na discussão a oferta do F-18 da Boeing, que compete com o Gripen NG, da empresa sueca Saab, e o Rafale, da francesa Dassault, este últimos os favoritos do governo brasileiro.

Durante sua visita a Brasília, na sexta-feira, Burns não fez nenhuma declaração à imprensa, tampouco os ministros brasileiros. Ele esteve na capital federal para discutir os detalhes da visita ao Brasil que a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, fará na próxima quarta-feira.

Na nesta terça-feira, em Washington, Jobim disse que que os Estados Unidos prometeram transferir ao Brasil a tecnologia militar do F-18 caso, a Boeing vença a licitação aberta pelo governo brasileiro.

O governo americano "afirma que apoia o projeto e fala de 98% [de transferência de tecnologia]", disse Jobim após uma reunião com o secretário de Defesa americano, Robert Gates.

No entanto, o ministro reconheceu que a oferta apresentada pela empresa francesa Dassault leva vantagem na licitação.

Na ocasião, o ministro disse que entregará sua recomendação a Lula em até 20 dias. Em seguida, Lula levará o tema ao Conselho de Defesa Nacional, órgão da Presidência. Depois da opinião do conselho, o presidente tomará a decisão final.

Jobim afirmou que a proposta vencedora deve contemplar a capacitação de pessoal brasileiro sobre os novos equipamentos, além da transferência de tecnologia.

 

 

Jornal de Colombo - Paraná
26/02/2010

BRDE vai financiar fornecedora da indústria aeronáutica no PR
Erminio Ceresa e Airton Pisseti: “Investimentos em alta tecnologia”

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciou a liberação de um crédito de R$ 16 milhões para a GME Aerospace Indústria de Material Composto Ltda, instalada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A empresa é de origem italiana. É a primeira fornecedora da indústria aeronáutica a se instalar no Paraná.

Segundo o presidente da GME, Erminio Ceresa, a empresa vai produzir peças e conjuntos para fabricantes instalados no Brasil como a Embraer (Legacy) e a Eurocopter (Helibrás), e também disputar o mercado com fornecedores da européia Airbus.

O diretor-presidente do BRDE, Airton Carlos Pissetti, informa que o crédito aprovado pelo BRDE faz parte de um investimento total de R$ 37,5 milhões. A meta é fabricar conjuntos que constituem partes primárias de aeronaves como portas e carenagens e estruturas de controle do avião como ailerons, flaps, empenagens vertical e horizontal, leme e profundor.

“Também está associada a este projeto a manutenção, pela empresa, de uma escola com capacidade para 50 alunos, dentro de um programa de capacitação e formação para jovens de baixa renda da região, com duração entre 2 a 3 anos. Estes jovens vão aprender a trabalhar com tecnologias muito modernas e sofi sticadas”, informou Pissetti.

A grande oportunidade de mercado da GME, para o diretor da área de Planejamento do BRDE, José Moraes Neto, está no fato de oferecer uma solução integrada para clientes como a Embraer, com subconjuntos montados com peças fabricadas na mesma indústria. “No modelo atual, a Embraer usa peças de várias empresas e faz a montagem com custos maiores de logística e difi culdades de gestão da qualidade e dos processos”, explicou ele.

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