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Quarta-Feira, 22 de Novembro de 2017
26/01/2009
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O Globo Online
26/01/2009
às 12h05m

Caos aéreo

Justiça Federal aceita denúncia contra ex-diretora da Anac por fraude processual
Publicada em O Globo

SÃO PAULO - A juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia de fraude processual contra Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com a Procuradoria da República no estado de São Paulo, Denise apresentou à desembargadora Cecília Marcondes, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, como se fosse uma norma, um estudo interno da agência que garantia a segurança nas operações de pouso no aeroporto de Congonhas. A regulamentação não chegou a ser submetida ao colegiado da Anac para aprovação nem foi publicada no Diário Oficial da União.

A descoberta que a norma não existia aconteceu após o acidente com o vôo 3054 da TAM , que matou 199 pessoas em julho de 2007.

A denúncia foi formulada pela procuradora da República, Thaméa Danelon. Segundo o Código Penal, o crime de fraude processual consiste de "inovar artificiosamente, na pendência de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com fim de induzir a erro o juiz ou o perito".

Falsa norma foi usada em recurso contra decisão da Justiça

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a falsa norma foi usada pela Anac em um recurso movido pela agência contra decisão da Justiça Federal de São Paulo em ação civil pública proposta pelo MPF, que pedia a interdição da pista principal do aeroporto de Congonhas enquanto a pista não fosse reformada, após vários aviões terem derrapado no local. A Justiça Federal de primeira instância negou a liminar pedida pelo MPF e proibiu apenas o pouso de três aeronaves no aeroporto: Fokker 100, Boeing 737/700 e 737/800. A Anac recorreu e apresentou o estudo.

Segundo depoimento da desembargadora Cecília Marcondes, em reunião ocorrida em 22 de fevereiro de 2007, Denise Abreu conduziu a reunião, sustentando que a norma estava valendo e havia sido publicada no site da Anac. A norma, caso válida, proibia pousos e decolagens caso a pista estivesse com lâmina d'água superior a 3mm. Segundo a desembargadora, o documento foi decisivo para a decisão tomada, que liberou a pista para pousos e decolagens de todos os equipamentos, sendo mencionado, inclusive, na decisão judicial.

 

 

Coluna Claudio Humberto
26/01/2009

Ela é o cara

A presidente da Anac, Solange Vieira, tem ar angelical mas é boa de briga. Ganhou as batalhas para reduzir as tarifas de vôos internacionais e ampliar a operação nos aeroportos Santos Dumont e Pampulha, para desgosto dos governadores Sérgio Cabral (RJ) e Aécio Neves (MG).

 

 

Coluna Claudio Humberto
26/01/2009

Linha direta

A companhia aérea Emirates, da Arábia Saudita, vai ter uma linha direta Natal-Dubai. Os xeiques estão encantados com a capital potiguar.

 

 

Folha de São Paulo
26/01/2009

França pode socorrer Airbus via bancos
DA REUTERS

O governo francês vai injetar 5 bilhões nos bancos para financiar as companhias aéreas na compra de aeronaves com o objetivo de ajudar a Airbus, informou ontem o jornal "Les Echos".

Segundo o jornal, o objetivo da medida é prevenir que as companhias aéreas cancelem pedidos citando dificuldades em obter dinheiro.

Entre os bancos que receberiam os recursos estão, Calyon, Société Générale e BNP Paribas.
Segundo o "Les Echos", a Airbus não quis comentar as informações.

 

 

Mercado e Eventos
26/01/2009

Japan Airlines suspende treinamentos para reduzir despesas

A companhia aérea nipônica Japan Airlines (JAL) suspendeu parte dos programas de treinamento de pilotos previsto para janeiro, em uma tentativa de reduzir custos diante da deterioração da economia japonesa, revelou a empresa em comunicado.

Os programas em questão incluem cursos em que trainees acompanham outros pilotos em voos comerciais, para se familiarizarem com as rotas. Além disso, está suspensa também a promoção de pilotos, o que se tornou bastante comum após a chegada de novas aeronaves e modelos mais sofisticados.

No dia 6 de novembro do ano passado, a JAL recebeu os primeiros dez aviões para voos regionais comprados da Embraer. A aérea nipônica pretende começar a utilizar estas pequenas aeronaves, com capacidade para 76 passageiros, a partir de fevereiro deste ano, nas rotas aéreas que ligam Nagóia (centro) a cidades como Matsuyama e Fukuoka (ambas no sudoeste).

 

 

Mercado e Eventos
26/01/2009

Tam e Coca-Cola fecham parceria

A partir de hoje até o fim de março, 1,3 mil lojas de conveniência de um total de 5,5 mil existentes no país vão vender uma embalagem reformulada, mais prática, com seis latas de Coca-Cola. Os pacotes contêm cupons que poderão ser trocados por prêmios - 100 mochilas com tocadores de música - e enviados para um sorteio de três viagens e 20 laptops.

Evandro Tavares, diretor de contas-chave da Coca-Cola, afirma que a promoção poderá elevar em 30% as vendas do refrigerante nas lojas de conveniência participantes. O executivo reconhece que a projeção é agressiva, mas diz que ela se deve ao " caráter inovador " da ação. O aumento das vendas em outras promoções, segundo ele, costuma ficar entre 8% e 15%.

A Tam, que dará viagens aos premiados, permitirá que os passageiros participem dos sorteios quando fizerem check-in pela internet. O uso do serviço poderá crescer 40% e atingir 210 mil clientes ao mês durante a promoção, diz Juliana Pompéia, gerente de marketing institucional da Tam.

 

 

Valor Econômico
26/01/2009

Coca-Cola fecha parceria com TAM e postos de gasolina
(Roberta Campassi | Valor Econômico)

SÃO PAULO - O crescimento de 40% no número de lojas de conveniência em postos de gasolina, apenas nos últimos dois anos, chamou a atenção da Coca-Cola. Para estreitar o relacionamento com esse canal de distribuição, a fabricante de bebidas criou uma promoção em parceria com seis das maiores redes de postos do país e com a TAM.
A partir de hoje até o fim de março, 1,3 mil lojas de conveniência de um total de 5,5 mil existentes no país vão vender uma embalagem reformulada, mais prática, com seis latas de Coca-Cola. Os pacotes contêm cupons que poderão ser trocados por prêmios - 100 mochilas com tocadores de música - e enviados para um sorteio de três viagens e 20 laptops.

Evandro Tavares, diretor de contas-chave da Coca-Cola, afirma que a promoção poderá elevar em 30% as vendas do refrigerante nas lojas de conveniência participantes. O executivo reconhece que a projeção é agressiva, mas diz que ela se deve ao " caráter inovador " da ação. O aumento das vendas em outras promoções, segundo ele, costuma ficar entre 8% e 15%.

A TAM, que dará viagens aos premiados, permitirá que os passageiros participem dos sorteios quando fizerem check-in pela internet. O uso do serviço poderá crescer 40% e atingir 210 mil clientes ao mês durante a promoção, diz Juliana Pompéia, gerente de marketing institucional da TAM.

Para Alisio Vaz, vice-presidente do Sindicato Nacional de Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), que representa as redes de postos envolvidas na promoção, a Coca-Cola atendeu uma solicitação antiga do setor ao criar a embalagem especial para lojas de conveniência. No caso da fabricante de bebidas, ela substituiu o pacote de plástico por um de papelão que tem uma espécie de trava e permite retirar latas uma a uma sem rasgar a embalagem.

Flavio Franceschetti, consultor do Sindicom e da consultoria Gouvêa de Souza, diz que mais fornecedores tendem a fazer adaptações conforme o segmento de conveniência cresça. Para ele, o exemplo de um produto adequado ao canal é a embalagem pequena da batata Pringles, mais barata e no tamanho certo para quem quis tapear a fome enquanto abastece o carro.

Segundo Vaz, o crescimento do setor acompanha o aumento da frota de veículos do país. Neste ano, o cenário econômico desfavorável pode congelar investimentos em novas lojas. Mas o potencial de expansão permanece alto. Hoje, apenas 15% dos 35 mil postos do país têm lojas de conveniência. Nos EUA e na Argentina a proporção chega a 84% e 37%. Além disso, diz Vaz, as lojas podem elevar a receita do posto em cerca de 10% e ter margens maiores do que vendendo combustíveis.

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