Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quarta-Feira, 13 de Dezembro de 2017

23/03/2010

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Site Sidney Rezende
23/03/2010

Varig pode voltar a fazer voos para a classe média, afirma Constantino

"Varig, Varig, Varig". Lembra desse comercial? Então, a companhia aérea que já foi a maior do Brasil hoje está limitada a três destinos regulares na América do Sul: comprada pela Gol em 2007, a marca Varig hoje voa apenas para Bogotá, Caracas e Aruba. Mas, segundo o presidente da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira Júnior, ela pode voltar a crescer.

O executivo explica que, embora as duas marcas pertençam à mesma companhia, elas oferecem serviços diferenciados, e têm percepções distintas por parte do público.

Pioneira no país no segmento de aviação econômica, a Gol também quer uma fatia na nova classe média, que começa a ganhar espaço nos voos, e que deve ser a maior responsável pelo crescimento que se espera nos próximos anos. Para isso, um dos planos da companhia é flexibilizar a concessão de crédito para compra de passagens.

O executivo também falou ao site G1 sobre a necessidade de investimento em infraestrutura, política de preços e da disputa pela liderança no setor: "Mas nós temos uma avaliação de que existem em torno de 11 milhões de pessoas [que vivem nas proximidades] aos principais aeroportos onde a Gol opera, que têm condições de viajar, e que ainda não o fizeram. A questão agora é como acessar esse pessoal e acelerar eventualmente esse crescimento ou não, de acordo com as possibilidades de infraestrutura e de investimento nos permitem."

Para Constantino, a marca Varig ela é muito forte ainda, muito presente principalmente nos mercados internacionais onde a Varig operou por muito tempo. "Nós entendemos que as duas marcas têm atributos muito distintos e muito claros. Quando a gente trata do produto Varig, dessa média distância, nós estamos falando de um serviço mais robusto, com refeição quente, duas classes de serviço" disse ao G1.

Em relação a tarifa a expectativa da Gol está no guidance (perspectivas). Uma política de preços econòmicos, uma política de estímulo à demanda por passagens aéreas com valores competindo com os ônibus. E a Gol vai buscar a rentabilidade por meio do ganho de produtividade, com a redução de custo.

 

 

Site Segs Portal Nacional
23/03/2010

Mulheres conquistam mais espaço na aviação civil, diz Anac
Por Karla Santana Mamona, InfoMoney NOTÍCIAS - Seguros

Mesmo assim, dados mostram que elas representam apenas 0,8% do total de licenças válidas em relação aos homens

O mercado de trabalho na aviação civil não é mais exclusivo dos homens, já que a participação feminina vem aumentando ao longo dos anos. Mesmo assim, elas representam apenas 0,8% do total de licenças válidas.

Para as mulheres, foram emitidas 793 licenças para pilotos, das quais 163 habilitações estão válidas, ou foram renovadas de acordo com a regulamentação. Entre as profissionais com licenças válidas, foram habilitados 51 pilotos privados de avião, 65 pilotos comerciais e 15 de linha aérea. De helicópteros, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) emitiu licenças para seis pilotos privados, 20 pilotos comerciais e seis de linhas áreas.

Em 2009

Somente no ano passado, o País passou a contar com mais 2,6 mil novos pilotos no espaço aéreo do País. Segundo dados divulgados pela Anac, a maior parte deles, 1,2 mil, é de pilotos privados de avião, primeira etapa para iniciar na carreira ou voar apenas em aeronaves particulares.

Entre os profissionais homens e mulheres, foram habilitados 513 pilotos comerciais de avião e 230 pilotos de linha aérea. De helicópteros, foram 224 licenças para pilotos privados, 105 para pilotos comerciais e outras 41 de linha aérea. O restante das licenças foi para pilotos de planador, balão e aviação experimental (piloto de recreio).

Bolsas de estudo

A Anac oferece 213 bolsas de estudo do projeto Jovens Pilotos para Aviação Civil e apenas 10 mulheres estão inscritas para concorrer à bolsa que cobre 75% das horas de voo necessárias para a formação de pilotos.

Os interessados em participar podem se inscrever até a próxima quinta-feira (25). Os candidatos devem ter entre 18 e 35 anos, apresentar certificado de aprovação no curso teórico, documento de aprovação no exame da Anac e comprovar já terem realizado pelo menos 25% da carga de voo necessária para a categoria: nove horas para piloto privado e 29 horas para piloto comercial.

As aulas acontecerão em 19 aeroclubes de oito estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Maranhão e Tocantins.

Como se tornar um piloto?

Segundo a Fly-Escola de Aviação, para se tornar um piloto comercial de avião, são necessários oito meses de aulas teóricas e 150 horas de prática, sendo que os quatro primeiros meses de aulas teóricas e as 35 primeiras horas de prática equivalem aos requisitos necessários para se tornar um piloto privado, quando o aluno deverá fazer a primeira prova para concessão de licença na Anac.

No caso dos pilotos de helicópteros, são quatro meses de aulas teóricas e 35 horas de prática para os pilotos privados e mais quatro meses de aulas teóricas e 65 horas de prática para os profissionais, o que dá, para estes últimos, um total de oito meses de aulas teóricas e 100 horas de prática. Além disso, no caso dos pilotos comerciais, é exigida a conclusão do Ensino Médio e a idade mínima de 18 anos.

Apesar de exigir uma quantidade de horas práticas menor, a hora aula para quem quer pilotar um helicóptero, ainda conforme a Fly, varia de R$ 600 a R$ 800, enquanto que a hora aula dos pilotos de aviões fica entre R$ 250 e R$ 400. O alto investimento, contudo, pode valer a pena, já que o salário de um piloto vai de R$ 6 mil a R$ 15 mil.

 

 

Site Economico.pt (Portugal)
23/03/2010

Aviação
Vieira da Silva diz que greve da TAP é “desproporcional”
Márcia Galrão

O ministro da Economia reforçou hoje o apelo do Governo para que os pilotos da TAP desistam da greve, considerando que “este instrumento de pressão” vai ter consequências “desproporcionadas”.

À margem da segunda cimeira luso-tunisina, que está a decorrer em Tunes, Viera da Silva considerou que esta greve vai ter "um impacto negativo" e é "dificilmente compreensível para a maioria dos portugueses dada a situação complexa que o país vive e sabendo a importância que o turismo tem".

Vieira da Silva concorda que o direito à greve é um pilar do Estado democrático, "mas deve ser feito tento em atenção a conjuntura".

Numa economia em que o turismo "ainda está a recuperar da crise", a greve da TAP pode ter impactos não desejáveis, acrescentou o governante.

 

 

Aviação Brasil
23/03/2010

Deputado apoia projeto que garante direitos de passageiros de aviões

Em caso de atraso ou overbooking, a companhia aérea será obrigada a embarcar o passageiro no primeiro voo da própria empresa ou de concorrente, ou terá de reembolsar o valor da passagem. A empresa também deverá oferecer refeição, acomodação e acesso a telefone ou à internet.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), presidente da CPI da Crise Aérea, concluída em 2007, defendeu a aprovação do Projeto de Lei 6960/10, do Executivo, que prevê a defesa dos direitos dos passageiros em casos de cancelamento de voo, atraso superior a duas horas e overbooking (venda de passagens em número maior que a quantidade de assentos disponíveis).

Nesses casos, a companhia aérea será obrigada a embarcar o passageiro no primeiro voo da própria empresa ou de outra concorrente, ou a oferecer um transporte alternativo ou a reembolsar o valor da passagem em, no máximo, sete dias. De acordo com o texto, a empresa também deverá dar ao passageiro refeição, acomodação e acesso a telefone ou à internet.

"Sou inteiramente favorável ao projeto. Um avião sempre pode atrasar, mas a responsabilidade tem de ser assumida integralmente pela companhia e o usuário não pode ser penalizado. Ele não pode ficar no aeroporto indefinidamente esperando a boa vontade de uma empresa”, ressaltou.

A proposta, já em tramitação na Câmara, foi elaborada pelos ministérios da Defesa e da Justiça para adequar o Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/86) ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

A CPI também elaborou propostas de mudanças na legislação. Marcelo Castro afirma que não há dúvidas sobre as melhorias do setor aéreo após a CPI, mas reconhece a existência de problemas ainda a serem resolvidos.

"Na minha lógica, mudou da água para o vinho: quando fizemos a CPI, estávamos numa crise muito aguda, e ela contribuiu, de maneira decisiva, para a melhoria do transporte aéreo, da segurança, da pontualidade e da regularidade”, disse o deputado. “Os nossos problemas de hoje são os comuns à aviação em qualquer parte do mundo desenvolvido", acrescentou.

Além da proposta que protege os passageiros de avião, o Executivo enviou à Câmara o PL 6961/10, que facilita a exploração dos serviços aéreos para aumentar a competitividade.

 

 

Site R7
23/03/2010

Anac oferece bolsa de estudo para piloto até a próxima quinta-feira (25)
Programa vai formar 139 pilotos privados e 74 comerciais em aeroclubes de todo país

Encerram na próxima quinta-feira (25) as inscrições para uma bolsa de estudos oferecida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) em parceria com o Ministério da Defesa. A oportunidade é boa porque os custos para a formação de um piloto são extremamente altos – e esse é o principal fator que impede que mais profissionais ingressem no mercado.

A agência informa que os preços para a formação de piloto privado podem chegar a R$ 14 mil. Para piloto comercial "esse custo pode chegar até mais de R$ 70 mil", diz o site.

A Anac fez convênio com alguns dos aeroclubes existentes no país para conseguir oferecer a bolsa de estudos. Eles vão formar 139 pilotos privados e 74 pilotos comerciais.

Segundo a agência, existem cerca de 300 instituições educacionais responsáveis por 1.700 cursos relacionados à aviação civil no Brasil.

Segundo o sindicato nacional dos aeronautas a média mensal de salários é de R$ 2.300 para comissários; R$ 5.000 para copiloto e R$ 9.000 para comandantes.

Serviço:

Por quê uma bolsa para ser piloto

A formação de um piloto de avião requer investimento bastante elevado. Considerando apenas as aulas práticas, para um aluno se tornar piloto privado – primeira etapa antes de iniciar na carreira – é preciso desembolsar por volta de R$ 14 mil. Para a formação de um piloto comercial – que já pode exercer a profissão – o custo pode chegar até mais de R$ 70 mil.

O que é a bolsa

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aceita até o dia 25 de março inscrições para o processo seletivo de 213 bolsas de estudos para pilotos de avião. São 139 bolsas para os cursos práticos de piloto privado e 74 para piloto comercial.

Processo seletivo

O processo seletivo terá início com uma prova objetiva, no dia 18 de abril, às 9h, realizada na cidade escolhida pelo candidato no momento da inscrição: Belo Horizonte (MG); Curitiba (PR); Florianópolis (SC); Fortaleza (CE); Porto Alegre (RS), Porto Nacional (TO); Rio Claro (SP) e São Luís (MA).

Quem pode participar

Os candidatos devem ter entre 18 e 35 anos, apresentar certificado de aprovação no curso teórico, documento de aprovação no exame da Anac e comprovar ter realizado pelo menos 25% da carga horária de voos necessária para a categoria: 9 horas para piloto privado e 29 horas para piloto comercial.

Onde estudar

As aulas acontecerão em 19 aeroclubes de oito Estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Maranhão e Tocantins).

Quem é aprovado

O candidato com aproveitamento igual ou superior a 70% na prova objetiva e classificado dentro do número de vagas deverá realizar o Exame de Proficiência Técnica a partir do resultado da prova até o dia 30 de maio, no aeroclube escolhido. Após a etapa, os aprovados podem agendar aulas práticas nos aeroclubes credenciados no projeto.

O que a bolsa paga

Além das aulas práticas e do voo de cheque ao final do curso, a bolsa também inclui as despesas de hospedagem do aluno na cidade escolhida.

Quem paga a bolsa

O investimento do Governo Federal nas bolsas de estudo soma R$ 3 milhões, com recursos do Programa de Desenvolvimento da Aviação Civil do Ministério da Defesa.


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