Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
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21/09/2009

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Site Terra.com.br
21/09/2009 - 19:31h

Especialista: avião que caiu em SP é ótimo em sua categoria
Fabiana Leal


Modelo semelhante ao da foto teria se acidentado em São Paulo, segundo a FAB

O monomotor EMB-711ST, o Corisco, que caiu nesta segunda-feira no trajeto entre São José dos Campos e São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo, é considerado um "avião muito bom em sua categoria", segundo o diretor da Faculdade de Ciências Aeronáuticas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), professor Elones Fernando Ribeiro. Três pessoas morreram no acidente.

"Esse avião é bom. Não é de geração ultrapassada. Os aviões de treinamento são os mesmo de antigamente. É uma excelente aeronave", afirmou. O modelo que caiu em São Paulo foi construído pela Embraer na década de 70.

Conforme o professor, os aeroclubes utilizam aviões ainda das décadas de 30 e de 40. "São aviões muito antigos, mas tendo boa manutenção, não têm problema. O Corisco é um avião muito bom na categoria dele", disse.

Ribeiro disse que modelo Corisco era utilizado nos treinamentos da Varig quando trabalhava na companhia. Depois de um tempo, a empresa vendia o modelo a aeroclubes. "O programa de voo da PUC também é baseado no Corisco, que é monomotor. Ele é considerado uma aeronave complexa. Depois, os alunos passam para o Seneca (bimotor)."

O professor disse que muitos fatores podem fazer uma aeronave cair, como falta de manutenção e inabilidade ou negligência do piloto. No momento da decolagem o tempo era nublado na região e havia uma garoa fina, o que pode ter prejudicado a visibilidade do comandante.

O avião saiu ontem do litoral paulista e pousou em São José dos Campos devido ao mau tempo. Lá, o monomotor passou a noite com autorização do aeroclube da cidade.

O empresário de Fernandópolis (SP) Raimundo Verdi de Macedo - dono da loja Dri Calçados e do supermercado Pejô - era um dos passageiros. Também estavam no voo Miriam Terra Verdi, tia de Macedo, e o piloto Darbijone Ferro, presidente do aeroclube de Fernadópolis.

 

 

Mercado e Eventos
21/09/2009

Reforma no Santos Dumont obriga aéreas a transferir seus voos para o Galeão e reduzir malha
Luiz Marcos Fernandes

A partir de hoje e até o dia 21 de novembro entra em reforma a pista principal do aeroporto Santos Dumont. Com isso vários vôos das principais companhias aéreas acabaram sendo transferidos para o Galeão. Apenas a Tam foi obrigada a alterar a malha aérea transferindo rotas do Rio para Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Vitória.

Neste mesmo período serão suspenso oito vôos da companhia que decolavam do Santos Dumont para Salvador, Recife e Porto Alegre que só voltam a operar após a conclusão das obras. Os vôos da Ponte Aérea Rio São Paulo permanecem inalterados.

Já a Gol decidiu transferir todos os seus voos - com exceção da Ponte Aérea Rio/São Paulo - para o Galeão até o término das obras. Já a Azul informou que o fechamento da pista principal do Santos Dumont não afetou suas operações já que atua com aviões Embraer para no máximo 108 passageiros.

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