Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quinta-Feira, 25 de Maio de 2017

21/05/2009

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O Globo - G1
21/05/09 - 22h30

Aerolíneas Argentinas compram 20 aviões da Embraer
Da France Presse

BUENOS AIRES - A estatal Aerolíneas Argentinas (AA) firmou nesta quinta-feira um acordo para a compra de 20 jatos EMB 190 da Embraer, para voos nacionais e regionais, em um negócio totalizando 700 milhões de dólares.

A transação será financiada em 85% pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com prazo de 12 anos.

O primeiro avião será entregue em março de 2010, iniciando entregas mensais de dois aparelhos a partir de abril do mesmo ano, segundo a AA.

Trata-se da maior operação de compra de aviões já realizada pela Aerolíneas e sua subsidiária Austral.

Embraer e AA também firmaram um acordo para o fornecimento de peças e para que os reparos dos aparelhos sejam realizados na Fábrica Militar de Aviões de Córdoba, atualmente em processo de nacionalização, após uma década nas mãos da Lockheed Martin.

Aerolíneas Argentinas e Austral foram expropriadas do grupo espanhol Marsans em dezembro passado.

 

 

O Globo Online
21/05/2009 às 21h29m

Embraer fecha venda de 20 jatos para Austral
Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer anunciou na noite desta quinta-feira que fechou contrato para a venda de 20 jatos 190 para a companhia aérea argentina Austral Líneas Aéreas.

Segundo comunicado da empresa, o início das entregas está previsto para o primeiro semestre de 2010 e o contrato só será efetivado após o cumprimento de alguns requisitos, o que deve acontecer em dois meses.

A cerimônia de assinatura do acordo foi realizada na Casa de Governo da Argentina e contou com a presença da presidente Cristina Kirchner. O vice-presidente-executivo para o Mercado de Aviação Comercial da Embraer, Mauro Kern, e o presidente do Grupo Aerolíneas Argentinas/Austral, Julio Alak, também participaram.

"A Austral pretende utilizar os jatos Embraer 190 principalmente para intensificar frequências em rotas domésticas, com potencial para abrir novos mercados, permitindo à empresa voar rotas sem escalas dentro do território argentino, bem como destinos internacionais na América do Sul", afirma o comunicado da Embraer.

A Embraer não divulgou o valor da transação.

No final de março, o governo brasileiro anunciou um empréstimo de 700 milhões de dólares para que a Aerolíneas Argentinas comprasse 20 jatos 190 da Embraer.

O governo da Argentina recentemente expropriou a Aerolíneas, a maior companhia aérea do país, e a Austral.

Segundo a Embraer, os jatos serão configurados com 96 assentos dispostos em duas classes e os passageiros terão à disposição um sistema de entretenimento a bordo com monitores individuais.

Além da venda de aeronaves para a Austral, a Embraer também assinou um memorando de entendimentos com o Ministério da Defesa da Argentina para a capacitação tecnológica da Área Material Córdoba (AMC), visando o fornecimento futuro de serviços e peças para aeronaves da fabricante brasileira.

(Reportagem de Eduardo Simões)

 

 

Site Editora Abril
21/05/2009

Gol investe em abertura de lojas no exterior
Agência Estado

São Paulo - A Gol Linhas Aéreas Inteligentes inaugurou hoje um ponto-de-venda em Assunção, no Paraguai. A inauguração faz parte da estratégia da empresa, que decidiu investir na abertura de lojas no exterior. A empresa informou que abrirá nos próximos meses lojas em Buenos Aires, Córdoba e Rosário (Argentina), Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), Santiago (Chile), Lima (Peru) e Montevidéu (Uruguai), além de pontos-de-venda em Cochabamba e La Paz (Bolívia).. Em Bogotá (Colômbia) e Caracas (Venezuela), destinos operados pela Varig, as lojas já existentes serão reformuladas e mudarão de endereço.

A companhia informou que em alguns mercados irá entrar com representantes de vendas terceirizados que irão trabalhar com as agências de viagem e os clientes finais, modelo de negócio esse que se assemelha ao das franquias da Gollog, a unidade de negócios de cargas da companhia. O custo da montagem e a manutenção das lojas ficará a cargo do terceirizado, que atuará em consonância com as normas e diretrizes da Gol.

 

 

Site Último Segundo
21/05/2009

Anac cria ranking para aéreas
Agência Estado

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lançou anteontem uma página na internet em que os passageiros podem avaliar os serviços das companhias aéreas nacionais e internacionais. São 11 quesitos, desde a venda de passagens até pontualidade e serviço de bordo.

A soma das avaliações vai gerar automaticamente um ranking popular da qualidade dos serviços.

Até ontem à noite, o site www.anac.gov.br/passageiro já havia recebido mais de 2 mil acessos. A Gol/Varig era a única companhia avaliada - tinha 5,8 de média. Para participar, é preciso preencher um cadastro com nome, e-mail e números do RG e do CPF. Com login e senha pessoais, o passageiro poderá alterar sua avaliação e fazer novas votações sempre que desejar.

O ranking das companhias pode ser consultado por qualquer pessoa e, segundo a Anac, servirá para orientar os passageiros sobre as melhores e as piores empresas, de acordo com a avaliação dos usuários. A agência esclarece que não pretende usar o ranking para estabelecer nem benefícios nem punições para as empresas. A ideia é que a ferramenta lançada anteontem sirva apenas como uma "enquete popular", segundo a Anac.

 

 

O Dia Online
21/05/2009

Empresa aérea terá de indenizar passageiros por transtornos em vôo

Rio - Um casal será indenizado pela VRG Linhas Aéreas, razão social da nova Varig, por transtornos sofridos durante vôo internacional para a Europa. A decisão unânime foi da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que aumentou o valor da indenização de R$ 3 mil para R$ 8 mil, por dano moral, para cada um dos autores, e manteve a de dano material em R$ 5.969,79, dada pela 1ª instância. "O dano moral suportado pelos autores é inegável, pois os fatos narrados na inicial por certo lhes causaram aborrecimentos que superam os do cotidiano, sendo, por isso, passíveis de reparação", afirmou a relatora na apelação cível, a desembargadora Ana Maria Oliveira.

Para a magistrada, houve falha na prestação do serviço uma vez que não foi demonstrado o cumprimento adequado do contrato de transporte aéreo. "A relação jurídica existente entre as partes é de consumo, impondo-se ao fornecedor responder pelos danos sofridos pelo consumidor", comentou a relatora.

Jacques Malka y Negri e Lúcia Aparecida Alexandre Malka y Negri adquiriram, em 2007, passagens aéreas através de milhagens, em classe executiva, para os trechos Rio de Janeiro/Frankfurt/Rio de Janeiro. O horário do vôo direto, porém, foi alterado, sendo incluída conexão não prevista em São Paulo, o que fez com que perdessem o avião para Viena.

O atraso na chegada ao destino fez com que o casal levasse mais de 15 horas de vôo até a Europa, afetando desta forma a programação da viagem. Em razão disso, tiveram despesas com diárias de hotéis, pagas e não utilizadas. Eles contam que viajaram também em aeronave com toaletes precários, em razão da ausência de sucção. A empresa alegou em sua defesa que os autores não demonstraram os fatos constitutivos do seu direito.

 

 

Site Cruzeiro do Sul
21/05/2009

Segurança da aviação no Brasil recebe a 5ª melhor nota
Cruzeiro On Line

Tamanho do texto (somente para monitor): Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por e-mail A segurança da aviação civil no Brasil teve a 5ª melhor nota entre os países do G20 - grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo e dos principais emergentes - que já passaram pela auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A rigorosa inspeção, realizada entre os dias 4 e 15 deste mês, foi a primeira desde a crise aérea, em 2006/2007. Os 87,3 pontos obtidos pelo País - atribuídos pelo atendimento às regras de conformidade com as normas da Icao - colocaram a aviação civil nacional atrás apenas da Coreia do Sul, do Canadá, da França e dos Estados Unidos. Foram auditadas 124 nações. Até 2010 a Icao espera avaliar ter avaliado 190 países.

A meta da instituição é verificar o grau de adequação do setor às recomendações de segurança de voo e de operações em terra. O leque é amplo. Cobre desde o manejo de passageiros nos aeroportos até as regras para resgate de acidentados, recursos eletrônicos disponíveis e o domínio de idiomas pelos operadores. A inspeção não tem caráter punitivo, serve apenas para ajudar a identificar problemas e incentivar os países a corrigi-los.

Ao longo de 12 dias, os oito emissários da Icao avaliaram o funcionamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Segundo fontes da Icao ouvidas ontem pelo Estado, as organizações militares - Cenipa e Decea - obtiveram as melhores notas. Os serviços de navegação aérea do Decea foram considerados 95% de acordo com as expectativas, resultado melhor que o obtido isoladamente por Estados Unidos, Alemanha, Itália, Austrália e França.

O desalinhamento de 5% envolve a fluência em inglês para equipes de busca e salvamento, além de questões específicas na gestão da segurança de operações e controle de qualidade nos serviços de informações aeronáuticas. Responsável pela defesa e pelo controle do tráfego aéreo de aeronaves civis e militares, o órgão esteve no centro das discussões sobre o apagão aéreo vivido pelo País entre 2006 e 2007. O acidente com o Boeing da Gol, que deixou 154 mortos em setembro de 2006, foi o estopim da crise. Acuados e insatisfeitos com as condições de trabalho, controladores de voo promoveram sucessivas operações-padrão, até se amotinarem, em março de 2007. "Diante de tudo o que aconteceu no passado, foi um resultado muito bom", avaliou um oficial que passou pelo Decea.

O Cenipa teve 96% de conformidade com o estabelecido pela Icao, mesmo patamar ocupado pela European Aviation Safety Agency. A Anac não divulgou sua nota - pela média geral do País, conclui-se que tenha sido de 71 pontos, inferior às obtidas pelas repartições ligadas à Aeronáutica. O Estado apurou que três itens - aeródromos, aeronavegabilidade e homologações e legislação - ajudaram a derrubar a pontuação da agência. Quase 30 aeroportos apresentaram desconformidades, caso do Santos Dumont, no Rio, que não tem área de escape para os aviões. Também foram apontadas cerca de 10 normas de aeronavegabilidade e de homologação de aeronaves que não estão de acordo com a legislação internacional. Os problemas de legislação envolvem a concessão de licenças de pessoal, como mecânicos de aviação.

Serviços

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lançou terça-feira (19) uma página na internet em que os passageiros podem avaliar os serviços das companhias aéreas nacionais e internacionais. São 11 quesitos, desde a venda de passagens até pontualidade e serviço de bordo. A soma das avaliações vai gerar automaticamente um ranking popular da qualidade dos serviços. Até 4ª feira (20) à noite, o site www.anac.gov.br/passageiro já havia recebido mais de 2 mil acessos. A Gol/Varig era a única companhia avaliada - tinha 5,8 de média. Para participar, é preciso preencher um cadastro com nome, e-mail e números do RG e do CPF. Com login e senha pessoais, o passageiro poderá alterar sua avaliação e fazer novas votações sempre que desejar.

O ranking das companhias pode ser consultado por qualquer pessoa e, segundo a Anac, servirá para orientar os passageiros sobre as melhores e as piores empresas, de acordo com a avaliação dos usuários. A agência esclarece que não pretende usar o ranking para estabelecer nem benefícios nem punições para as empresas. A ideia é que a ferramenta lançada ontem sirva apenas como uma "enquete popular", segundo a Anac.(AE)

 


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