Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sábado, 29 de Abril de 2017
21/04/2009
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Site Exame Expresso
21/04/2009

TAP fecha 2008 com passivo de 2,5 mil milhões de euros
A transportadora aérea portuguesa encerrou 2008 com um passivo de 2467 milhões de euros, penalizada pelas contas da brasileira VEM.

O grupo TAP fechou o ano de 2008 com um passivo de 2467 milhões de euros, num cenário em que inclui a consolidação das contas da brasileira VEM, indica um documento interno da empresa ao qual a Lusa teve acesso.

O documento, com data de 14 de Dezembro de 2008, acrescenta que, face a este passivo e com os activos a valerem 2261 milhões de euros, o grupo TAP tem um capital próprio negativo de 212,9 milhões de euros.

Perante esta situação, a empresa encontra-se em incumprimento face ao artigo 35 do Código das Sociedades Comerciais, que diz que o passivo das empresas não pode ser superior ao seu capital social.

Resultados da VEM penalizam

Entre 2006 e 2008, a TAP perdeu uma média diária de 212,433 mil euros desde que adquiriu a brasileira VEM - Varig Engenharia e Manutenção.

Desde que a TAP assumiu a compra da empresa de manutenção brasileira, no final de 2005, a VEM já acumulou prejuízos de 229,3 milhões de euros. No entanto, desde que foi adquirida, a gestão liderada por Fernando Pinto, presidente da TAP , tem vindo a melhorar os resultados, apesar de serem negativos. Segundo os documentos, a VEM obteve um resultado líquido negativo em 2006 de 208,7 milhões de dólares (cerca de 160 milhões de euros), em 2007, um prejuízo de 47,4 milhões de dólares (cerca de 36,3 milhões de euros), que se juntam aos 33 milhões de euros negativos que a TAP já admitiu em 2008.

Os prejuízos da VEM constam de um relatório da consultora de crédito Dun & Bradstreet e que indica que as dívidas de curto prazo da empresa brasileira aumentaram dos 249,4 milhões de dólares em 2006 para 299,2 milhões de dólares em 2007.

 

 

Site PressTour (Portugal)
21/04/2009

ANAC designa TAM para voar para Portugal

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) brasileira designou a TAM para voar para Portugal.

A companhia aérea tinha solicitado um pedido para designação como empresa de transporte aéreo regular para Portugal diz a versão online do “Panrotas”.

A BRA e a Varig eram as duas companhias designadas para voar para Portugal em horário regular mas actualmente nenhuma das duas o faz.

A TAM que opera para Portugal em code share em alguns voos da TAP, fica autorizada a voar com operações próprias, mas o portal “Meio Aéreo” diz que o projecto da companhia para Lisboa poderá ser para 2010.

A ANAC aprovou ainda o pedido da TAM para sete voos para a África do Sul, para Joanesburgo a partir do segundo semestre de 2009 e está a negociar um code-share com a South African Airways.

 

 

Site ES Hoje
20/04/2009

Perigo aviário é tema de palestra promovida pela Infraero

Com o objetivo de minimizar ou até mesmo zerar o risco de colisão de aves e outros animais com as aeronaves, a Infraero promoveu, na última semana, no Aeroporto de Vitória, o seminário para Ações Relacionadas ao Perigo Aviário. O trabalho faz parte do Plano de Ação para Monitoramento e Controle da Fauna no sítio aeroportuário e vem sendo desenvolvido em todos os 67 aeroportos administrados pela Infraero.

Segundo o superintendente do Aeroporto de Vitória, José Carlos da Silva Fernandes, a intenção é reunir esforços de todos os órgãos anuentes do sistema aeroportuário, além de técnicos das Prefeituras da Serra e Vitória, entre outros, visando o mapeamento de toda a fauna existente no sítio aeroportuário e numa área de cerca de 20Km/ASA (Área de Segurança Aeroportuária) e, na seqüência, ações específicas de controle destes animais.

“É importante realizar este controle periodicamente, já que a presença dos animais, sejam eles pássaros ou terrestres, podem se transformar em potenciais causadores de acidentes envolvendo aeronaves”, destacou Silva, lembrando que o projeto faz parte de um planejamento que vem sendo desenvolvido pela equipe de biólogos e técnicos da Infraero de Vitória e do Rio de Janeiro.

Para o coordenador de meio ambiente da Infraero, Francisco Freitas, todas as etapas do planejamento são importantes. Entretanto, ele destaca a conscientização que deve haver de toda a comunidade, já que um simples animal morto próximo ao aeroporto pode promover a concentração de pássaros e colocar em risco o movimento de aeronaves.

“O trabalho teve início com a sensibilização, ou seja, fazer com que todos conheçam o programa de controle e monitoramento da fauna, e se interessem pelo plano. Depois, foi realizado por técnicos da Infraero o diagnóstico, que é a etapa de identificação da fauna existente no sítio aeroportuário”, explicou o coordenador.

Além disso, foi elaborado um termo de responsabilidade junto aos principais órgãos de meio ambiente, finalizando com o plano de manejo, que é monitoramento e o controle de fauna dentro do sítio aeroportuário.

Entre os envolvidos estão representantes da Infraero, CENIPA, do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), das Secretarias de Meio Ambiente de Vitória e Serra, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo estão engajados no trabalho.

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