Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Domingo, 20 de Agosto de 2017

16/03/2010

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Site Econômico.pt
16/03/2010

A greve dos pilotos e as ricas contradições de uma empresa pobre
Miguel Coutinho

A profissão de piloto de aviões é das mais exigentes – qualquer erro de um piloto pode ser fatal para a vida dos passageiros mas também para a do próprio.

Talvez por isso, os pilotos da TAP sempre foram uma classe à parte - quadros altamente qualificados, orgulhosos do seu trabalho e que, pelos ossos do ofício, conhecem o mundo.

O que levará, então, esta gente com responsabilidades acrescidas a decretar uma greve no período mais lucrativo (seis dias na Páscoa) para uma companhia de aviação que vive em aflição financeira crónica? Serão eles uns revolucionários inconscientes? Acredito que não. Os pilotos, tal como o pessoal de cabine ou da manutenção, conhecem bem os cantos à casa - já viram, em tempos de crise, a empresa servir de cabide e prateleira a comissários políticos ou ao desperdício de recursos humanos em comitivas presidenciais ou governamentais.

Conhecem a fundo as ricas contradições de uma empresa pobre. E, talvez por isso, entendam que fechar a empresa pode não ser o pior dos desfechos - idealmente acreditarão que amanhã abrirá outra, com menos vícios e com um rácio mais equilibrado de colaboradores por avião.

É uma maneira de ver as coisas. Mas, é, também, uma utopia. Não é com actos radicais ou de guerrilha que se muda uma organização. É ou não verdade, como diz o presidente da TAP, que uma greve custa cinco milhões de euros por dia à companhia? Se for, os pilotos não têm o direito de convocar uma greve que pode ferir a empresa, liquidar postos de trabalho e transtornar a vida de milhares de passageiros. E não têm esse direito, em nome do estatuto que sempre tiveram na companhia e que sempre fizeram por merecer.

 

 

Estadão
16 de março de 2010 - 18:21h

Novo software de aviação diminui sustos na decolagem

A agência federal que regula a segurança aérea nos Estados Unidos autorizou a instalação de um novo software em Boeings 777, que deve evitar que os jatos ultrapassem o fim das pistas no momento das decolagens. A medida deve ter impacto sobre mais de 800 aviões.

Como parte de uma norma de segurança divulgada nesta terça-feira, a Agência de Aviação Civil dos Estados Unidos (FAA, pela sigla em inglês), ordenou o conserto para evitar problemas quando os pilotos automáticos repentinamente se desligam no momento em que os Boeings 777 estão em alta velocidade, pouco antes de decolar.

A permissão foi dada após dois incidentes envolvendo Boeings 777 em janeiro, quando os pilotos inadvertidamente ligaram os pilotos automáticos antes de começar a decolagem. Mas quando os pilotos automáticos se desligaram automaticamente, as tripulações dos jatos foram forçadas a abortar as decolagens, o que aconteceu em velocidades altas e perigosas para tais manobras.

Desde 1995, a FAA e a Boeing identificaram um total de nove incidentes semelhantes. A Boeing e a FAA disseram que assim que a ordem foi aceita por agências reguladoras estrangeiras, mais de 800 aviões serão afetados em todo o mundo. Cerca de 150 operam nos Estados Unidos. Um porta-voz da Boeing disse que desde 1995, quando começaram a operar os Boeings 777, os aviões acumularam um total de 4,8 milhões de voos sem quaisquer ferimentos ou acidentes atribuídos a seus pilotos automáticos.

A diretriz da FAA também pede algumas mudanças no software para assegurar que o Boeing 777 tenha inclinação suficiente para evitar obstáculos em caso de uma das turbinas falhar no momento da decolagem. Se os pilotos automáticos não forem modificados, segundo a FAA, podem ocorrer novas interrupções de decolagens, o que ocorre precisamente no instante em que as rodas dianteiras do Boeing 777 saem da pista. É particularmente difícil para os pilotos diminuírem a velocidade nesse momento. Segundo o documento da FAA, as consequências incluem "possível saída da pista". As informações são da Dow Jones.

 

 

Site CapitalNews.com.br
16/03/2010

Problemas eletrônicos em aeronaves provocam
tumulto no Aeroporto Internacional da Capital

Os voos de 5h e de 6h20 desta terça-feira (16) , um da empresa TAM e outro da Gol, foram cancelados. O motivo, supostamente, conforme passageiros, foi falha no sistema computacional na decolagem. Cerca de 100 pessoas ficaram no saguão do aeroporto esperando remanejamento, e alguns não ficaram felizes com a troca de voo pelo aumento de conexões, além, é claro, da espera.

O voo 3590 da TAM (5h) faria escala em Brasília (DF) e Goiânia (GO), e o 1565 da Gol (6h20) iria direto para Guarulhos (SP).

Quem tinha voo da TAM marcado para as 5h chegou a esperar dentro do avião cerca de três horas para a decolagem que não aconteceu.

A pedagoga Edir Escobar Tobias, que vinha de Dourados, era uma das passageiras nesta situação. Ela deverá esperar até às 12h para embarcar novamente em direção a São Paulo (SP), onde fará um curso.

No aeroporto, o movimento ainda é grande, mas diminui, com cerca de 60 pessoas, pois, muitas delas já foram remanejadas e algumas até pediram para remarcar o voo para amanhã, como o tabelião Ângelo Garcia, que veio do Maranhão visitar a noiva na Capital. “Isso acontece, mas o ruim é esperar. Eu vou remarcar pra amanhã cedo, não tem condições”, diz o noivo.

Ângelo argumenta que não compensa esperar no caso dele, afinal, foi remanejado para um voo com mais de três conexões. A viagem marcada para ele chegar às 11h no Maranhão teria sido remarcada para chegar às 23h.

Ivani Silva e Vanderci Silva também, representantes comerciais, passam pelo mesmo dilema. Eles tinham comprado a passagem para o vôo das 6h30 da empresa Gol. Ficaram uma hora esperando a decolagem que também não aconteceu. Agora, os dois foram remanejados para o vôo das 11h que faz várias conexões e atrasará ainda mais a chegada deles em Salvador, o destino final. “Assustei quando cheguei no saguão e me deparei com muitas pessoas nervosas pelo cancelamento do vôo, esperava que fosse só com a nossa aeronave”, afirma Ivani.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informa que até o momento as companhias aéreas não prestaram esclarecimentos sobre as decolagens canceladas.

 

 

G1 - Globo
16/03/2010

Avião faz pouso de emergência na praia e mata banhista nos EUA

Washington, 16 mar (EFE).- Um homem morreu numa praia da Carolina do Sul (EUA) ao ser atingido por um pequeno avião que tentava fazer um pouso de emergência, informou a Polícia do estado.

Com fones nos ouvidos, Robert Gary Jones, de 38 anos, aparentemente não ouviu a aproximação do avião, um Lancair IV-P, enquanto corria na praia de Hilton Head na segunda-feira.

A aeronave, que voava da Flórida para a Virgínia, tinha perdido a hélice e o piloto não viu Robert porque os vidros estavam cobertos por óleo vazado do motor.

O piloto e o passageiro do avião saíram ilesos do acidente. EFE

 

 

Site Brasilturis
16/03/2010

Airbus A380 segue acumulando PREJUIZOS

O presidente do grupo EADS, Louis Gallois, admitiu hoje que a Airbus, principal braço operacional e fabricante do A380, o maior avião comercial do mundo, continua acumulando prejuízos em razão da fabricação dos aviões gigantes. “O programa do A380 não está em ponto de equilibrio”, admitiu, sem confirmar que a soma em cada unidade entregue estaria entre 50 a 100 milhões de euros.

Limitou-se a dizer que a Airbus gasta demasiado para fabricar o avião, ao mesmo tempo em que comemorava o contrato fechado com sete paises para o lançamento do equipamento de transporte miliar A400M, com fabricação na Airbus de Sevilha Serão construídas inicialmente 180 unidades negociadas com França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Turquia, Bélgica e Luxemburgo.

O Globo Online
16/03/2010 às 13h47m

Puma Air aposta em Norte e Nordeste e investe R100 mi no 1o ano
(Por Alberto Alerigi Jr.)

Reuters/Brasil Online SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Puma Air inicia voos nacionais no final deste mês entre São Paulo e Belém (PA), apostando em cidades pouco assistidas do Norte e Nordeste do Brasil e na demanda de passageiros entre o Brasil e Angola.

A companhia, que operava voos regionais desde 2002 no Pará e foi vendida em 2009 para um grupo de investidores nacionais que incluem o empresário Geison Gambogi e a Ipiranga Obras Públicas e Privadas, tem planos de investir 100 milhões de reais no primeiro ano de operação e pode iniciar estudos de abertura de capital em bolsa já no segundo semestre de 2011.

A empresa inicia voo diário entre o aeroporto de Guarulhos (SP) e Belém no próximo dia 29, operando avião Boeing 737-300 que integrava a frota da Gol.

A expectativa da empresa é transportar 1 milhão de passageiros nos primeiros 12 meses de operação. Em termos de participação de mercado, o vice-presidente da Puma, Jorge Vianna, afirmou que isso equivale a uma fatia de 1,5 por cento do mercado doméstico e de 2,5 por cento do internacional.

A frota da Puma crescerá até o final do ano para três jatos Boeing 737-300, com capacidades para 134 passageiros cada, e um Boeing 767 que será usado na rota Recife-Luanda, na Angola. Esse voo começará a ser operado em junho ou julho, disse Gambogi, presidente da Puma, em entrevista a jornalistas.

"Vamos ser a única companhia brasileira de bandeira com voos para a África", disse o executivo.

O 767 é resultado de acordo de leasing da Puma com a Gol, que vai operar o voo sob a bandeira da Puma, enquanto a nova empresa se encarregará da comercialização, disse o executivo.

Além dos investidores brasileiros, a Puma tem como sócia, com 20 por cento do capital, a companhia aérea Angola Air Service.

Vianna, que trabalhou na OceanAir antes de integrar a diretoria da Puma Air, afirmou que existem 45 mil brasileiros vivendo em Luanda, mercado que é reforçado por projetos de empresas brasileiras como Petrobras.

Até agora, a ligação de Angola e o Brasil é feita pela estatal angolana TAAG, disseram os executivos.

Após a consolidação da operação com os voos nacionais iniciais -rotas Belém-Macapá (AP) e São Paulo-Belém- a empresa avalia retomar as operações regionais no Pará, para cidades como Altamira, Marabá, e também São Luís, no Maranhão, afirmou o diretor comercial da Puma, Eduardo Figueiredo.

"O objetivo agora é lançar a empresa. Depois que atingirmos a sustentabilidade com esses voos iniciais, poderemos partir para essa operação regional", afirmou Figueiredo.

Para as futuras rotas regionais, a empresa poderá utilizar aeronaves de 50 a 70 lugares, que podem ser fornecidas pela francesa ATR (turboélices) ou pela Embraer, disse Vianna, sem confirmar se há negociações específicas em curso.

"As distâncias lá (no Pará) são grandes. Talvez o modelo de jato para a aviação regional seja mais adequado", disse.

 

 

Site Aquidauana News.com
16/03/2010

Após quase 5 horas, avião da Gol segue para Guarulhos

Após quase 5 horas de espera, passageiros que esperavam o vôo 1565, da Gol, com destino a Guarulhos (SP) embarcaram e a aeronave já decolou.

Conforme informações da Infraero, o mesmo boeing 737, que havia ficado na pista para manutenção, foi o que levou os passageiros.

Ao serem desembarcados, logo cedo, eles foram informados pela companhia que havia uma pane eletrônica no computador de bordo. O vôo sairia às 6h20, mas uma hora após o embarque os passageiros foram desembarcados e tiveram que aguardar no saguão.

Outros passageiros, do vôo 3590, da TAM, passaram por situação semelhante. Eles seguiriam para Brasília (DF), com escala em Goiânia (GO), ficaram três horas dentro da aeronave e depois foram desembarcados.

A companhia acomodou os passageiros em outros vôos, a medida em que as vagas surgiam, mas a aeronave, um Airbus A-320, permanece no pátio. A informação é que, assim como no caso da Gol, também houve uma pane elétrica.

Apesar da chuva que cai neste momento e do céu encoberto o Aeroporto Internacional de Campo Grande opera sem restrições para pousos e decolagens, segundo a Infraero.


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