Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 27 de Junho de 2017
14/07/2009

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Site Terra Noticias
14 de julho de 2009 • 16h25

Comissão deve arquivar ação contra Dilma em venda da Varig
Direto de Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou três novos integrantes para a Comissão de Ética Pública da Presidência da República, completando o quórum de sete conselheiros responsáveis por analisar eventuais desvios de conduta de autoridades públicas. Com a medida, publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União, o colegiado deve retomar nos próximos encontros a análise das denúncias de suposto tráfico de influência contra a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Os novos conselheiros, que terão mandato de três anos, serão Humberto Gomes de Barros, Marília Muricy Machado Pinto e Fábio de Sousa Coutinho.

Apesar do quórum completo, a tendência da Comissão de Ética é arquivar a análise do suposto tráfico de influência de Dilma no processo de venda da Varig e da Variglog. A conduta da ministra foi denunciada pela ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, por supostamente ter favorecido o fundo americano Matlin Patterson e três sócios brasileiros nas negociações da venda das empresas aéreas, eximindo-os de apresentar documentos de comprovação de renda e dados sobre a origem de capital a ser utilizado na transação.

O julgamento constava da pauta desde junho do ano passado, mas nunca foi concluído porque o presidente do colegiado, Sepúlveda Pertence, alegou "questão de foro íntimo" para não opinar no caso. Com a decisão de Pertence de se ausentar, sobravam apenas três conselheiros, quantidade menor que o quórum mínimo para concluir o processo.

Criada em maio de 1999, a Comissão de Ética é formada pelo advogado e ex-presidente da OAB Nacional Hermann Assis Baeta, pelo advogado especialista em direitos humanos Roberto de Figueiredo Caldas, pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence, e pelo ex-assessor da Conferência Nacional Dos Bispos do Brasil (CNBB) José Hernanne Pinheiro.

Os integrantes do colegiado trabalham voluntariamente na Comissão, sem qualquer remuneração. Eles são escolhidos pelo presidente Lula com base em critérios como idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública.

 

 

Folha Online
14/07/2009
Chuva prejudica buscas por avião desaparecido com brasileiro na Venezuela
ROBERTO MADUREIRA
da Folha Ribeirão, em São Paulo

Um avião monomotor BE-36 A Bonanza, que transportava o executivo mineiro Maurício Lustosa de Castro, 40, está desaparecido desde o último sábado, quando sumiu dos radares de controle de tráfego aéreo na região de fronteira do Brasil com a Venezuela.

A aeronave decolou de Miami, no sábado, e faria parada em Boa Vista (RR) antes de seguir para Belo Horizonte, segundo a FAB (Força Aérea Brasileira). A última comunicação foi feita com o Centro de Controle de Maiquetía, na Venezuela, às 18h no mesmo dia da decolagem.

Equipes venezuelanas comandam as buscas depois de terem identificado sinais de emergência provenientes de uma região montanhosa e de floresta do país. Um avião Bandeirante, da FAB, está de prontidão na base de Boa Vista no caso de haver sobreviventes.

Segundo informações de oficiais venezuelanos, as buscas foram prejudicadas pelo tempo chuvoso na região. "Foi um dia de trabalho muito duro para nós, mas de pouco avanço", disse o tenente Boris Zinder.

A procura, que começou na segunda, continua por tempo indeterminado. Segundo o comandante da base de Boa Vista, Waldir Almeida de Lima, ainda não é possível afirmar se houve um acidente. Ele disse que parentes do executivo já viajaram para a Venezuela.

O executivo, que é o dono do avião, trabalha há um ano e meio na mineradora Magnesita, com sede em Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte). Segundo a empresa, ele é casado, pai de uma menina de três anos e ocupa o cargo de diretor financeiro. No avião estava também o piloto Alessandro Traugott Binder Morais.

Aviões da Beechcraft, que fabrica o modelo BE-36 A Bonanza, se envolveram em três acidentes em 2004, que mataram, juntos, seis pessoas. Em 15 de agosto daquele ano, um modelo idêntico ao desaparecido caiu perto de Santa Rita (TO) e deixou três mortos.

Na época, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) não apontou falha mecânica, mas ausência de plano de voo como causa. O modelo tem capacidade para seis pessoas e custa cerca de R$ 1,4 milhão.

 

 

Folha de São Paulo
14/07/2009

Estudo da Anac indica que poltrona de avião é pequena
Largura do encosto do banco é mais estreita que os ombros de 70% dos passageiros
Levantamento é um dos passos para que agência crie selo de qualidade para as empresas que oferecerem maior espaço entre assentos

LARISSA GUIMARÃES
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

As poltronas dos aviões não atendem às necessidades de parte dos passageiros de voos domésticos no Brasil, mostra estudo da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Um dos pontos de maior desconforto é o encosto dos assentos. Os encostos têm, em média, 45 cm de largura, mas cerca de 70% dos passageiros pesquisados têm mais de 45 cm de largura entre os ombros.

A distância entre as cadeiras mostrou menos diferença em relação às necessidades dos passageiros. Dos 22 tipos de poltronas avaliadas, 17 têm distância entre as poltronas maior ou igual a 73,6 cm. Esse comprimento atende a 95% dos passageiros. No entanto, se a distância fosse de 76,2 cm, todos os passageiros seriam atendidos, segundo o estudo.

A pesquisa avaliou aeronaves da TAM e da Gol, as duas maiores empresas aéreas do país. Foram analisadas as medidas de 5.305 homens nos 20 principais aeroportos do Brasil. Mulheres não entraram na pesquisa porque elas são 20% dos passageiros da aviação civil.

O estudo é um dos passos para a Anac criar um selo de qualidade para as empresas que oferecerem maior espaço entre as poltronas. O aumento do espaço foi uma das primeiras promessas do ministro Nelson Jobim (Defesa), quando assumiu o cargo, em 2007.

No Brasil, só há regras relativas à segurança -o espaço deve ser o suficiente para que, numa situação de emergência, os passageiros consigam deixar a aeronave em 90 segundos. O mesmo padrão seguido nos EUA.

Exercícios

Uma poltrona adequada pode se tornar incômoda dependendo da duração do voo.

Outro ponto é o peso do passageiro. Segundo a pesquisa, quase 73% dos usuários estão acima do peso. A estatura também conta: quanto mais alto passageiro, maior a possibilidade de desconforto.

A Anac estuda a possibilidade de oferecer folhetos ou vídeos de exercícios nos voos de mais de quatro horas. Isso pode reduzir o risco de trombose durante a viagem para passageiros com fatores preexistentes (obesidade, por exemplo).

"Ninguém vai correr dentro da aeronave, mas há pequenos movimentos que fazem com que a circulação fique ativa", disse Carlos Eduardo Pellegrino, superintendente de segurança operacional da Anac.
A Gol informou que a configuração interna de suas aeronaves acompanha os padrões internacionais.
A TAM não se manifestou sobre o assunto até o fechamento desta edição.

 

 

Folha de São Paulo
14/07/2009

AIRBUS: AIR FRANCE DIZ A JOBIM QUE BUSCA POR CAIXA-PRETA CONTINUA

O presidente da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, informou ontem ao governo brasileiro que as buscas pelas caixas-pretas do Airbus A-330 que caiu no oceano Atlântico vão continuar, com auxílio de um submarino e de robôs equipados com radar. O ministro Nelson Jobim (Defesa) disse que Gourgeon demonstrou preocupação com o sucesso da operação. "Ele disse que estão tendo dificuldades, porque a área é muito escarpada."

 

O Estado de São Paulo
14/07/2009

País quer monitorar ''faixa cega'' de radar
Em 2 anos, pretende-se ter controle por satélite da área em que desapareceu, há 45 dias, o avião da Air France
Andrei Netto

Em dois anos, o governo brasileiro espera monitorar totalmente o trânsito sobre o Atlântico de aviões comerciais, no trajeto América do Sul-Europa - a mesma região em que aconteceu o desastre do voo 447 da Air France, há 45 dias. A revelação foi feita ontem, em Paris, pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que visitará na quinta-feira as instalações de uma fabricante de satélites e veículos lançadores em Toulouse.

O novo sistema de radares, com transmissão de dados via satélite, completaria o monitoramento do espaço aéreo que hoje - como nos anos 40 - ainda é feito de forma precária, apenas por rádio. "A FAB (Força Aérea Brasileira) está trabalhando para que essa região fique sob controle de radar", confirmou Jobim, lembrando que se trata de um consórcio internacional. Em lugar do vazio, o corredor de aviação civil entre Natal e Salvador, no Brasil, e a Europa será feito por meio do sistema CNS/ATN (Comunicação, Navegação e Vigilância/ Gestão do Tráfego Aéreo), já adotado em rotas entre os Estados Unidos e a Europa.

O ministro da Defesa visitará as instalações da Astrium, a fábrica de satélites e de foguetes lançadores da holding EADS - proprietária da Airbus e da Eurocopter. O interesse brasileiro é contar com satélites de visibilidade simples, mas geoestacionários e de controle de espaço aéreo. "Não temos condições de caminhar para uma solução por satélites porque não temos satélites próprios. É um dos projetos que estamos vendo aqui", disse Jobim.

Outra estratégia é não depender apenas do GPS, cujos dados são fornecidos pelo governo dos Estados Unidos. "Poderíamos alugar um espaço em um satélite, mas qualquer mudança na altitude cegaria o País", justifica Jobim. Em lugar de um único sistema de navegação, seria usado um pool formado pelo GPS, pelo europeu Galileu e pelo russo Glonass. "Poderíamos variar no uso destes três. Mas ao mesmo tempo precisamos desenvolver a base de Alcântara, para termos condições de lançar satélites."

A carência de monitoramento do tráfego aéreo na fatia sul do Oceano Atlântico ficou clara com o acidente do voo Air France 447, em 31 de maio. O Airbus com 228 passageiros e tripulantes desapareceu, sem deixar rastros, na faixa "cega" entre a América do Sul e a Europa. Potencializada pela falta do monitoramento por radares, a falta de informações dificultou os trabalhos de busca dos destroços e de resgate dos corpos.

CAIXA-PRETA

Em reunião com o diretor-geral executivo da Air France, Pierre-Henri Gourgeon, ontem, em Paris, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi informado sobre os trabalhos de buscas às caixas-pretas do Airbus, que seguem sendo feitas por robôs submarinos franceses. "A área é brutalmente escarpada, onde se dá o corte da Região Mezoatlântica. Eles dizem que estão tendo dificuldades", relatou. "É importante encontrar as caixas-pretas, que são elementos essenciais para descobrir as causas do acidente."

Sobre a demora do governo brasileiro para enviar os exames de autópsia à Justiça e ao Escritório de Investigação e Análise para a Aviação Civil (BEA) da França, o ministro afirmou não ter ingerência sobre o assunto, empurrando o problema para outras esferas do governo. "Esse é um assunto do Ministério da Justiça, da Polícia Civil (de Pernambuco) e da Polícia Federal."

 

 

O Estado de São Paulo
14/07/2009

Monomotor brasileiro some na Venezuela

Um monomotor Beechcraft, que partiu de Miami para Belo Horizonte, está desaparecido desde as 18 horas de sábado, quando fez contato na Venezuela. O avião transportava o diretor de Finanças da Magnesita, Maurício de Castro, e o piloto Alessandro Morais. Brasil e Venezuela trabalham juntos nas buscas.

 

 

Mercado e Eventos
14/07/2009

Azul vai ligar Porto Alegre e Rio de Janeiro sem escalas

A partir do dia 10 de agosto, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras começa a oferecer a rota Porto Alegre – Rio de Janeiro com seis frequências diárias entre as duas cidades. As passagens começam a ser vendidas hoje (14/07) e variam a partir de R$169 (por trecho). Na mesma data, entram em operação os voos entre Belo Horizonte e Campinas. As tarifas são válidas por trecho e as reservas devem ser feitas entre hoje (14/07) e amanhã (15/07) com antecedência mínima de 21 dias do voo de ida.

A companhia já voava entre os dois destinos (Porto Alegre – Rio de Janeiro), mas com escala em Campinas. Os voos diretos partem do Aeroporto Santos Dumont todos os dias às 9h05, 14h36 e 20h22. De Porto Alegre, os horários de partida são 6h35, 11h55 e 17h15.

Informações: www.voeazul.com.br; 3003 2985 (3003 AZUL) ou nas principais agências de viagem.

 

 

Zero Hora - Aviação
14/07/2009 - 12h37min

Governo libera R$ 62,5 milhões para obras em aeroportos

Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão entre os Estados que receberão recursos para reforma e ampliação
O governo federal liberou R$ 62,588 milhões para obras de construção, reforma e ampliação de aeroportos em 24 municípios de 18 Estados, relacionadas à Primeira Etapa do Plano de Investimentos de 2009 do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa) e Programa de Desenvolvimento de Infraestrutura Aeroportuária.

No Rio Grande do Sul, serão realizadas obras na localidade de Vacaria. Em Santa Catarina receberão recursos os municípios de Correia Pinto, São Joaquim e Chapecó (SC).

As outras localidades onde as obras serão realizadas são: Carauari e Maués (AM), Porto Seguro (BA), Camocin (CE), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Goiás (GO), Ubá (MG), Campo Grande e Porto Murtinho (MS), Juara (MT), Salinópolis e Novo Progresso (PA), Monteiro (PB), Serra Talhada (PE), Floriano (PI), Maringá (PR), Volta Redonda/Piraí (RJ), Ji-Paraná (RO) e Sorocaba (SP).

A liberação da verba do Orçamento da União de 2009 consta de portaria do Ministério da Defesa publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial da União e os termos dos convênios que detalharão os compromissos dos Estados para repasse dos recursos serão assinados até 30 de setembro próximo.

As contrapartidas estaduais serão de 15% a 30%. De acordo com a portaria, os termos dos convênios só serão confirmados depois que os governos dos Estados conseguirem autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para realizar as obras e tiverem realizado licitação para contratação de empresa.

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