Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quarta-Feira, 26 de Abril de 2017

14/01/2010

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O Estado de São Paulo
14/12/2010

Demanda por voos cresce 17,6% em 2009
Crescimento registrado no ano passado é o maior desde 2005
Reuters

A demanda por passagens aéreas no Brasil cresceu 17,65% no ano passado, maior expansão desde 2005, quando o tráfego subiu mais de 20%, informou ontem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A ocupação nos aviões ficou, em média, em 66,75% em 2009, ante 65,49% no ano anterior. Em dezembro, o aumento da demanda foi de 37,7% sobre igual período de 2008, segundo a Anac. A ocupação no último mês de 2009 foi de 73,70%, acima dos 66,86% em igual período do ano anterior.

A TAM, companhia aérea líder de mercado, ficou com 43,06% dos passageiros transportados dentro do país em dezembro e 45,60% no acumulado dos últimos 12 meses. A Gol veio logo atrás, com uma diferença bem pequena em dezembro: teve 41,96% de market share no mês. No ano, a participação ficou em 41,37%.

A WebJet aparece com 5,62% no mês passado e 4,46% no acumulado do ano. Já a Azul, que acaba de completar seu primeiro ano de operação, registrou participação de 4,75% em dezembro e de 3,82% em 2009. Com market share rondando os dois pontos porcentuais tanto em dezembro como em 2009 aparecem a Trip e a OceanAir.

Em comunicado, a presidente da Anac, Solange Vieira, destacou que o fim de restrições ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio, em março de 2009, permitiu o crescimento de companhias aéreas de menor porte. "Esse movimento deve continuar em 2010 com o acesso de outras companhias ao Aeroporto de Congonhas (São Paulo), a partir da redistribuição de slots que a Anac fará em 1º de fevereiro", disse ela.

A Anac distribuirá 412 slots (direitos de pousos e decolagens) de Congonhas. A maior parte deles - 317 slots - são aos sábados e domingos e estão disponíveis porque não são utilizados por nenhuma empresa. Os demais slots são resultado do descumprimento da regularidade prevista nas normas da agências.

VOOS INTERNACIONAIS

Nos voos internacionais, porém, a situação foi outra. A demanda por assentos nos aviões das companhias aéreas brasileiras teve queda de 0,59% em 2009, apesar do crescimento em dezembro de dois dígitos, com avanço de 13,37% na comparação com o mesmo mês de 2008.

Nos destinos internacionais, a TAM ficou com um market share de 84,50% em dezembro e de 86,47% no ano. A Gol aparece com 15,39% no último mês e de 13,40% em todo o ano passado.

 

 

O Estado de São Paulo
14/12/2010

Demanda por voos cresce 17,6% em 2009
Crescimento registrado no ano passado é o maior desde 2005
Reuters

A demanda por passagens aéreas no Brasil cresceu 17,65% no ano passado, maior expansão desde 2005, quando o tráfego subiu mais de 20%, informou ontem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A ocupação nos aviões ficou, em média, em 66,75% em 2009, ante 65,49% no ano anterior. Em dezembro, o aumento da demanda foi de 37,7% sobre igual período de 2008, segundo a Anac. A ocupação no último mês de 2009 foi de 73,70%, acima dos 66,86% em igual período do ano anterior.

A TAM, companhia aérea líder de mercado, ficou com 43,06% dos passageiros transportados dentro do país em dezembro e 45,60% no acumulado dos últimos 12 meses. A Gol veio logo atrás, com uma diferença bem pequena em dezembro: teve 41,96% de market share no mês. No ano, a participação ficou em 41,37%.

A WebJet aparece com 5,62% no mês passado e 4,46% no acumulado do ano. Já a Azul, que acaba de completar seu primeiro ano de operação, registrou participação de 4,75% em dezembro e de 3,82% em 2009. Com market share rondando os dois pontos porcentuais tanto em dezembro como em 2009 aparecem a Trip e a OceanAir.

Em comunicado, a presidente da Anac, Solange Vieira, destacou que o fim de restrições ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio, em março de 2009, permitiu o crescimento de companhias aéreas de menor porte. "Esse movimento deve continuar em 2010 com o acesso de outras companhias ao Aeroporto de Congonhas (São Paulo), a partir da redistribuição de slots que a Anac fará em 1º de fevereiro", disse ela.

A Anac distribuirá 412 slots (direitos de pousos e decolagens) de Congonhas. A maior parte deles - 317 slots - são aos sábados e domingos e estão disponíveis porque não são utilizados por nenhuma empresa. Os demais slots são resultado do descumprimento da regularidade prevista nas normas da agências.

VOOS INTERNACIONAIS

Nos voos internacionais, porém, a situação foi outra. A demanda por assentos nos aviões das companhias aéreas brasileiras teve queda de 0,59% em 2009, apesar do crescimento em dezembro de dois dígitos, com avanço de 13,37% na comparação com o mesmo mês de 2008.

Nos destinos internacionais, a TAM ficou com um market share de 84,50% em dezembro e de 86,47% no ano. A Gol aparece com 15,39% no último mês e de 13,40% em todo o ano passado.

 

 

O Estado de São Paulo
14/12/2010

Aviação cresceu 17,6%, diz Anac
VÔOS DOMÉSTICOS

O mercado doméstico de aviação cresceu 17,6% no ano passado. É o melhor desempenho desde 2005, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Entre as companhias que mais se beneficiaram desse movimento estão as pequenas Azul e Webjet. A Azul, que saiu do zero no início de 2009, chegou no fim do ano com uma fatia de 3,82% do mercado. Já a Webjet quase dobrou sua participação, com 4,46%. As duas maiores companhias aéreas do país viram seu market share encolher. A Gol, que tinha 42,38% em 2008, fechou 2009 com 41,37%. Para a TAM, a queda foi maior: de 50,40% para 45,60%.

 

 

Folha de São Paulo
14/12/2010

Passagens aéreas ficam 32% mais caras em 2009
Com forte retomada da demanda no segundo semestre, preço dos bilhetes disparou
Em dezembro, bilhetes ficaram 47% mais caros; no ano, aviação cresceu 18% no mercado doméstico, e Gol reduziu distância da TAM

MARIANA BARBOSA
DA REPORTAGEM LOCAL

A demanda por viagens no mercado doméstico cresceu 37,7% em dezembro, de acordo com dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Com a demanda aquecida, as companhias aproveitaram para recompor as tarifas depois de um ano marcado por guerras tarifárias.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços das passagens ficaram 46,91% mais altos em dezembro. Em novembro, a alta havia sido de 18,03%. No ano, a aviação cresceu 17,65% no mercado doméstico, enquanto as tarifas subiram 31,88%.

O ano de 2009 começou sob forte impacto da crise econômica mundial. Por dois meses, no primeiro semestre (fevereiro e maio), houve retração de demanda. Mas, diferentemente das companhias americanas e europeias, que reagiram à crise reduzindo a frota e a oferta de assentos, as brasileiras continuaram aumentando a oferta e apelaram para as promoções para encher os aviões. O resultado foi um crescimento mensal de cerca de 40% nos três últimos meses do ano.

Segundo o consultor André Castellini, sócio da Bain&Co, o aumento de 15,43% na oferta de assentos ao longo do ano, na comparação com 2008, explica-se pelo fato de que as empresas "planejaram esse crescimento em uma época pré-crise" e também pelo ambiente altamente competitivo. "Houve uma disputa acirrada entre TAM e Gol pela liderança de mercado e também uma disputa com as empresas menores."

A distância entre Gol e TAM era de 8 pontos percentuais em 2008 e caiu para 4,2 pontos. A Gol ficou com 41,4% de participação, contra 45,6% da TAM.

Considerando apenas dezembro, a distância entre as duas cai para um ponto (42% e 43%, respectivamente). A Webjet ficou em terceiro lugar, com 5,6%, seguida por Azul (4,75%) e OceanAir (2,2%). Embora as duas líderes tenham crescido em 2009 -Gol, 14,9%, e TAM, 6,5%-, o crescimento ficou abaixo do da indústria e elas perderam participação para as menores. Juntas, as duas líderes ficaram com 87% do mercado no ano passado, ante 92% em 2008.

Para a diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, a redução da concentração de mercado é resultado do fim da restrição de uso do aeroporto Santos Dumont, no Rio, determinada pela agência em março passado.

"Esse fator foi fundamental para a desconcentração do mercado e o crescimento de empresas menores." Vieira afirma que esse movimento deve continuar em 2010 com a redistribuição dos slots (vagas para pousos e decolagens) no aeroporto de Congonhas, prevista para fevereiro. Nos voos internacionais, a TAM teve demanda 14,2% maior em 2009, abaixo do aumento da sua oferta (19%). Já a Gol/Varig reduziu em 40% a oferta de assentos para a América Latina. A queda no número de passageiros foi de 44%.
Colaborou CIRILO JUNIOR, da Folha Online, no Rio

 

 

Valor Econômico
14/01/2010

Aviação: Quadro de demanda aquecida, preço mais alto e querosene barato deve permanecer neste início de ano
Tarifa aérea é maior alta do IPCA em 2009
Alberto Komatsu, de São Paulo

As companhias aéreas, que travaram uma guerra tarifária boa parte do ano passado para abocanhar fatias maiores do mercado, mudaram radicalmente a estratégia a partir de outubro, levando os preços das passagens a uma alta expressiva, de 31,89% em 2009, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que no mesmo período subiu 4,31%. A demanda por voos domésticos, que já vinha crescendo a um ritmo superior a 20% desde julho, continuou subindo, num movimento contrário ao do preço do querosene de aviação (QAV), que encolheu 18,53% e responde por cerca de 40% dos custos do setor. Esse quadro, de demanda aquecida, preços mais altos e combustível barato deve permanecer neste início de 2010.

"Não esperava esse reajuste, mas ele serve para mostrar que a demanda está tão aquecida que, apesar do aumento de 46% nos preços das passagens, apenas em dezembro, o fluxo de passageiros transportados cresceu 38% no mesmo mês", afirma o consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio. De acordo com ele, em 2010 não deverá haver uma guerra tarifária tão intensa quanto a do ano passado, já que as empresas aéreas querem fortalecer seus resultados financeiros. "A demanda de 2009 foi estimulada pelas tarifas baixas. Em 2010 ela será estimulada pela economia", acrescenta o especialista.

O vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM, Paulo Castello Branco, estima que de janeiro a outubro o preço das passagem aéreas acumulou recuo de 35%. "Aquela farra de tarifas baixas até novembro deixou de existir até por conta da alta temporada. O ajuste foi em cima das tarifas extremamente baixas que vinham sendo praticadas até outubro", explicou o executivo. Segundo ele, os bilhetes ficaram 25% mais caros desde novembro na TAM.

O acompanhamento mensal do IPCA, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que a escalada dos preços das passagens aéreas ganhou fôlego a partir de novembro, com alta de 18%. Em meados de outubro as companhias anunciaram que fariam reajustes médios de até 20%, para compensar as quedas ao longo de 2009.

O último levantamento dos preços médios das tarifas aéreas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostra que o valor médio era de R$ 312,20, em outubro do ano passado. No mês anterior, a média havia ficado em R$ 267,00. O valor que o passageiro paga por quilômetro transportado (yield tarifa) passou de R$ 0,41, em setembro, para R$ 0,46, em outubro.

A divulgação da inflação das passagens aéreas coincidiu com a notícia de que o transporte aéreo de passageiros no país registrou expansão de 17,65% no ano passado, em comparação com 2008. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é a melhor performance desde 2005, quando o fluxo de passageiros nos voos domésticos teve crescimento de 22,10%. A oferta de assentos acumulou expansão de 15,43% em 2009, quando os aviões tiveram ocupação média de 66,7%.

A demanda por voos internacionais entre as companhias aéreas brasileiras, no entanto, recuou 0,59% em 2009, o pior desempenho desde 2007, quando houve retração de 5,1%. A oferta de lugares nos aviões para o exterior teve expansão de 0,67%, com taxa média de ocupação de 69, 6%. "O mercado internacional, para as companhias brasileiras, está se estabilizando, teve uma queda muito pequena em relação aos demais países do mundo", afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Estratégicos e de Políticas Públicas em Transporte Aéreo (Cepta), Respício Espírito Santo Jr.

Apenas em dezembro, a expansão do fluxo de passageiros transportados no país foi de 37, 7%, o sexto mês consecutivo de expansão acima de 20%. A quantidade de assentos ofertados no mercado doméstico aumentou 24,9% no mesmo período.

Por companhias, a TAM se manteve na liderança do setor em 2009, com uma fatia de 45,6%. A Gol, que controla a Varig, ficou no segundo lugar, com 41,3%. A participação conjunta das duas maiores do setor foi de 86,9%, sendo que em 2008 a fatia do duopólio era de 92,7%. Segundo Sampaio, isso mostra que as empresas intermediárias crescem acima da média do setor. A WebJet foi a terceira maior, com fatia de 4,4% dos voos domésticos, seguida pela Azul (3,8%), OceanAir (2,54%) e Trip (1,5%).

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