Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quinta-Feira, 25 de Maio de 2017
12/10/2009

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Site Economico.sapo.pt - Portugal
12/09/2009 - 22:15h
Aviação

Fernando Pinto apontado como próximo presidente da brasileira TAM
Hermínia Saraiva e Ricardo Galuppo

O afastamento de David Barioni da presidência da TAM agitou o mercado da aviação. No Brasil fala-se de um eventual regresso de Fernando Pinto, que antes de presidir à TAP esteve à frente da Varig.

O afastamento de David Barioni da presidência da brasileira TAM agitou o mercado de aviação brasileiro e parece abrir novas perspectivas para o futuro da TAP. No Brasil fala-se de um eventual regresso de Fernando Pinto, que antes de presidir à TAP esteve à frente da Varig, e de uma possível fusão entre a companhia de bandeira portuguesa e a maior transportadora brasileira.

Logo na sexta-feira, assim que a TAM anunciou a saída de David Barioni, começaram a surgir rumores sobre o provável sucessor. Um dos nomes mais ouvidos foi precisamente o do presidente da TAP. Não é a primeira vez que o nome de Fernando Pinto aparece como o possível líder da TAM.

Ao Diário Económio, Fernando Pinto e o ministério das Obras Públicas escusaram-se a fazer comentários.

 

 

Site Economico.sapo.pt - Portugal
12/09/2009 - 22:15h

Presidente da TAP quer fechar o ano com oito milhões de lucro.
Gestor brasileiro há dez anos em Portugal
Hermínia Saraiva

Fernando Pinto é capaz do melhor e do pior. Em quase uma década que leva à frente da TAP, o brasileiro, que veio da Varig, já foi responsável pelos melhores e pelos piores resultados da companhia aérea portuguesa. Em 2008, um prejuízo de 284 milhões de euros deixou-lhe no curriculum uma nota negativa, um ano depois de ter conseguido que a TAP tivesse os maiores lucros da sua história, ao fechar o exercício com lucros de 32,8 milhões de euros.

 

O Estado de São Paulo
12/10/2009

10% das pistas públicas estão fechadas, por risco de acidentes
Há mais interdições e as reaberturas demoram; faltam recursos e interesse dos governos
Edna Simão

Das 748 pistas públicas de pousos e decolagens de aeronaves espalhadas por todo o País, 99 (13,2%) estão fechadas por risco de acidentes. Isso é o que mostra um levantamento feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Os motivos mais comuns para interdição são a falta de cerco patrimonial para evitar a entrada de animais na pista, pavimentação ruim e perigo aviário. A situação mais complicada é a da Bahia, onde 17 aeroportos pequenos ou aeródromos estão impedidos de funcionar. Também preocupam os Estados de Mato Grosso, com dez aeródromos fechados, e Tocantins, com nove. São Paulo tem apenas um nessas condições. O Brasil tem 3,5 mil aeródromos, mas os privados normalmente contam com mais recursos e apresentam melhores condições.

Atualmente, 131 aeroportos públicos recebem operações regulares. Mas, segundo o diretor de Infraestrutura da Anac, Alexandre Gomes de Barros, existem pistas públicas fechadas desde 2005, como a de Magalhães de Almeida (MA). "A interdição é uma medida extrema porque priva a cidade do transporte aéreo", frisou.

Apesar de os problemas serem considerados simples, os administradores dessas pistas - governos estaduais e municipais - demoram a fazer as correções necessárias, por conta de orçamentos apertados ou simplesmente por outras prioridades de investimentos. Os aeródromos não recebem voos regulares, mas podem ser utilizados para serviços de táxi aéreo e por aviões particulares e agrícolas. Por isso, muitos governos consideram que é melhor deixar o "pequeno aeroporto" interditado do que gastar dinheiro para fazer a manutenção. "Existem administradores que não têm interesse em manter o aeródromo aberto pelos custos de conservação", diz Barros.

Na avaliação do diretor da Anac, em algum momento será necessário um debate dentro do governo sobre quais as vantagens de se manter aeródromos no País e determinar formas de financiamento. Em Estados do Norte, por exemplo, essas pistas são fundamentais. Em outros locais, onde há maior acesso aos meios de transporte, nem sempre essa premissa é verdadeira. "Ter 13,2% dos aeródromos fechados não chega a ser um problema para o País, mas demonstra a pouca utilidade deles para a sociedade", observa.

DESINTERESSE

A lentidão no cumprimento das normas de segurança, na análise de Barros, só sinaliza o desinteresse dos representantes públicos pelo negócio. A pista só é liberada quando todas as pendências são resolvidas. Segundo a Anac, as interdições somaram 33, em 2007, e 48, em 2008. O ritmo de liberações deixou muito a desejar. Foram apenas nove, em 2007, e dez, no ano passado. Segundo a Anac, no acumulado de janeiro a julho, houve 33 interdições em 2009. No mesmo período, apenas oito aeródromos foram reabertos, após a correção dos problemas. A agência pretende agora intensificar ainda mais a fiscalização. Atualmente, são inspecionados de 50 a 60 pequenos aeroportos por ano. Agora, a fiscalização ocorrerá com base nos indicadores de segurança e de desempenho - por exemplo, nos locais em que se registra maior número de acidentes.

 

 

O Estado de São Paulo
12/10/2009

Governo federal estuda modelo para concessão

Está em discussão no governo a criação de um modelo de concessão de aeroportos, visando sobretudo a ampliar a estrutura para a Copa-2014. De carona, alguns aeródromos rentáveis poderão interessar à iniciativa privada. O governo chegou a anunciar a intenção de conceder à iniciativa privada Tom Jobim (Rio) e Viracopos (Campinas).

Até hoje, no entanto, apenas o aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal, entrou no Plano Nacional de Desestatização. O governador de São Paulo, José Serra, já solicitou à Anac que se faça a concessão para uso privado dos aeroportos localizados no interior paulista.

 

 

O Estado de São Paulo
12/10/2009

Falta de verba paralisa 17 terminais na BA
O de Feira de Santana, 2.ª maior cidade do Estado, é um dos interditados
Tiago Décimo

Dos 81 aeroportos pequenos e médios e aeródromos controlados pelo Estado da Bahia, 17 estão interditados pela Anac. De acordo com a Gerência de Terminais Aeroportuários, do Departamento de Infraestrutura e Transporte da Bahia (Derba), o motivo para a proibição de uso das pistas é a falta de verba para manutenção dos locais.

"Em todos eles há problemas de isolamento da área de terminais", diz um dos responsáveis técnicos da gerência, que prefere não se identificar. "As obras de reparos já estão todas licitadas, mas não temos a verba para contratar os serviços, orçados em R$ 30 milhões. O montante previsto para este ano é de R$ 8 milhões", afirma o funcionário.

De acordo com fontes do Derba, os problemas de orçamento têm sido frequentes, o que leva o governo a tentar municipalizar a administração dos aeródromos da Bahia. "Quando a administração dos terminais foi transferida do governo federal para os Estados, não foram passados os recursos relativos às operações. A situação desses aeródromos não chama muito a atenção porque a maioria passa um, dois meses sem voos."

Há casos diferentes, porém. O Aeroporto Governador João Durval Carneiro, de Feira de Santana, segundo maior município da Bahia, está fechado pela Anac desde maio. A agência encontrou problemas no asfalto da pista, crescimento desordenado do matagal em volta do terminal e problemas no controle de animais em torno da pista, além de falhas na sinalização e no sistema de rádio.

A previsão é de que o aeroporto - que recebia, em média, dois voos por dia - só volte a funcionar no próximo mês.

MARANHÃO

Em Alto Alegre do Maranhão, a 350 quilômetros de São Luís, um trecho de asfalto de 700 metros às margens da BR-135 é chamado de "aeroporto" por moradores da região. Não há proteção entre a pista, a estrada e casas ao lado. Até o aeroporto de São Luís tem problemas. Localizado a sete quilômetros do aterro sanitário, sofre com a invasão de urubus na pista. Há dois anos, um Boeing da TAM foi danificado após colidir com uma ave.

Conforme a Anac, existem cadastrados 25 aeroportos ou campos de pousos regulares no Maranhão, mas em apenas cinco há voos regulares.

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