Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 27 de Junho de 2017
10/02/2009
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O Globo Online
10/02/2009 - 18:39h
Azul começa a voar para o Rio em abril
O Globo

RIO - A Azul Linhas Aéreas começará a voar para quatro novos destinos nos meses de março e abril, entre eles o Rio de Janeiro. Voos da companhia baseada em Campinas ligarão o aeroporto de Viracopos ao Galeão a partir de 1º de abril.

Nesta mesma data, entrará no ar a frequência da cidade do interior paulista para Navegantes, em Santa Catarina. Também passarão a ser atendidas pela companhia que já ligava Campinas a Curitiba, Porto Alegre, Vitória e Salvador as cidades de Fortaleza e Manaus, além de Recife, destino que já havia sido anunciado e entra no mapa de rotas da Azul ainda este mês.

Para a capital pernambucana, haverá voos noturnos, a partir de 18 de fevereiro, e diurnos, a partir de 12 de março, com tarifas que começam em R$ 239 por trecho. Em 16 de março, entra no ar a rota Campinas-Fortaleza, também com opções noturnas e diurnas. A data exata do início dos voos para Manaus não foi divulgada, mas será em março.

Junto com as novas frequências, a Azul lançou a promoção Azul 25, que dá 25% de redução na tarifa, no ato da reserva, aos passageiros que mencionarem a ação.

Nesta terça-feira, a Azul também informou ter fechado financiamento para sua frota de aeronaves com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil. A empresa, que começou a voar em dezembro, quer chegar a 12 aeronaves até junho, mas poderá adicionar mais duas ou mais quatro no segundo semestre, de acordo com as condições do mercado. Os detalhes da operação serão anunciados pelos bancos apenas no dia 17, informou a empresa.

 

 

O Globo Online
10/02/2009 - 17:03h
Azul fecha financiamento com BNDES e Banco do Brasil
Reuters/Brasil Online
Por Taís Fuoco

SÃO PAULO (Reuters) - A Azul Linhas Aéreas informou nesta terça-feira ter fechado financiamento para sua frota de aeronaves com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil.

"O primeiro ano está totalmente garantido", afirmou Pedro Janot, presidente da companhia, em encontro com a imprensa, referindo-se à frota prevista em 2009. A empresa chegará a 12 aeronaves até junho, mas poderá adicionar mais duas ou mais quatro no segundo semestre, de acordo com as condições do mercado.

Os detalhes da operação serão anunciados pelos bancos apenas no dia 17, informou a empresa.

A Azul, criada pelo fundador da norte-americana Jet Blue, David Neeleman, e que opera no país desde dezembro, também espera para a próxima semana uma decisão favorável da Justiça em relação ao aeroporto Santos Dumont (RJ).

O governo do Rio de Janeiro tem afirmado que quer que a companhia opere no Estado a partir do aeroporto do Galeão, o que inviabilizaria a operação de diversas rotas.

Segundo Janot, "a novela do Santos Dumont" deve chegar ao fim na próxima semana, depois que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prestar as informações solicitadas pelo juiz do processo impetrado pela companhia.

Ele lembrou que "a própria Solange Vieira (diretora da Anac) tem informado publicamente não ver razão operacional para que o Santos Dumont fique fechado".

CERTEZA DE QUE A EMPRESA DECOLOU

David Neeleman, que preside o conselho de administração da Azul, informou que a empresa, depois de transportar 11 mil passageiros em dezembro, multiplicou o número para 45 mil em janeiro. "Acho que em fevereiro vai ser mais que isso, mais ou menos 65 mil", disse ele.

De acordo com o executivo, só na segunda-feira a companhia "vendeu mais passagens do que em qualquer outro dia". Foram 4,3 mil vendas, segundo ele.

"Temos certeza de que a Azul decolou e se estabeleceu muito rapidamente", afirmou Gianfranco Beting, diretor de marketing da empresa.

A ocupação, que foi de 45 por cento em dezembro, passou a 59,1 por cento em janeiro. "São números de uma empresa muito consolidada, muito sólida", afirmou Beting.

A empresa anunciou nesta terça-feira que começa a voar para quatro novos destinos entre março e abril, completando nove rotas a partir de Viracopos, em Campinas (SP).

A empresa também lançou em seu site um programa de vantagens batizado de "Tudo Azul" onde, a cada 10 reais gastos, o cliente ganha 5 por cento em créditos e pode usá-los, a partir dos primeiros 50 reais, para abater nos preços das suas próximas passagens.

Segundo Neeleman, nem a crise nem a agressividade da concorrência mudarão o cronograma previsto pela empresa, que prevê chegar ao equilíbrio entre despesa e receita até dezembro deste ano.

A Azul encomendou 40 aeronaves Embraer e fez opção de compras para outras 36.

(Reportagem de Tais Fuoco; Edição de Alberto Alerigi Jr.)

 

 

Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
10/02/2009 - 12:23h

Justiça manda liberar créditos da Varig

O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio, determinou que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal de todo o país liberem para a Varig os créditos depositados em processos judiciais da companhia. O dinheiro a ser liberado vem de processos já findos e alguns até incinerados.

Na decisão, o juiz escreveu que "não há razão para manter recursos naquelas instituições, mormente quando a empresa deles depende para o giro normal de suas atividades" e determinou a imediata disponibilização das verbas.

 

 

Site Última Instância
10/02/2009

Juiz libera créditos da Varig no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal
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Priscila Cury

O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal de todo o país devem liberar para a Varig os créditos depositados em processos judiciais da companhia. O dinheiro a ser liberado vem de processos que já acabaram, sendo que alguns foram até incinerados. A sentença estipula prazo de 5 dias para que as instituições financeiras disponibilizem os valores.

De acordo com informações do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), a Varig, que está em recuperação judicial, tem direito aos créditos até para que isto auxilie a empresa a se reerguer economicamente. A sentença fundamenta que os artigos 49 e 59 da Lei 11.101/05, que disciplina recuperação das empresas e falência, prevê a novação dos créditos anteriores ao pedido de recuperação.

Fábio Rosas, sócio do TozziniFreire Advogados, explica que a novação extingue uma dívida para que este débito seja incluso no plano judicial. “Com o deferimento do pedido de recuperação, a dívida anterior é extinta e o débito passa a integrar o mesmo processo. Com isso, os valores serão pagos de acordo com o plano de recuperação judicial, que deve ser aprovado por todos os credores”, afirma o advogado.

Na decisão, o juiz esclarece que “não há razão para manter recursos naquelas instituições, mormente quando a empresa deles depende para o giro normal de suas atividades”.

O magistrado ainda faz referência ao que ocorreu com outra empresa durante processo de recuperação judicial, a Vasp, e aponta que naquela decisão a solução foi idêntica no sentido de disponibilizar valores referentes a verbas cuja novação se operou.

“No caso da Vasp, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) entendeu que ocorre a extinção de dívidas anteriores à recuperação judicial em razão de um fato superveniente, que foi o deferimento do próprio pedido de recuperação. Com isso, ocorre a novação não por causa de uma das partes, credores ou recuperanda, mas a dívida é extinta para ser inclusa no plano da recuperação judicial”, ressalta Rosas.

O advogado lembra que nem todas as dívidas devem ser extintas ou até mesmo suspensas, mesmo com a empresa passando por este processo. Alguns débitos comerciais, além dos tributários, são citados pela própria lei como excluídos dos efeitos da recuperação judicial.

“No caso de algumas dívidas, o juiz responsável pela recuperação judicial não tem competência para determinar a novação pois a própria lei deixa expressa a exclusão de tais créditos do plano de recuperação judicial”, diz o especialista.

O juiz inicia a sentença descartando um possível conflito de competência e reafirmando que cabe à Vara Empresarial do Rio julgar casos de recuperação judicial. Como fundamento, ele destaca que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) já se manifestou em muitas ocasiões sobre a competência da Justiça comum para analisar ações que digam respeito ao plano de recuperação judicial.

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) também se posicionou pela liberação do crédito.

 

 

O Estado de São Paulo
10/02/2009

Aeroporto admite não fiscalizar voos; Anac abre sindicância
Avião que ia de Coari para Manaus caiu no sábado, deixando 24 mortos; pista já havia sido fechada em 2006
Antonio Seixas Andrade e Bruno Tavares

O diretor do Departamento Aeroportuário de Coari, que administra o aeroporto de onde saiu o voo que caiu sábado em Manacapuru, Eufrázio Azevedo Filho, admitiu ontem que não existe nenhuma fiscalização de aeronaves no local, que é administrado pela Prefeitura e já havia sido interditado em 2006 pelas autoridades aeronáuticas por falta de segurança - pois até agricultores atravessavam a pista durante as decolagens. Por mês, o aeroporto opera 180 viagens e transporta, em média, 3 mil passageiros.

Por volta das 16 horas de sábado, o Bandeirante prefixo PT-SEA que seguia de Coari para Manaus caiu no Rio Manacapuru, provavelmente após uma pane em um dos motores e uma tentativa de pouso forçado. Das 28 pessoas a bordo do turboélice, só quatro foram salvas pela população ribeirinha, antes de a porta de emergência ficar travada. Os mortos foram enterrados ontem e a polícia e a Aeronáutica investigam o caso.

Dos 103 acidentes aéreos contabilizados em 2008, 98% envolveram aeronaves da aviação geral (táxi aéreo e jatos executivos). O panorama é tão preocupante que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) já preparam regras mais rígidas para o setor. A iniciativa, batizada de Decolagem Certa, tem o objetivo de vetar autorizações de voo para pilotos ou aviões cujas licenças estejam vencidas. O sistema informatizado, desenvolvido pela Gerência Regional do Nordeste, deverá estar instalado nos cerca de cem aeroportos públicos do País até maio.

Azevedo Filho disse que "a responsabilidade de todo o controle de embarque e desembarque no aeroporto é das empresas aéreas, que só repassam as informações à diretoria do aeródromo". "O piloto (do Bandeirante que caiu, deixando 24 mortos) se responsabilizou pelo número de passageiros, dizendo que tinha condições de voo. Só soubemos que havia excesso de passageiros depois do acidente", disse. Em Coari não havia sido deixada nem lista de passageiros. "Quem contou os passageiros foi uma pessoa ligada ao empresário que fretou a aeronave", informou.

O diretor, apesar de ser também o secretário adjunto de Defesa Social de Coari, também assume críticas feitas pela comunidade à administração - de que os donos das empresas usam a amizade com o prefeito para não prestar informações à direção do aeroporto. "São burladas as regras de aviação." Ele espera providências da Agência Nacional de Aviação Civil. O prefeito não comentou o caso.

A Anac abriu ontem processo administrativo para averiguar as condições de segurança operacional da empresa Manaus Aerotáxi. A sindicância pode durar de um a seis meses, dependendo das dificuldades encontradas na averiguação.

A Manaus Aerotáxi tem cadastrados na Anac seis aviões: dois modelos Turbo Commander, dois Bandeirantes (além do acidentado em Manacapuru) e um Xingu, aguardando liberação do Certificado de Aeronavegabilidade. A empresa opera desde 2003 e não havia, até sábado, registros de acidentes da Manaus Aerotáxi. A mais recente auditoria da Anac na empresa ocorreu em novembro e não foram constatadas irregularidades. Da mesma forma, a tripulação do turboélice que caiu no Rio Manacapuru estava com a documentação em dia.

 

 

O Estado de São Paulo
10/02/2009

Apuração vai investigar uso de querosene adulterado

Além da Aeronáutica, a Polícia Civil de Manacapuru e a Polícia Federal abriram inquérito para tentar descobrir as causas do acidente. Entre as hipóteses levantadas - além do excesso de peso, uma vez que o avião transportava 28 pessoas, enquanto a lotação máxima era para 21 - estão a falta de combustível e o uso de querosene adulterado, segundo integrantes do Comando da Aeronáutica em Manaus.

O tenente-coronel Vladimir Passos, do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-7), informou que, no momento, não se pode definir uma causa. A Manaus Aerotáxi afirmou que as aeronaves da empresa são abastecidas com combustíveis da BR e o Bandeirante tinha querosene suficiente.

A Anac informou que a obrigação de controlar a quantidade de passageiros é do piloto, o que não retira a responsabilidade da proprietária da aeronave. Mais importante do que a quantidade de passageiros, dizem especialistas, é saber o peso que o avião transportava. O manifesto de carga do avião, único documento oficial a respeito, não traz essa informação.

Passos teme que a caixa-preta do Bandeirante não tenha coletado todos os dados necessários para a investigação. Segundo ele, para fazer a degravação dos dados será preciso um identificador de voz, que possivelmente não existe no Brasil. Nesse caso, o equipamento seria enviado para outro país.

Até o fim da semana, as bagagens dos 24 mortos serão entregues aos familiares das vítimas. Ontem, um dos quatro sobreviventes, a assessora da Secretaria de Ação Social, Brenda Dias Moraes, foi ouvida pela polícia. Ela disse ter notado quando a turbina esquerda parou de funcionar e o avião perdeu altitude.

 

 

Folha de São Paulo
10/02/2009

OCEANAIR QUER OPERAR COM MAIS 4 AVIÕES

A OceanAir já negocia a vinda de quatro aviões da Airbus no segundo semestre para operar após a abertura do aeroporto Santos Dumont, no Rio.

Os novos aviões serão A319 e A320. As aeronaves deverão ser usadas em rotas para capitais como Brasília e Belo Horizonte.

 

 

Folha de São Paulo
10/02/2009

Anac não inspecionou avião que caiu no AM
Agência diz que, por falta de condições técnicas, faz fiscalização dos voos por amostragem; aeronave tinha excesso de passageiros
Em Coari, cidade de onde o Bandeirante decolou, não há equipe fixa da Anac; última inspeção da agência no local foi em outubro

O avião que saiu de Coari, no Amazonas, e caiu provocando a morte de 24 pessoas decolou sem passar por inspeção da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A agência alega que, por falta de condições técnicas, faz fiscalização por "amostragem" nos voos.

O Bandeirante EMB-110 estava com mais passageiros do que previa a capacidade máxima registrada na Anac. A Aeronáutica apura se o excesso de passageiros contribuiu para a queda da aeronave, no sábado.

Quando há um agente na Anac, são inspecionados itens como número de passageiros e documentação, tanto da aeronave quanto do piloto. Um processo administrativo é aberto em caso de irregularidade.

No aeroporto de Coari (AM), de onde o avião decolou e que tem movimento de cerca de 900 passageiros por semana, não há uma equipe fixa da Anac para fazer a inspeção. Nenhuma foi feita neste ano - a mais recente foi em outubro.

A Anac não informa a porcentagem das partidas e chegadas submetida a fiscalização. A quantidade é variável, diz. Um piloto que atua na região amazônica -que pediu anonimato- disse ser comum os jatos particulares e táxis-aéreos voarem com excesso de pessoas. Segundo ele, o pequeno número de voos e a falta de estrutura de transporte levam grande parte dos pilotos a dar "carona" a passageiros sem registrá-los no plano de voo.

A Anac abriu ontem processo administrativo para apurar as condições de segurança operacional da empresa Manaus Aerotáxi. O processo deverá levar de um a seis meses para ser concluído. Segundo a agência, não havia registro de acidentes envolvendo a empresa, que atua no mercado desde 2003.

Sem licença

Reportagem da Folha revelou, na semana passada, que de abril de 2008 a janeiro deste ano, a Anac fez uma inspeção em 200 dos 700 aeroportos públicos do país e flagrou 17.359 irregularidades. A maior incidência (3.119) foi a de pilotos sem um documento que atesta a capacidade física e psicológica para voo.

 

 

Folha de São Paulo
10/02/2009

Lista de mortos confirma que aeronave estava superlotada
KÁTIA BRASIL
DA AGÊNCIA FOLHA, EM MANAUS

A lista oficial de mortos divulgada ontem pelo IML (Instituto Médico Legal) do Amazonas revelou que o avião Bandeirante que caiu no rio Manacapuru (AM) matando 24 pessoas estava mesmo superlotado.

Havia quatro passageiros além do permitido. Isso porque, dos 26 passageiros, só três eram crianças de colo. A aeronave tinha capacidade para 19 pessoas sentadas.

Das sete crianças vítimas da tragédia, duas tinham dois anos e uma sete meses. As outras tinham de quatro a nove anos e não podiam estar no colo.

Um menino de nove anos também sobreviveu ao acidente. Yan da Costa Liberal estava no colo do irmão, Erick Evangelista da Costa Pessoa, 23, também sobrevivente.

Os dois estavam sentados em uma poltrona na traseira do avião. Em entrevista a um jornal local, Erick disse que estava com o irmão no colo porque a aeronave estava superlotada. "Todas as crianças estavam no colo", afirmou.

O avião da empresa Manaus Aerotáxi partiu de Coari por volta das 12h de sábado para um trajeto de uma hora até Manaus. Na metade do percurso, enfrentando turbulências e mau tempo, o piloto tentou pousar em Manacapuru.

Os irmãos e Ana Lúcia Reis Lauria, 43, conseguiram sobreviver porque a passageira Brenda Moraes, 21, conseguiu abrir a porta de emergência.

Ela disse não ter estranhado o fato de uma criança de nove anos viajar sobre o colo de um adulto. "Para mim estava em um voo lotado normal", disse.

Ana Lauria disse que só entrou na aeronave fretada porque três assentos estavam vazios. As passagens dela, de Brenda Moraes e da secretária municipal de Saúde, Joelma Gomes de Aguiar, 34, que morreu no acidente, foram compradas pela Prefeitura de Coari, da qual é prestadora de serviços.

A empresa Manaus Aerotáxi, responsável pelo avião, descartou a superlotação. O avião foi fretado pelo empresário Omar Melo Filho na agência L Tur, de Coari. À Folha o diretor de operações da empresa, o piloto Fernando Luiz Galvão Bezerra, disse que crianças de colo não afetam o peso do avião. "Acredito que teve algo além do problema no motor. O mau tempo, por exemplo." Bezerra disse que o voo era fretado e não houve venda de bilhetes.

 

 

Jornal de Turismo
10/02/2009

Webjet oferece tarifas promocionais em fevereiro

Para quem ainda não definiu para onde viajar nas férias, a Webjet Linhas Aéreas dá uma ajuda: durante o mês de fevereiro, a companhia oferece uma série de tarifas especiais para diversos destinos, principalmente para o Nordeste.

Durante a Webpromoção de verão, será possível viajar para Salvador partindo de São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília por, respectivamente, R$ 299, R$ 339 e R$ 299, por trecho. Quem preferir pular o Carnaval em um clima mais ameno, pode voar para Porto Alegre (a partir de São Paulo), por R$ 159. Dentro do Nordeste, é possível ir de Recife a Natal por tarifas a partir de R$ 99, até o dia 28.

A Webjet promove, também, voos extras para Porto Seguro, com saídas às quartas, quintas e sextas-feiras, partindo de Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesta promoção, o bilhete do Rio de Janeiro para Porto Seguro, por exemplo, custa a partir de R$ 259.

Mais informações sobre todos os trechos, voos, datas e horários das tarifas promocionais, além das demais rotas operadas pela Webjet, podem ser consultadas pelo telefone 0300-2101234 (custo de ligação local) ou em www.webjet.com.br.

 

 

Mercado e Eventos
10/02/2009

Gol implementa ações e atinge 94% de pontualidade

A Gol informa que melhorou significativamente seus índices de eficiência operacional. Entre os dias 14 de janeiro e 9 de fevereiro, a Companhia registrou redução acentuada em voos atrasados, aumentando a pontualidade de 68,3% para 94%. Esse desempenho é resultado de uma série de medidas que a Gol adotou em consonância com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Desde o dia 18 de janeiro, conforme agenda programada, os sistemas de check-in da Gol e da Varig estão completamente integrados, o que permitiu a unificação dos processos e otimizou o fluxo de atendimento aos clientes nos balcões. A Companhia também investiu ainda mais na capacitação dos seus colaboradores de aeroportos e reformulou escalas de trabalho, além de aumentar o quadro com a contratação de novos atendentes e terceirizados em serviços de rampa e handling.

Em outra frente, a Gol realizou ajustes pontuais em sua malha aérea, sobretudo nos horários de voos que partiam simultaneamente e em conexões. Com isso, conseguiu adequar o tempo de permanência das aeronaves em solo e agilizar as operações.

As medidas foram acompanhadas de um reforço no monitoramento dos indicadores operacionais diários, com a participação de integrantes de todas as áreas envolvidas na operação. Com esse reforço, a Companhia espera obter maior eficácia nas suas ações tanto preventivas quanto corretivas.

Adicionalmente, a Gol anuncia que está em processo de implementação de totens para autoatendimento nos terminais que ocupa nos principais aeroportos brasileiros. A instalação da facilidade em Guarulhos (São Paulo) e no Galeão/Tom Jobim (Rio de Janeiro) está agendada para o dia 16 de fevereiro e deve agilizar o check-in, contribuindo para a redução de filas.

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