Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017

07/01/2010

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Mercado e Eventos
07/01/2010

Trasbrasil e Vasp têm registro cancelado pela CVM

As companhias aéreas Transbrasil e Vasp, que não operam há algum tempo, tiveram seus registros cancelados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A comissão anunciou o cancelamento de registro de companhia aberta de 48 empresas e suspendeu o de outras dez. Na lista de suspensão, destaca-se a Varig Participações em Serviços Complementares e a Varig Participações em Transportes Aéreos.

 

 

Folha de São Paulo
07/01/2010

Empresa vai abrir fábrica de motor no país
DA REPORTAGEM LOCAL

A GE planeja investir US$ 118 milhões no Brasil em 2010 em aumento de capacidade e novas fábricas. A empresa está presente no Brasil há 90 anos.

Até pouco tempo atrás, produzia lâmpadas incandescentes e eletrodomésticos. Mas as fábricas de bens de consumo foram desativadas ou vendidas -os eletrodomésticos com a marca GE são produzidos pela mexicana Mabe- e hoje a companhia concentra seus negócios na produção de equipamentos de infraestrutura e serviços financeiros e de manutenção de aviões.

Do total de investimentos previstos para este ano, US$ 35 milhões serão alocados na expansão da capacidade de manutenção de turbinas da GE Celma em Petrópolis e para a instalação de uma fábrica de motores.

O serviço de manutenção de motores -principal atividade da GE no Brasil, com receita de R$ 1,2 bilhão em 2009- terá a capacidade ampliada em 50%, para 500 aviões/ano.

Quanto à fábrica, o terreno já foi adquirido, e a intenção é iniciar as atividades até o fim do ano.
Os motores GE são usados nos aviões da família 170/190 da Embraer.

Segundo o diretor de comunicação da Embraer, Carlos Eduardo Camargo, a instalação de uma fábrica de motores é um passo "importante" para o fortalecimento da indústria aeronáutica nacional. "Além de gerar empregos, a empresa poderá, aos poucos, nacionalizar parte da produção, adquirindo peças de fornecedores locais."

A fábrica de locomotivas da GE em Contagem (MG) receberá US$ 12 milhões de investimento para uma segunda linha de produção. A fábrica produz cem locomotivas por ano, exporta para a América Latina e não dá conta da demanda. Um novo contrato de venda de 50 locomotivas para a Cosan foi anunciado ontem por Immelt.

A GE se prepara ainda para iniciar, no terceiro trimestre, as atividades de uma fábrica de equipamentos médicos (diagnósticos por imagem e raio-X), também em Contagem. A fábrica receberá US$ 50 milhões.

Outros US$ 21 milhões serão destinados à expansão da produção de equipamentos de prospecção e produção de petróleo em Jandira (SP) e Macaé (RJ).

 

 

Folha de São Paulo
07/01/2010

GE abrirá centro de pesquisa no Brasil
Será o quinto empreendimento do tipo no mundo; gigante americana vê oportunidades de negócio de US$ 10 bilhões no país
Para Jeffrey Immelt, presidente mundial da empresa, investimento em pesquisa é demonstração da importância do Brasil

MARIANA BARBOSA
DA REPORTAGEM LOCAL

A General Electric anunciou ontem que pretende montar um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. Será o quinto centro de pesquisa da empresa no mundo.

O anúncio foi feito pelo presidente mundial da GE, Jeffrey Immelt, em São Paulo. "Pesquisa e inovação são o orgulho da GE. Não há nada mais importante que a companhia possa fazer para demonstrar nosso comprometimento com o Brasil do que a instalação de um centro de pesquisa", disse o executivo da maior empresa do mundo, segundo a "Forbes". "A economia do Brasil está muito forte. Estou impressionado com o progresso do país."

Além do centro, a empresa planeja investimentos de pelo menos US$ 118 milhões em expansão de capacidade, incluindo uma fábrica de turbinas em Petrópolis (RJ).

A empresa enxerga oportunidades de negócios da ordem de US$ 10 bilhões nos próximos três ou quatro anos com as obras de infraestrutura do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a exploração da camada do pré-sal.
O investimento no centro de pesquisa e sua localização não estão definidos. A disputa maior é entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, Estados onde se localizam as 15 fábricas da empresa no país.

A GE global faturou US$ 183 bilhões em 2008 e investe anualmente US$ 6 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. A empresa possui centros nos EUA, Alemanha, China e Índia.

Uma vez definida a sede, a construção deve levar de 12 a 15 meses. Segundo o diretor de relações institucionais da GE, Alexandre Alfredo, serão contratados engenheiros nacionais. "Queremos investir em talento local", disse.

As pesquisas devem se concentrar nas áreas de petróleo e gás, energia e aviação (turbinas) -setores onde estão concentrados os principais negócios da empresa no Brasil.

Apesar de estar no país há 90 anos, o Brasil ainda é relativamente pequeno dado o porte da GE. A subsidiária brasileira faturou US$ 3,3 bilhões em 2008, mas o número deve encolher para US$ 3 bi em 2009. A empresa vinha crescendo a uma taxa de 12% ao ano, e em 2008 deu um salto de 45% ante 2007. "Pretendemos recuperar e até superar os níveis de 2008 em 2010", disse o presidente da GE Brasil, João Geraldo Ferreira.

Immelt não quis falar sobre metas de crescimento para o Brasil, mas declarou: "Ficaria muito espantado se nos próximos três anos não fôssemos significativamente maiores do que somos hoje. Estamos muito bem posicionados para o crescimento da infraestrutura do Brasil."

A GE brasileira emprega 6.000 funcionários e, com os novos investimentos, deve contratar mais 600. Esse número não inclui os funcionários do centro de manutenção.

A crise afetou fortemente a GE lá fora, pois 50% dos negócios vêm de sua área financeira, a GE Capital. "Foram 18 meses muito desafiadores", disse Immelt. Nos primeiros nove meses do ano, o faturamento global da companhia encolheu 15%. Dentre as medidas tomadas, foi reduzida a importância dos serviços financeiros para 30%.

Quarta visita

Esta é a quarta visita de Immelt ao Brasil desde que assumiu o comando na GE, em 2001, em substituição a Jack Welch. Mas, desta vez, ele não tem encontros previstos com o presidente Lula nem com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). "Eu me encontrarei com grandes clientes", disse Immelt em uma conversa com jornalistas em um hotel em São Paulo.

A Folha apurou que o executivo estará hoje em Brasília apresentando o projeto do centro para o ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. Na sexta-feira, vai ao Rio, para encontros com os presidentes da Petrobras e da Vale.

 

 

O Dia
07/01/2010

Carlos Tufvesson: Coitado do maestro
Estilista

Rio - É deplorável, como cidadão que ama essa cidade, ver, a cada viagem, o estado do Aeroporto do Galeão no Rio, desrespeitosamente chamado de Antonio Carlos Jobim. No Terminal 1, inaugurado há 32 anos, vemos as ripas de alumínio nos tetos do projeto original semi-destruídas; banheiros inadequados a um aeroporto internacional, onde faltam de luz a papel, e fingers claustrofóbicos que dão medo, num retrato de total abandono.

Inexplicavelmente, aeroportos no Brasil todo foram reformados antes do Terminal 1 do Rio, que é a segunda porta de entrada de turistas no Brasil. O aeroporto foi deixado por anos como está, perdendo sua importância e seus voos, numa aparente represaria do Governo Federal pelo eterno oposicionismo do Rio de Janeiro — situação revertida na atual administração.

Há dois anos começaram a espalhar canteiros de obras por todo o aeroporto, em suposto sinal de que as necessárias reformas estariam sendo feitas. Ledo engano. As obras, muito mais de maquiagem do que estruturais, são mais um transtorno na vida de quem paga a tarifa de embarque mais cara do mundo. Locais do aeroporto que já passaram por essa ‘reforma’ hoje se encontram como antes ou apenas com uma chapa de fórmica na frente. Enquanto elevadores e escadas rolantes continuam enguiçados.

Como explicar que, no período de maior fluxo turístico na cidade do Rio, você chegue ao aeroporto e se depare com um teto aberto, cheio de fios de eletricidade quase na cabeça do usuário? A qualquer leigo fica evidente que bastava fechar o teto. Ou isolar a área. Pois nem isso! E ainda temos que ver, por 1 hora na fila de de embarque, a placa da Infraero na nossa cara dizendo que ‘está trabalhando para deixar o Galeão AINDA melhor’. Isso é ironia e duvidar da inteligência do usuário. Conar urgente!

 

 

Valor Econômico
07/01/2010

Concordata da Mesa tem pouco impacto na Embraer
Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos

A Embraer informou ontem que não é credora da companhia aérea americana Mesa Air Group, que entrou com pedido de concordata no Tribunal de Falências do Distrito Sul de Nova York, na terça-feira. Em janeiro de 2000, a Mesa fechou um contrato de leasing com a Embraer para a aquisição de 36 jatos regionais ERJ-145, de 50 assentos. O negócio, avaliado em US$ 720 milhões, foi financiado por vários bancos, inclusive o BNDES, que pediu garantias à empresa. As ações da companhia brasileira terminaram o dia com queda de 0,41% na bolsa, cotadas a R$ 9,60.

As garantias associadas às estruturas de financiamento do negócio com a Mesa Air, segundo a Embraer, são de US$ 67 milhões e fazem parte de um montante de US$ 493,2 milhões que a fabricante mantém como reserva, em uma conta separada, para cobrir eventuais perdas, sem abalar sua posição de caixa.

A assessoria de imprensa da Embraer não revela quais bancos financiaram essa operação para a Mesa, mas confirma que o BNDES é um deles. "Historicamente o BNDES é responsável por cerca de 35% dos financiamentos de todas as aeronaves entregues pela empresa". Segundo a assessoria, os contratos de leasing duram em torno de 12 a 15 anos e que, no caso , da Mesa Air, a maior parte do valor devido já foi paga.

O plano de recuperação judicial da Mesa Air prevê a redução da sua frota e o corte de custos. A companhia já colocou 52 aviões fora de operação e a previsão é que outros 25 deixem de voar até maio. A Mesa Air tem uma frota de 130 aeronaves, que voam para 127 cidades em 41 estados americanos, além de Toronto, no Canadá, e Hemosillo, no México. No contrato original com a Embraer, a companhia aérea fez a opção de compra de outros 64 jatos, mas não chegou a convertê-los em pedidos firmes.

Em nota, a Mesa informou que, durante o processo de recuperação, continuará a voar normalmente, sem interrupções, incluindo as operações de voo compartilhado com as parceiras United Airlines, Delta Air Lines e US Airways Group. O pedido de concordata da Mesa não inclui a companhia Go! Mokulele, segunda bandeira do grupo, que faz voos regulares para o Havaí.

Em nota à imprensa, o presidente do conselho e executivo chefe da Mesa, Jonathan Ornstein, disse que o pedido de concordata foi uma estratégia utilizada para romper os contratos de leasing de 136 aeronaves de sua frota, que já não são mais necessárias. O executivo disse ainda que esperar acelerar a conclusão de um processo movido contra a Delta Airlines, em que busca uma indenização de mais de US$ 70 milhões.

No mais recente relatório financeiro divulgado pela Mesa e encerrado em 30 de junho, a companhia americana registrou um prejuízo líquido de US$ 24,2 milhões. Nos documentos entregues à justiça americana, a Mesa listou uma dívida de US$ 869 milhões, com data-base em setembro de 2009. Em 2008 a Mesa transportou 11,2 milhões de passageiros, 2,8 milhões a menos que no ano anterior. Fundada em 1982, a companhia possui 3,5 mil empregados.

 

 

Valor Econômico
07/01/2010

GE quer ter plataforma de exportação em aviação no Brasil
Vanessa Dezem, de São Paulo

A maior oportunidade para a General Electric (GE) Brasil é o país se tornar um centro exportador da companhia, afirmou ontem, em São Paulo, o presidente mundial do conglomerado americano, Jeff Immelt. Em sua quarta visita ao país, desde quando tomou posse do cargo, em 2001, o executivo enfatizou o foco da companhia nos setores que envolvem infraestrutura no Brasil. Ele afirmou ainda a credibilidade que dá ao setor de aviação, com forte potencial de ganhar o desejado posto de fonte local de exportações da empresa.

"Estamos impressionados com o desenvolvimento econômico do Brasil. Há muitas oportunidades e a Embraer está fazendo um bom trabalho", afirmou Immelt, destacando um dos principais clientes do braço de aviação da empresa no Brasil.

Os números estão em linha com a estratégia da GE. Dos US$ 7,8 bilhões em faturamento acumulados pela GE América Latina no ano passado, US$ 3 bilhões vieram do Brasil. Do montante faturado pela empresa no país, US$ 1,2 bilhão é resultado das operações de aviação, o primeiro negócio a ultrapassar a marca do US$ 1 bilhão na região.

Com esse foco, a companhia anunciou ontem os primeiros planos de investimentos no país em 2010. Serão aplicados US$ 120 milhões nas áreas de energia, aviação e saúde. Desse montante, US$ 35 milhões vão para a GE Celma, braço de reparo e manutenção de turbinas para aeronaves localizada em Petrópolis (RJ). A ideia da multinacional é alocar os recursos no aumento da capacidade de manutenção da Celma e avançar para fabricação de turbinas no Brasil.

"Precisamos ampliar a operação na Celma. Há oportunidades, pois a quantidade de empresas fora do Brasil que fazem manutenção por ela é imensa", afirmou ao Valor o presidente da companhia no Brasil, João Geraldo Ferreira. "Produzir turbinas está no nosso radar", completou, sem afirmar quando isso deve acontecer. A diretoria da companhia, no entanto, afirma que o objetivo é começar a produção ainda neste ano.

A oportunidade de ser um centro de exportações surge paralelamente com a importância que o país tem assumido na empresa. Jeff Immelt veio ao país justamente analisar novas oportunidades de investimentos e negócios em infraestrutura e citou os setores de saúde, energia, óleo e gás, aviação e transporte como os mais promissores. "Eu ficaria muito decepcionado se a GE Brasil não crescesse substancialmente frente ao que é hoje nos próximos anos", disse. Nos últimos cinco anos, a companhia vem apresentando uma média de expansão de 12% ao ano no país.

O executivo veio ainda anunciar que o Brasil deve abrigar o novo centro de pesquisas da GE, inaugurando a rede na América Latina. A multinacional tem outros quatro centros de tecnologia: na Índia, nos EUA, na China e na Alemanha. Immelt, entretanto, não especificou o tamanho, a localização, nem os investimentos a serem realizados neste centro, termos que devem ser definidos com o governo. "Com uma forte base industrial e universidades de primeira linha, o Brasil é a escolha lógica para nossa próxima instalação", destacou.

 



Valor Econômico
07/01/2010

Carlyle é acionista majoritário da CVC
Alberto Komatsu, de São Paulo

Depois de dois anos de flerte, a CVC e o fundo americano de investimentos Carlyle anunciam hoje a maior transação da história do setor de agências de viagens no Brasil. O Carlyle tornou-se acionista majoritário da maior operadora de turismo do país, com cerca de 63% de participação. O valor do negócio não deve ser divulgado, mas pessoas próximas estimam que seria de aproximadamente US$ 600 milhões ou o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.

O fundador da CVC, Guilherme Paulus, permanece no conselho de administração, de nove membros. O atual presidente da operadora Valter Patriani, tido como peça-chave na empresa, onde iniciou carreira em 1978 como vendedor, continuará no cargo. No conselho, o Carlyle deverá ocupar seis cadeiras. O fundador da CVC, por sua vez, poderá indicar três pessoas.

Só a operadora foi negociada. Outras empresas do grupo, como WebJet, CVC Cruzeiros, GJP Administradora de Hotéis e Set Travel permanecem com Paulus. Os recursos da venda vão expandir a operação da CVC, que pretende se internacionalizar.

A CVC foi fundada em 1972, em Santo André. Cresceu com a venda de pacotes turísticos a funcionários de montadoras do ABC paulista. Em 2009, embarcou 2 milhões de pessoas. Já o Carlyle estreou no Brasil em 2007, ao comprar a Scopel, do ramo imobiliário, por US$ 70 milhões.

 

 

Consultor Jurídico
07/01/2009

Concorrência no ar
SDE diz que sete empresas aéreas formaram cartel

Após dois anos de investigações, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça concluiu que sete companhias aéreas de diversos países formaram cartel, a partir de operações no Brasil, nos serviços de transporte aéreo de carga. São acusadas as empresas Air France, American Airlines, KLM, ABSA, VarigLog, Alitalia e United Airlines.

“A SDE identificou provas de cartel na cobrança do adicional de combustível, no valor máximo autorizado pelo Departamento de Aviação Civil (DAC), entre 2003 e 2005. A investigação também concluiu que as empresas aéreas combinaram a data da implementação dos reajustes nos valores do adicional de combustível”, diz o Ministério da Justiça.

Também teriam sido encontradas evidências da participação ativa na operacionalização do cartel de executivos e funcionários das empresas citadas. No caso dos executivos, eventuais multas são de 10% a 50% da que for aplicada à companhia. Para os funcionários, ela pode variar de R$ 6 mil a R$ 6 milhões.

Publicado no Diário Oficial da União do dia 31 de dezembro, o parecer da SDE será encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Se condenadas, as empresas poderão pagar multas que variam de 1 a 30% do seu faturamento bruto no último exercício de ocorrência da prática investigada.

Autoridades de defesa da concorrência de outras jurisdições – como África do Sul, Austrália, Estados Unidos, Comissão Européia e Canadá - também movem processos por prática de cartel no transporte aéreo de carga, com objeto semelhante ao da investigação realizada no Brasil.

Histórico

O valor do frete cobrado pelo transporte aéreo de carga é determinado, não só pelo peso e volume da carga a ser transportada, mas também por outros componentes, como o valor dos impostos e das taxas legalmente definidas, como o adicional de combustível, que refletia variações no preço do combustível.

No Brasil, em 2003, o DAC aprovou a cobrança do adicional de combustível desde que sua adoção não fosse obrigatória e que fosse estipulado um teto máximo para sua cobrança. Assim, considerando que os valores aprovados pelo DAC não eram fixos, as empresas de transporte aéreo de carga tinham autonomia, de acordo com as regras da livre iniciativa e da livre concorrência, para fixarem individualmente o adicional de combustível da maneira que melhor lhes conviesse comercialmente, desde que não fosse ultrapassado o teto máximo estipulado pelo Departamento de Aviação Civil. Com informações do Ministério da Justiça.

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