Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quarta-Feira, 13 de Dezembro de 2017
06/02/2009
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Valor Econômico
06/02/2009

Azul recorre ao TRF para operar no Santos Dumont
(Roberta Campassi | Valor Econômico)

SÃO PAULO - Após ter seu pedido negado em primeira instância, a Azul Linhas Aéreas entrou com recurso no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região para fazer voos entre o Santos Dumont, no Rio, e Viracopos, em Campinas (SP). A empresa entrou com um agravo de instrumento, ontem, contra a decisão da 16ª Vara da Justiça Federal que, na terça-feira, negou um mandado de segurança para o início da operação no aeroporto carioca.
Atualmente, o Santos Dumont só pode ter operações para Congonhas, em São Paulo, e de aviões turboélice de até 50 lugares. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vem tentando extinguir a restrição. Ontem, segundo a Agência Brasil, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, viajou ao Rio para se reunir com o governador Sérgio Cabral (PMDB) e " tentar reduzir o atrito político e comercial em torno da proposta da Anac " de liberar o Santos Dumont. Cabral é o maior opositor à abertura do aeroporto.

 

 

Coluna Claudio Humberto
06/02/2009

Rio: Galeão receberá R$ 600 milhões

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, vai receber investimentos de R$ 600 milhões até 2011. Os recursos serão aplicados na modernização das áreas de embarque e desembarque e nas pistas do terminal da Ilha do Governador. O anúncio foi feito hoje (6) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, depois de almoçar com o governador Sergio Cabral. Segundo o Jobim, os investimentos serão feitos independentemente da privatização do aeroporto, cujo modelo pode ser definido até o meio do ano.

 

 

Estadão
06/02/2009

Pequeno avião faz pouso de emergência no mar da Austrália
Piloto conseguiu aterrissar aeronave em banco de areia com meio metro de água; ninguém ficou ferido

DARWIN, Austrália - Um piloto conseguiu aterrissar um pequeno avião e salvar sua vida e de seus cinco passageiros aos fazer um pouso de emergência no mar nesta sexta-feira, 6. A aeronave teve problemas logo após a decolagem do aeroporto na cidade de Darwin e Steve Bolle, que conduzia o equipamento, conseguiu descer a aeronave até um banco de areia em uma praia na região. Todos que estavam a bordo conseguiram deixar o avião e caminhar com segurança até a praia.


Seis pessoas que estavam no avião caminharam até a praia. Foto: AP

A aterrissagem arriscada lembrou o pouso dramático do Airbus 320 no rio Hudson, que teve problemas nas turbinas após se chocar com pássaros logo após a decolagem. Na ocasião, o piloto salvou as 155 pessoas a bordo e evitou um acidente de grandes proporções numa área populosa e cheia de edifícios em Nova York no mês passado.

O avião parou num banco de areia com cerca de meio metro de água. As pessoas conseguiram desembarcar e caminhar os 200 metros até a praia. Bolle levada cinco técnicos da empresa de informática CSG, proprietária da aeronave, para visitar uma comunidade remota a 500 quilômetros de Darwin, onde eles fariam serviços de manutenção na rede de computadores de uma escola, uma clinica de saúde e delegacias.

Segundo o diretor da empresa, Denis Mackenzie, o avião perdeu potência em um dos motores e o piloto percebeu que não conseguiria retornar ao aeroporto, decidindo pela aterrissagem na praia.

 

 

Valor Econômico
06/02/2009

Japan Airlines tem prejuízo e corta projeções para o ano fiscal

SÃO PAULO - A Japan Airlines anunciou nesta sexta-feira um prejuízo líquido de 38,5 bilhões de ienes (US$ 424,91 milhões) no terceiro trimestre fiscal, encerrado em dezembro. Em igual período do exercício anterior, a companhia tinha registrado um lucro líquido de 13,14 bilhões de ienes.

No período de abril a dezembro do ano passado, que resume os três primeiros trimestres do ano fiscal, a empresa teve um prejuízo líquido de 1,9 bilhão de ienes, significando uma piora de 22,3 bilhões de ienes frente ao mesmo intervalo do ano anterior.

Ainda no período de nove meses, o prejuízo operacional foi de 17,5 bilhões de ienes no segmento de transporte aéreo, uma queda de 88,8 bilhões de ienes ante igual intervalo de 2007. Já a receita operacional do grupo ficou em 1,374 trilhão de ienes, evidenciando um declínio de 1,3%.

Os resultados da Japan Airlines foram fortemente influenciados pelas despesas com combustível. "Nossos gastos operacionais foram afetados pela volatilidade dos preços dos combustíveis, que caíram muito no começo do segundo semestre, depois de permanecerem altos no início deste ano fiscal", afirmou a companhia em nota.

"Ultimamente não conseguimos nos prevenir do aumento dos custos com combustível que cresceram 107,4 bilhões de ienes na comparação frente ao ano anterior", completou.

Diante das expectativas de que a demanda mundial continuará a cair, acompanhando os efeitos da crise financeira internacional, a Japan Airlines alterou suas projeções para o ano fiscal terminado em março. A empresa, que antes previa 13 bilhões em lucros, agora acredita que registrará um prejuízo líquido de 34 bilhões de ienes.

Sobre seus planos para 2009, a empresa completa: "Com a confiança dos negócios caindo e a expectativa de que a demanda se retraia mais do que o originalmente esperado, nossa pressão para melhorar os resultados será focada mais em redução de custos e na melhora da produtividade".

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