Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Segunda-Feira, 21 de Agosto de 2017

06/01/2010

Notícias Anteriores

Folha de São Paulo
06/01/2010

RG será obrigatório para poder embarcar em avião
Documento terá de ser mostrado no portão de embarque; hoje, só é feito no check-in
Resolução, que vale a partir de março, amplia prazo de validade dos BOs nos casos de perda do documento, de 15 dias para dois meses

JOHANNA NUBLAT
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A partir de 1º de março, quem embarcar no país, em voo doméstico ou internacional, deverá apresentar um documento de identificação ao ser chamado para o embarque. Hoje a identificação é feita apenas no check-in (e pela PF, em voos internacionais). No portão de embarque, somente o cartão de embarque é cobrado.

Essa é uma das alterações prevista em uma resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) publicada no "Diário Oficial" da União, no mês passado. A medida tem o objetivo de "garantir que o passageiro que efetivamente entra na aeronave é o mesmo que consta do cartão de embarque", segundo explica Rodrigo Ferreira de Oliveira, superintendente de infraestrutura aeroportuária da agência.

Essa troca de passageiros é mais frequente do que se pensa, afirma Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias). "Outro dia aconteceu um problema até com uma artista, que estava levando a mãe de graça, numa passagem que era de outra pessoa", disse ele.

Para Jenkins, o "duplo check" é necessário. Ele substituirá a conferência da identidade de quem fez check-in on-line.

Atrasos nos voos em decorrência da cobrança do documento na porta da aeronave não devem acontecer, diz o Snea. Segundo Jenkins, alguns testes foram feitos e não causaram demoras significativas.

A conferência da identidade do passageiro no embarque é feita nos principais aeroportos da América do Norte e da Europa, afirmou a Anac.

No Brasil, o duplo check já foi realizado. Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), a conferência foi feita de maneira experimental e suspensa após ter provocado longas filas. A estatal, a Anac e o Snea não souberam dizer quando a prática foi interrompida.

A resolução também amplia o prazo de validade dos boletins de ocorrência usados em casos de perda do documento de identificação, dos atuais 15 dias para dois meses -e eles poderão ser usados mais de uma vez.

Também será permitido o uso de documentos expedidos por poderes Legislativo e Judiciário estaduais (a atual só permite federais), e o prazo de validade do uso do protocolo de pedido de identidade do estrangeiro será ampliado para seis meses.

 

 

Folha de São Paulo
06/01/2010

Cliente da Embraer nos EUA pede concordata
DA REUTERS

A companhia aérea norte-americana de voos regionais Mesa Air Group pediu proteção contra falência em um tribunal de Manhattan para "chegar a uma conclusão em melhor tempo" sobre seu litígio com a Delta Air Lines.

A empresa tem em sua frota cerca de 20 aviões da Embraer. Por meio da assessoria, a Embraer disse que não é credora da Mesa Air, mas tem parcelas a receber do leasing das 36 aeronaves ERJ-145 adquiridas pela empresa há dez anos. Segundo a Embraer, o pagamento está em dia.

 

 

Valor Econômico
06/01/2010

Anac deve acabar com o adicional de combustível
Alberto Komatsu - De São Paulo

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) finaliza uma minuta de resolução para extinguir o adicional de combustível. Esse é o nome de uma tarifa de até US$ 0,60 que compõem o preço do frete de transporte aéreo de cargas. Ontem, o Valor publicou que a Secretaria de Direito Econômico (SDE) concluiu parecer no qual pede condenação de sete companhias aéreas por formação de cartel no transporte de cargas. Investigações que duraram dois anos mostraram que elas usaram esse adicional para combinar preços comuns, por meio de troca de e-mails.

"A diretoria da Anac deve colocar em breve a resolução em consulta pública. Queremos eliminar a cobrança do adicional por uma questão de transparência", afirma o superintendente de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado da Anac, Juliano Alcantara Noman. Segundo ele, a agência esperava que a liberdade de preços no setor de cargas, implementada pela Anac no ano passado, eliminasse naturalmente o adicional, o que não aconteceu.

O parecer da SDE que pede a condenação das sete empresas aéreas por formação de cartel será encaminhado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que fará o julgamento final. As empresas listadas são ABSA, Air France, Alitalia, American Airlines, KLM, VarigLog e United Airlines. Elas estão sujeitas a multas que variam de 1% a 30% dos seus faturamentos no transporte de cargas, no Brasil. As companhias não se pronunciam até a decisão do Cade.

Também são réus nesse processo 15 pessoas, entre executivos e funcionários, que também poderão ser multadas. Para empresários e diretores, a penalidade pode alcançar até 50% da multa à empresa. Para funcionários, o valor máximo é de R$ 6 milhões.

O último boletim de desempenho do transporte de cargas aéreas no Brasil, antecipado ao Valor pelo Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), mostra que, de janeiro a novembro de 2009, foram transportadas 1,1 milhão de toneladas de cargas nacionais e internacionais. Isso representou um recuo de 15,17% em relação ao volume do mesmo período de 2008, quando o transporte aéreo movimentou 999,3 mil toneladas.

"A carga aérea depende fundamentalmente de importação. Com a crise, houve uma queda das vendas de equipamentos e produtos nacionais de maior valor agregado. Em novembro houve reação", afirma o brigadeiro Allemander Pereira Filho, consultor do Snea e ex-diretor da Anac. Em novembro, o transporte de cargas aéreas nacionais e internacionais totalizou 111 mil toneladas. No mesmo período do ano passado foram 91,1 mil toneladas, o que representou um crescimento de 21,8%. Foi a primeira variação positiva mensal registrada em 2009, diz o Snea, com dados da Infraero.

 

 

Valor Econômico
06/01/2010

Japan Airlines em alta

As ações da Japan Airlines (JAL) fecharam em alta de 2,3% na Bolsa de Tóquio, após os trabalhadores da empresa terem aceito reduções de cerca de 50% de seus futuros pagamentos de pensão, segundo a Bloomberg. A maior companhia aérea da Ásia, em vendas, recebeu o apoio de 68% de seus empregados, afirmou ontem o porta-voz da JAL, Satoru Tanaka. Um terço de seus aposentados concordaram em reduzir em 30% seus benefícios, segundo Tanaka.

 

 

Valor Econômico
06/01/2010

Anac prepara minuta

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) finaliza uma minuta de resolução para extinguir o adicional de combustível. Esse é o nome de uma tarifa de até 60 centavos de dólar que compõem o preço do frete de transporte aéreo de cargas. "A diretoria da Anac deve colocar em breve a resolução em consulta pública. Queremos eliminar a cobrança do adicional por uma questão de transparência", disse o superintendente de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado da Anac, Juliano Alcantara Noman.

 

 

Valor Econômico
06/01/2010

Thai Airways

O ministro dos Transportes da Tailândia, Sopon Zarum, informou que o presidente-executivo da companhia aérea Thai Airways, Wallop Bhukkanasut, renunciou em meio às acusações de que Bhukkanasut teria abusado seu poder. O executivo era ainda alvo de uma investigação interna de que não teria pago taxa de excesso de bagagem durante uma viagem entre Tóquio e Bangcoc, segundo a Bloomberg.

 

 

Valor Econômico
06/01/2010

Ranking aéreo

A companhia aérea melhor avaliada por passageiros brasileiros em 2009 foi a OceanAir, com nota média de 7,5, divulgou ontem a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A votação foi realizada por meio do "espaço do passageiro", um portal de serviços hospedado no site da Anac com 2,1 mil pessoas cadastradas. A Trip foi a segunda colocada, com nota média de 7,3. Entre as internacionais, a melhor foi a Avianca, com 8,29.

la PF, em voos internacionais). No portão de embarque, somente o cartão de embarque é cobrado.



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