Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 17 de Outubro de 2017

05/03/2010

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Jornal a Tarde Online
05/03/2010
Hotel da Bahia vai a leilão em 45 dias e já desperta interesse

Apenas empresas do ramo hoteleiro e com o compromisso de manter o Hotel da Bahia funcionando poderão participar do leilão que será realizado dentro de 45 dias. O acordo entre o Instituto Aerus, proprietário do imóvel, e a Secretaria do Turismo (Setur) firmado na quarta-feira, 3, prevê a liberação de uma linha de crédito de até R$ 15 milhões pela Desenbahia para quem arrematar o Hotel da Bahia. O imóvel vale R$ 25 milhões e abriga quatro obras de Caribé e uma de Genaro de Carvalho, estimadas em mais de R$ 1,650 milhão.

A busca por uma solução rápida foi a tônica do acordo. Para o Aerus, a venda do imóvel vai ficar mais fácil com o financiamento. “Será um atrativo a mais. Precisamos de liquidez (dinheiro em caixa) para quitar os compromissos com nossos beneficiários”, explica o interventor Aubiérgio Barros. De acordo com ele, em outubro do ano passado, sete grandes grupos fizeram visitas técnicas ao hotel. “Na época, não houve compradores porque o hotel estava ocupado e isso acabou afastando os investidores”.

A solução rápida será boa para o Estado também. O Hotel da Bahia seria o segundo cinco estrelas a fechar as portas em Salvador em menos de um ano. O secretário de Turismo, Domingos Leonelli, minimizou a situação, apontando problemas na gestão do Salvador Praia Hotel e da Rede Tropical como justificativa. “O Centro Histórico está decadente? Se for assim, a CVC e sete grupos hoteleiros são todos bobos. O Hilton é burro? O Fasano está indo para a Castro Alves”, respondeu assim a uma repórter na entrevista coletiva.

Na hora da resposta “racional”, como frisou, lembrou que o Centro abriga bons restaurantes. Quem apontou a falta de investimentos na região foi a Rede Tropical, ao falar sobre os motivos para deixar Salvador. De acordo com a Setur, os aportes previstos para a implantação de hotéis passou de US$ 2,2 bilhões para US$ 5,8 bilhões entre 2006 e 2009, num crescimento de 150%.

O diretor-superintendente de marketing e vendas da Rede Tropical, Eduardo Pereira, disse na quarta que não havia nenhum acerto quanto à permanência dos utensílios do grupo no hotel, diferente da informação passada por Leonelli, de que a empresa teria pedido à Aerus para manter os utensílios no local. A venda com o equipamento montado costuma ser mais simples. “A gente pode sentar e procurar uma solução, inclusive se houver interesse em manter o hotel aberto por mais algum tempo”, avisou.

Na quarta, a Secretaria do Turismo recebeu um representante da operadora CVC, que teria manifestado o interesse em participar do leilão. “Eles veem no Hotel da Bahia o potencial para um empreendimento de alto luxo, como o Copacabana Palace”, comparou Leonelli.

 

 

O Estado de São Paulo
05/03/2010

Aeroporto privatizado dá lucro em Cabo Frio

Desestatizado em 2001, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, é um dos três administrados por uma empresa privada no País (os outros são os de Juiz de Fora(MG) e Porto Seguro(BA). A licitação, promovida no governo Fernando Henrique Cardoso, foi realizada em 2001, e a vencedora, a concessionária Costa do Sol, obteve o que o governo não tinha conseguido nos três anos em que esteve à frente da operação: fazer o aeroporto dar lucro.

Aproveitando a proximidade com Macaé, onde se concentra o pólo petrolífero da Bacia de Campos, a Costa do Sol montou uma base alfandegária em 2003. O fluxo de cargas cresceu graças às facilidades oferecidas, como menor tempo gasto no desembaraço das mercadorias e atendimento especial para as companhias petrolíferas. O maior avião do mundo, o russo Antonov, já pousou em Cabo Frio trazendo a bordo um helicóptero destinado à Bacia de Campos.

Em oito anos, a Costa do Sol, cuja concessão tem validade de 22 anos, investiu R$ 80 milhões na infraestrutura e ampliação do aeroporto, que emprega 150 funcionários. Em 2009, o equivalente a R$ 525 milhões em cargas passou por Cabo Frio, gerando receitas tributárias de R$ 157 milhões. Isso porque os passageiros são poucos. No ano passado, passaram pelo aeroporto 30 mil passageiros, que representaram 2,5% do faturamento de R$ 40 milhões (ou 2,7 vezes a receita de 2008, quando o aeroporto apresentou um lucro de R$ 2,5 milhões).

Na verdade, a ênfase no transporte de cargas foi uma resposta dos operadores do terminal a esse fluxo reduzido de passageiros, principalmente a partir da crise argentina, no começo da década, que afastou de Cabo Frio os turistas do país vizinho. "A criação do terminal de cargas foi a solução para viabilizar a operação", afirma Murilo Junqueira, presidente do aeroporto. "Quando só operávamos com passageiros, os sócios tiveram de pôr dinheiro para manter o aeroporto funcionando." Hoje, há voos ligando Cabo Frio a Montevidéu, Santiago, Buenos Aires, Miami e Belo Horizonte.

 

 

Estadão
05/03/2010

Anac marca partilha de pousos e decolagens em Congonhas para a próxima 2ª
Seis companhias aéreas disputarão os 355 horários que não estão sendo usados no aeroporto
Michelly Chaves Teixeira, da Agência Estado

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) agendou para a próxima segunda-feira, 8, às 14h, a redistribuição dos 355 slots (horários de pouso e decolagens) que não estão sendo usados no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

Seis companhias aéreas participarão deste processo, que estava travado por liminar da Pantanal, companhia que foi comprada pela TAM. São elas: NHT, Webjet e Azul, que ainda não operam neste terminal, além de OceanAir, Gol/Varig e TAM.

Em nota, a Anac explica que, após a escolha dos horários, providenciará a alocação dos slots para as companhias participantes. Depois disso, elas terão 30 dias para iniciar os voos. As rotas são definidas pelas empresas, de acordo com suas estratégias comerciais, e precisam da prévia aprovação da agência.

Na quarta, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade que a Anac pode distribuir 61 slots que pertenciam à Pantanal. Ela perdeu estes horários, segundo a Anac, por não cumprir com a regularidade mínima dos voos.

Mesmo com a redistribuição dos slots, o Aeroporto de Congonhas continua com a limitação de receber, no máximo, 30 pousos ou decolagens por hora da aviação comercial (no máximo 496 slots por dia e 3.472 por semana, considerando o horário de funcionamento do aeroporto). "Como serão distribuídos os 355 slots já disponíveis e que não estão sendo utilizados, não haverá alteração no número de movimentos", reforça a Anac, em nota.

Para partilhar os slots, a Anac fará um sorteio público entre as companhias aéreas que já operam naquele aeroporto (OceanAir, Gol/Varig e TAM, nesta ordem) e as empresas que pretendem iniciar suas operações (NHT, Webjet e Azul). Durante a distribuição, cada empresa escolherá de dois até 14 slots por vez e a sessão será encerrada quando todos os slots forem distribuídos.

 

 

Valor Econômico
05/03/2010

Anac marca sorteio

A Agência de Aviação Civil (Anac) marcou para segunda-feira o sorteio de 355 horários de pouso e decolagem ("slots") no Aeroporto de Congonhas. Esta semana, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a redistribuição dos 61 "slots" que pertenciam à Pantanal. Apesar da decisão do STJ, há recurso da empresa aérea tramitando no Tribunal de Justiça de São Paulo. A Anac convocou as seis habilitadas, NHT, Webjet, Azul, OceanAir, TAM e Gol, para reiniciar a audiência.

 

 

Site R7
05/03/2010

Piloto passa 13 anos voando com licença falsa
Sueco foi preso na Holanda quando se preparava para decolar para a Turquia

Um sueco de 41 anos foi preso no aeroporto de Schiphol, na Holanda, por pilotar aviões com uma licença falsa. O malandrão já enganava as autoridades há 13 anos.

O pilantra já estava no cockpit do Boeing 737 da Corendon Airlines, se preparando para decolar para Ancara, na Turquia, com 101 passageiros a bordo, quando a polícia holandesa invadiu o avião e o prendeu, após um contato de autoridades suecas.

A companhia aérea turca havia sido informada pela polícia com antecedência e já tinha um segundo piloto preparado para o voo, que seguiu viagem normalmente.

O piloto falso tinha cerca de 10 mil horas de voo. Ele havia trabalhado para companhias aéreas da Bélgica, Reino Unido e Itália.

No momento da prisão, o sujeito, surpreendentemente, parecia aliviado com o fim da farsa.

O sueco era, de fato, piloto de avião, mas nunca conseguiu obter autorização para transportar passageiros.

Segundo algumas autoridades holandesas, o malandro é um playboy que gostava de viajar pelo mundo e tem uma namorada "em cada aeroporto".

Na cadeia, o sueco se descreveu como sendo um fotógrafo que vive em Milão, na Itália, mas que curte voar pois "adora ver o mundo do alto".

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