Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sexta-Feira, 28 de Abril de 2017
03/08/2009

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Site Portugla Digital
03/04/2009

TAP Manutenção e Engenharia Brasil recebe certificação norte-americana
A empresa atua de forma completamente integrada, com procedimentos operacionais padronizados entre suas três bases: uma em Portugal (Lisboa) e duas no Brasil (Rio de Janeiro e Porto Alegre).

Rio de Janeiro - A TAP Manutenção e Engenharia Brasil, empresa do grupo TAP, recebeu da FAA (Federal Aviation Administration), autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, a certificação para realização de manutenção em aeronaves da fabricante Airbus, modelos A330 e A340. A empresa também já é certificada pela FAA para os modelos A300-B4, A300-600 e A310.

Membro da "Airbus MRO Network" (rede de empresas credenciadas pela fabricante Airbus, para manutenção de suas aeronaves), desde dezembro de 2008, como afiliada da TAP Manutenção e Engenharia, a TAP M&E Brasil já estava certificada pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil, Brasil) e pelo TCCA (Transport Canada Civil Aviation) para as mesmas aeronaves e, agora, amplia seu potencial de negócios podendo realizar manutenção também em aviões de matrícula norte-americana, anunciou a empresa em comunicado divulgado nesta segunda-feira.

A TAP M&E Brasil também é certificada pela FAA para vários outros modelos de avião. A TAP Manutenção e Engenharia tem investido no sentido de capacitar suas instalações para a frota Airbus, buscando o aprimoramento técnico e a sinergia entre as unidades de Portugal e Brasil.

Atualmente, atua de forma completamente integrada, com procedimentos operacionais padronizados entre suas três bases: uma em Portugal (Lisboa) e duas no Brasil (Rio de Janeiro e Porto Alegre), além de uma equipe de vendas única.

 

 

Coluna Claudio Humberto
03/08/2009

Confiar, desconfiando

Aposentados da Varig desconfiam de “jeitinho” no acordo do governo, semana que vem, com o fundo Aerus, negociado pela neoanistiada política Graziela Baggio, presidente do Sindicato dos Aeronautas.

 

 

Site Monitor Mercantil
03/08/2009 - 20:08h

Falta de planejamento

Vivemos em um país que desconhece com certeza o que é planejamento. Desde 1986, quando teve início a sucessão de planos econômicos que seguiram até 1994, com o Plano Real, inúmeras empresas brasileiras foram pegas de surpresa por furacões criados pelos economistas experimentadores que não sabiam o que faziam. Pouca gente lembra que um dia o Brasil foi exportador de calçados, com seus produtos sendo vendidos nos Estados Unidos e na Europa, competindo com qualidade e preço com os melhores fabricantes mundiais.

O Plano Cruzado foi o primeiro ataque à indústria de calçados brasileira, com o congelamento do dólar e o fim dos incentivos fiscais à exportação. Da noite para o dia, regiões como a de Franca e Jundiaí, em São Paulo, e cidades do Paraná viram-se obrigadas e renegociar dívidas até então inexistentes e a demitir funcionários diante da perda de mercados externos. Hoje, o Brasil deixou de ser exportador para se tornar um dos maiores compradores latino-americanos de calçados chineses. Ou seja, graças aos nossos sucessivos governos, milhares de trabalhadores brasileiros perderam seus empregos para chineses que ganham US$ 50 por mês.

Tento entender como funciona a cabeça dos homens que habitam o poder em Brasília. Manter empregos mediante renúncia fiscal, para manter a competitividade de setores produtivos é manter o emprego e salário de pessoas que consomem e pagam impostos. A queda na arrecadação absoluta é momentânea e se recupera em curto prazo, consequência do crescimento do mercado interno.

Manter a capacidade de competição de produtos brasileiros no exterior não é sinônimo de protecionismo, principalmente quando se trata de proteger a economia nacional de países como a China ou a Coréia. O atual governo, que busca mercados de países do Terceiro Mundo para nossos produtos, poderia tentar ser ousado e voltar a incentivar a indústria a exportar para o primeiro mundo. Qualidade temos, o problema é o próprio governo. A inexistência de programas federais e estaduais de apoio à exportação se traduz na decadência de regiões onde ocorreu a quebra econômica derivada dos planos Cruzado, Verão e Collor.

Hoje pagamos o preço de vermos a Varig liquidada, mesmo tendo crédito suficiente para sanear suas dívidas fiscais, aguardando julgamento final no STJ. Temos regiões nos estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul com altos índices de desemprego. Até a pecuária ineficiente e sem apoio atinge em cheio a economia de estados como Mato Grosso e Goiás.

Por isso fico me perguntando onde está o país em crescimento que existe na propaganda oficial? Deve ser lá que fica a agência do INSS que eles mostram na TV, porque até hoje não a encontrei.

 

 

G1 - O Globo
03/08/2009

Parentes de passageiros de voo desviado reclamam de falta de informação
Voo ia do Rio para Houston, e parou em Miami por causa de turbulência.
Segundo companhia, cerca de 28 pessoas foram atendidas no local.

Parentes de passageiros brasileiros do voo 128 da Continental Airlines, desviado para Miami depois de uma turbulência, reclamaram nesta segunda-feira (3) da falta de informações da companhia aérea.

O gerente Gilmar Pereira foi ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no subúrbio do Rio em busca de notícias da mãe, mas não conseguiu: os guichês da Continental Airlines estavam vazios durante a tarde.

Segundo ele, Angela de Oliveira embarcou para Houston para visitar a filha.
“Não souberam [a companhia] me dar informações precisas sobre ela, ficaram de me retornar, não me retornaram. Vim aqui buscar informações, mas não tinha ninguém”, reclamou.

Gilmar só teve notícias da mãe depois que a irmã dele ligou dos Estados Unidos. “Ela disse que ela tá com o dente quebrado, hematomas no rosto”, contou.

A filha, o genro e os dois netos de Jorge estavam no voo. Ele foi até o aeroporto em busca de informações, mas só conseguiu se tranqüilizar depois que uma prima ligou dos Estados Unidos e disse que todos passavam bem. “Ela passou agora a informação dizendo que meus netos minha filha estão todos bem", contou.

"Quando começou a turbulência mal deu tempo, ele já foi lançado pro alto e caiu de novo na cadeira. Ele viu pessoas muito machucadas, com cabeça machucada, pescoço machucado. Foram momentos muito duros, acho que hoje eu nasci de novo, contou a avó de um passageiro do voo, de 13 anos.

A Continental Airlines informou que está atendendo a 179 famílias e por isso, o telefone da companhia pode ficar congestionado. Na parte da tarde, já havia funcionários trabalhando no guichê da companhia.

Mais de 20 feridos

A turbulência que deixou mais de 20 feridos e fez com que o voo 128 da Continental, que ia do Rio de Janeiro a Houston, fosse desviado para Miami, fez alguns passageiros acharem que o avião ia cair, segundo relatos publicados pelo jornal local "Miami Herald".

"Parecia que o avião estava caindo", contou Carolina Portella, de 18 anos, que segundo o jornal viaja ao Brasil durante o verão norte-americano. Segundo as testemunhas, por 10 segundos o avião balançou de forma violenta, e as máscaras de oxigênio chegaram a cair na frente dos passageiros.

"Pensei tudo isso que a gente pensa antes de morrer", relatou uma brasileira às redes de TVs norte-americanas, no desembarque em Miami. A companhia aérea não informou os nomes e nacionalidades dos passageiros do voo, nem dos que ficaram feridos.

"Tive sorte que a minha mãe estava me segurando", contou a menina Mariana Maia, de 9 anos, que machucou levemente a perna.

Segundo os serviços de emergência de Miami, um caminhão da empresa que fornece alimentos à companhia aérea foi usado no resgate, já que ele tem uma plataforma que pode ser elevada à altura do avião.

Autoridades do transporte aéreo norte-americano estão investigando as causas da forte turbulência.

Informações

A empresa Continental Airlines divulgou um comunicado oficial nesta segunda disponibilizando um telefone exclusivo para as famílias dos passageiros do voo 128, que teve que ser desviado de seu curso por fortes turbulências.

Para residentes no Brasil, o número é o 0800 891 5257 e para quem mora nos EUA o telefone é o 00 XX 1 713 324 5080.

Segundo o comunicado da empresa, havia 168 passageiros e 11 tripulantes a bordo do Boeing 767-200. O voo partiu do Rio de Janeiro às 21h45 de domingo e estava a uma hora de Miami quando passou pela área de turbulência.

Alguns passageiros foram transferidos para hospitais e aproximadamento 28 receberam cuidados médicos no local. Segundo a agência de notícias Associated Press, quatro pessoas estão gravemente feridas.

Turbulência

Segundo a empresa aérea, "a aeronave estava a uma hora de Miami quando passou pela área de turbulência. Os sinais de apertar cintos estavam acionados.". O avião decolou do Rio na noite de domingo e tinha chegada prevista em Houston às 6h (horário local) desta segunda-feira.

Segundo a Continental e os serviços médicos do Aeroporto Internacional de Miami, aproximadamente 28 passageiros receberem atendimento médico no local, dos quais 14 foram transferidos a hospitais para um melhor tratamento.

Um porta-voz do Corpo de Bombeiro de Miami disse que entre os feridos, quatro estavam em estado grave. "Pode ser grave por ferimentos causados diretamente por traumas ou condição médica grave devido ao susto", afirmou o porta-voz Elkin Sierra.

Os demais passageiros foram encaminhados para Houston em outro voo nesta segunda-feira, disse o porta-voz do aeroporto de Miami Marc Henderson.

 

 

Site Turisver
03/08/2009

Air France vai leiloar lugares nos primeiros voos do A380

Na sua estreia com o Airbus A380, em Novembro, a companhia francesa vai leiloar 380 lugares em cada um dos dois primeiros voos com este aparelho, entre Paris e Nova Iorque. Os fundos recolhidos revertem para projectos humanitários apoiados pela Fundação Air France.

O leilão será em Outubro, em dia a anunciar, e o seu objecto serão 380 lugares no primeiro voo da companhia com o A380, Paris-Nova Iorque a 20 de Novembro, e 380 no segundo, Nova Iorque-Paris, no dia seguinte. Os compradores terão direito a viajar no voo inaugural do aparelho, a partir de Paris, bem como no voo de regresso, e em ambas as partidas beneficiarão de novos terminais de dois andares construídos especificamente para este avião. O leilão vai ser realizado na internet, e a receita será atribuída a instituições humanitárias, em França, Índia, e África do Sul, com projectos, respectivamente, de difusão da prática artística em crianças de classes desfavorecidas, apoio a crianças infectadas com HIV, e contra o trabalho infantil.

Após estes voos especiais, a operação comercial regular do primeiro A380 da companhia tem início no dia 23 de Novembro nesta mesma rota, estando as reservas já abertas. A Air France será a primeira companhia europeia a usar o A380, o maior avião comercial do mundo, numa configuração de 538 lugares, com, no «deck» superior do avião, 80 lugares em classe executiva e 106 em económica, e no «deck» inferior 9 lugares de primeira classe e 343 em económica.

Com uma encomenda de doze destas aeronaves, a Air France receberá mais quatro A380 no próximo Inverno, a utilizar nas rotas entre Paris e Dubai, Joanesburgo, e Tóquio. Além da grande capacidade, o A380 destaca-se pelos baixos níveis de ruído e baixas emissões poluentes face ao número de passageiros transportados.
N.A.

 

 

Site Terra
03/08/2009

Me senti em uma montanha russa, diz passageira de voo 128

Passageiros do voo 128 da Continental Airlines relataram nesta segunda-feira os momentos de pânico que passaram a bordo do avião, que viajava do Rio de Janeiro para Houston, nos Estados Unidos. A aeronave teve de fazer um pouso forçado em Miami após passar por uma forte turbulência. Vinte e seis pessoas ficaram feridas.

"Me senti em uma montanha russa. Do nada o avião caiu. Pensei que cairíamos direto para o chão e pude ver muitas pessoas voando de seus lugares. O problema durou apenas entre 10 e 15 segundos, mas foi o suficiente para que eu pensasse na minha família e no meu namorado", disse Carolina Portela, em entrevista à rede americana Fox.

Carolina chegou a acreditar que o avião estivesse com pane no motor, mas logo descartou a possibilidade, já que as luzes não se apagaram e a aeronave conseguiu ganhar altitude, segundos após sofrer queda brusca.

Outro passageiro do voo, Fabio Otoni, afirmou que o incidente ocorreu aproximadamente seis horas depois que a aeronave decolou do aeroporto Tom Jobim, no Rio. Ele recorda que, no momento em que a turbulência começou, a tripulação servia o café da manhã e, de repente, o avião sofreu uma brusca queda. "Alguns comissários foram arremessados ao teto", afirmou.

A maior parte das pessoas que foram hospitalizadas em diferentes centros médicos da cidade sofre "dor no pescoço e nas costas", e algumas delas decidiram fazer exames por apresentarem cardiopatias antes do acidente, segundo a Administração Federal de Aviação (FAA na sigla em inglês). O órgão afirmou que está investigando as causas do incidente. De acordo Kathleen Bergen, porta-voz da FAA, a prioridade é dar toda a assistência necessária aos passageiros e suas famílias.

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